terça-feira, 6 de outubro de 2009

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Lista de CTG's

Brasil

Acre
Rio Branco CTG Placido de Castro Av Getúlio Vargas 2000 - Bairro Bosque - CEP 69.908-650 - fone 68.224 9848

Amazonas
Manaus CTG Vinte de Setembro Estrada da Ponta Negra km 03 - ASA - CEP 69035-000 - fone 92.238.4524

Bahia
Luís Eduardo Magalhães CTG Sinuelo dos Gerais BR 020 S/N - CEP 47850-000 - fone 77.628-1154
Salvador CTG Rincão da Saudade Rua Mario Besteti 25 - Alto de São João - Boca do Rio - fone 71.3461.1033/3461.1594 - CEP 41740-440- email: secretaria@centrogauchodabahia.com.br - URL www.centrogauchodabahia.com.br

Ceará
Fortaleza CTG Porteira Aberta Av. Santos Dumont 1673 - Altos - CEP 60.150-160 - fone 85.265-1582 / 244-5655 - email: csfinger@ig.com.br

Distrito Federal
Brasília Estância Gaúcha do Planalto SHIP - Área Especial 21 - CEP 70.610-200 fone: 61.245-3535 - e-mail: egp@estanciagaucha.com.br - URL http://www.estanciagaucha.com.br
Brasília CTG Jayme Caetano Braun Setor de Clubes Esportivos Sul - SCES - Trecho 02 Conjunto 47 - CEP 70200-000 - fone (61) 225-6908 - email: ctgjcb@ctgjcb.com.br - URL http://www.ctgjcb.com.br
Brasília CTG Sinuelo da Saudade BR 251 Km 40 PAD/DF - CP 7011 - CEP 71.619-970 - fone 61.500.1160 - 9985.4144 - email: cenci@terra.com.br
Brasília Fed. Trad. Gaúcha do Planalto Central SIA Quadra 5C Área Especial 2 Entrada 120 Sala 203 Edifício Executivo - CEP 71.200-055 - fone 61-2337173 / 2340773 - email: ftgpc@ftgpc.org.br - URL www.ftgpc.org.br
Sobradinho CTG Os Gaudérios do Planalto Central Núcleo Rural do Lago Oeste - Rua 13 - Chácaras 402/403 - CEP 73.007-990 - fones 61.478 1181 - email: salvador_cardoso@hotmail.com - URL: www.campeiros.blogger.com.br

Espírito Santo
Vila Velha CTG Rincão Capixaba Av. Hugo Musso 1554 / 1201 - Itapoã - CEP 29.101-785 - email: marcelogaucho@escelsa.com.br

Goiás
Cristalina CTG Nova Querência Rua da Saudades 274 - CEP 73.850-000
Formosa CTG Querência Formosa Av João Isper Gebrin 482- CEP 73.800-000 - email: ctgformosa@yahoo.com.br - URL http://geocities.yahoo.com.br/ctgformosa
Goiânia CTG Saudade dos Pampas Rua dos Guaranis lotes 4 e 5 - CEP 74.565.070 - fone 62.210-0939 - email: miro.ribeiro@globo.com.br
Jataí CTG Querência Goiana Rua Pitão S/N - CEP 75.800-000 - fone 64.632-1684
Luziânia CTG Tropeiros do Cerrado Caixa Postal 70 - CEP 72.800-000 - fone 61.623-4058 - email: tropeiroscerrado@ig.com.br
Mineiros CTG Porteira da Saudade Rua da Serraria S/N - Bairro Nossa Senhora Aparecida - CP 41 - CEP 75830-000 - email: passinato@mineirosnet.com.br
Rio Verde CTG Querência de Rio Verde Rua Rio Grande do Sul S/N - Pq dos Buritis - fone 62.621-2141 - CEP 75.900-000
Valparaíso CTG Querência do Valparaíso Área Esp. S/N Etapa "D" - Valparaíso I - CEP 72870-000 - fone 61.917-8436 / 9658-1073 - email: ctgquerenciadovalparaiso@hotmail.com

Maranhão
Balsas CTG Getúlio Dornelles Vargas Av. Rio Grande do Sul S/N - CEP 65.800-000

Mato Grosso
Água Boa CTG Coração Gaúcho Avenida Tropical 916 – Centro - Caixa Postal 52 - CEP 78.635 – 000 - fone 65.468 – 1486 / 1619
Alta Floresta CTG Rincão da Floresta Rua 15 n. 1.151 - CEP 78.580 – 000 - fone 65.521 – 1522 / 2874 / 2325
Alto Garças CTG Tropeiro da Saudade Rua Coronel Cajango 1.553 - CEP 78.770 – 000 - (65) 471 – 1147
Barra do Bugre CTG Saudade do Pago Rodovia MT 158 s/n. - CEP 78.390 – 000 - (65) 761 – 1259
Barra do Garça CTG Sinuelo do Araguaia Rua Mauri Caliguti 313 Centro - CEP 78.600 – 000 - (65) 446 – 2058
Cáceres CMTG Vaqueanos do Pantanal Quadra 1 Casa 09 - CEP 78.200 – 000 - (65) 223 – 2999
Canarana CTG Porteira do Araguaia Avenida Principal s/n. - Serra Dourada - CEP 78.640 - 000
Canarana CTG Pioneiros do Centro Oeste Rua Palmeira das Missões s/n. - CEP 78.640 – 000 - (65) 478 – 1794
Campo Novo do Parecis CTG Porteira da Tradição Avenida Mato Grosso 495 - CEP 78.360 – 000 - (65)782 – 1776 / 1309
Campo Verde CTG Saudades dos Pampas Rod. BR-070 KM 376 - CEP 78840-000 - 66.419-3271- email: apanosso@vsp.com.br
Campos de Júlio CTG Nova Querência Avenida Pinheiros s/n. - CEP 78.310 – 000 - (65) 787 – 1214 / 1120
Chapadão do Sul CTG Cultivando a Tradição Rua Vinte 814 - CEP 79560-000 - fone 67.562-2753 - email: ctgchapadaodosul@yahoo.com.br
Cuiabá CMTG Bento Gonçalves Rua Miguel Sutil S/N - CEP 78043-690 - (65) 621.3233
Diamantino CTG 18 de Setembro Rodovia Senador Roberto Campos s/n. - CEP 78.400 – 000 - (65) 737 – 1378
Guarantâ do Norte CTG Última Porteira Rua dos Mognos s/n. - Casa Aurora - CEP 78.520 – 000 - (65) 552 - 1368
Itiquira CTG Porteira do Mato Grosso Avenida Independência 372 - CEP 78.790 – 000 - (65) 491 – 1141 / 1220
Jaciara CTG Porteira da Amizade Rua Juruce 1.710 - CEP 78.840 – 000 - (65) 461 – 1618
Juara CTG Gaudérios do Arino Rua Montes Claros 592 -CEP 78.575 – 000 - (65) 556 – 1421
Juína CTG Relembrando os Pagos Avenida Nove de Maio 371 - CEP 78.320-000 - fone 65.566-2226 / 1521 / 1435
Lucas do Rio Verde CTG Sentinela da Tradição Avenida Rio Grande do Sul 1.261 - CEP 78.455-000 - fone 65.549-2098
Nobres CTG Recordando os Pagos Avenida Getúlio Vargas 343 - CEP 78.460-000 - fone 65.776-1119 / 321-2988
Nova Mutum CTG Porteira da Amazônia Avenida dos Uirapurus 915 – Centro - CEP 78.450-000 - fone 65.788-1429 / 1480
Nova Xavantina CTG Centro Oeste Pampeano Avenida Passo Fundo s/n. - Centro - CEP 78.690-000
Paranatinga CTG Nova Querência Rua Bandeirantes 2.495 - CEP 78.870-000 - fone 65.573-1346
Peixoto de Azevedo CTG Cuia Dourada Rua Zé Doca 741 - Bairro Santa Isabel - CEP 78.530-000 - fone 65.575-1210
Primavera do Leste CTG Querência Distante Rua Castro Alves 881 - CEP 78850-000
Rondonópolis CTG Saudade da Querência Rua Castro Alves 1.315 - CEP 78.700-100 - fone 65.421-2344 - email: ramonlaren@zipmail.com.br
Sapezal CTG Chama da Tradição Av. Antonio André Maggi S/N Rua das Traíras s/n. - CEP 78.365-000- fone 65.383.1748
Sinop CTG Estância da Amizade Rua das Angélicas 112 - Centro - CEP 78.550-000 - fone 65.531-3218 / 3945
Sinop CTG Vinte de Setembro Estrada Brigida S/N - Zona Rural - CEP 78.550-000 - fone 66-515-9471 - email: ctg20desetembro@aol.com
Sorriso CTG Recordando os Pagos Avenida N.J. Brescancim 155 - CEP 78.890-000 - fone 65.544-1255 / 1283
Tangará da Serra CTG Aliança da Serra Estrada do Queima Pé s/n. - CEP 78.300 – 000 - (65) 726 – 1352
Tapurah CTG Carreteando Saudade Avenida Paraná s/n. - Centro - CEP 78.555 – 000 - (65) 547 – 1327 / 1106
Terra Nova do Norte CTG Nova Querência Rua Principal s/n. - CEP 78.505 – 000 - 65.534 – 1485 / 1116 / 1230 / 1291
Várzea Grande CTG Velha Querência Rua Irmã Elvira 643 - Caixa Postal 16 - Bairro da Manga - CEP 78.110 – 000 - (65) 381 – 4596
Várzea Grande CTG Várzea Grande Rua Salin Nadaf 87 - CEP 78.110 – 000 - (65) 381 – 3225 / 682 – 3506 / 684 – 2440
Vera CTG Querência da Amizade Avenida Saudades s/n. - Serraria Saudades - CEP 78.880 – 000 - (65) 583 - 1377
Vila Rica CTG Pousada do Sul Avenida Principal s/n. - Centro - CEP 78.645 – 000 - (65) 529 – 1171 / 1121
Vila Rica CTG Querência da Saudade Rua 04 n. 39 – Setor Sul - CEP 78.645 – 000 -(65) 554 - 1260

Mato Grosso do Sul
Amambai CTG Sentinela do Amambai Av. Pedro Manvailer 1.392 - fone 67.481-1007 - CEP 79.990-000
Camapuã CTG Pousada dos Tropeiros Rua Cuiabá 256 fone 67.286-1430 - CEP 79.420-000
Campo Grande CTG Carlos Freire Rua Santa Helena 347 Vila Jací - fone 67.386-2628 - CEP 79.006-740
Campo Grande CTG Farroupilha Rua 13 de Maio 4.192 - fone 67.384-1650 - CEP 79.002-353
Campo Grande CTG Tropeiro da Querência Av. Eduardo Elias Zahran 2.532 - fone 67.741-1607 - CEP 79.003-003
Chapadão do Sul CTG Cultivando a Tradição Av. Quatro 659 fone 67.562-1396 - CEP 79.560-000
Coxim CTG Sentinela do Pantanal Rua Delmira Bandeira 333 - fone 67.963-1060 - CEP 79.400-000
Dourados CTG Querência do Sul Av. Joaquim Teixeira Alves 1.862 - fone 67.421-3935 - CEP 79.801-015
Jardim CTG Porteira da Amizade Rua Dr. Ari Coelho de Oliveira 234 - fone 67.251-1781 - CEP 79.240-000
Maracajú CTG Nova Querência Rod. Maracajú-Jardim KM 0 - fone 67.454-1567 - CEP 79.150-000
Mundo Novo CTG Sentinela da Fronteira Av. Brasil 1.415 fone 67.474-1689 - CEP 79.980-000
Ponta Porã CTG Querência da Saudade Rua Rio Branco 1.740 Vila Renô - fone 67.431-3477 - CEP 79.900-000
Rio Brilhante CTG Tropeiro Velho Rua Prefeito Teophanes 1.307 - fone 67.452-7177 - CEP 79.130-000
São Gabriel D'Oeste CTG Chama Crioula Rua José Honório Sobrinho 1.276 - fone 67.295-1011 - CEP 79.490-000
Sidrolândia CTG Campos da Vacaria Rua Sergipe 161 fone 67.961-1166 - CEP 79.170-000

Minas Gerais
Belo Horizonte CTG Sinuelo do Horizonte Av. Pres. Antônio Carlos, 6.600 - Pampulha - fone: 31.3491.3102
Betim CTG Gaudérios da Saudade Rua Santa Quitéria 80 - CEP 32.650-630 - fone 31.3594-4176 - email: rolfdb@terra.com.br
Buritis CTG Nova Querência Av Central 877 - CEP 38.660-000 - fone 38.3662.1950
Juiz de Fora CTG Gaudérios do Sul Rua dos Pinheirais, 560 - Bairro Novo Horizonte - CEP: 36046-270 - e-mail: ctggs@terra.com.br
Três Corações CTG Raízes do Sul Av. Farroupilha 32 - Atalaia - CEP 37410-000 - fone (35) 3231-1322 / 9104-2368 (Patrão) - email: ctgraizessul@hotmail.com
Uberaba CTG Cultura Nativa Rua Pres. John Kennedy 247 / A - CEP 38.045-210
Uberlândia CTG Sinuelo da Querência Rua XV de Novembro 22 / 304 - CEP 38400-214 - fone 34.3214-1861 - email: ctg@triang.com.br

Pará
Marabá CTG Sentinela das Coxilhas AV. Tuiuti 74 - VMPCB - CEP 68.508-211 - fone 94.321-8433

Paraíba
Cabedelo CTG Saudades da Querência BR 230 Km 3,5 - Cabedelo - CEP 58.310-000 - fone 83-3248.1110 - email: contato@ctg-pb.alternativobrasil.com.br - URL: http://ctg-pb.alternativobrasil.com.br

Paraná
Apucarana CTG Mate Amargo Av. Airton Senna s/n - Contorno Norte - CEP 86.800-520
Arapongas CTG Herdeiros da Tradição Rod. BR. 369 - km 04 - Saída para Rolândia - Gleba Bandeirantes do Norte - CEP 86.700-000
Araucária CTG Rincão das Araucárias Av Independencia 659 - CEP 83702-050
Balsa Nova CTG São Luiz do Purunã Rua Principal S/N - Pref. Mun. de Balsa Nova - CEP 83650-000 - fone 41.292.3700
Bituruna CTG Chapéu Tapeado Av Itália 222 - CEP 84640-000 - fone 42.553-1571
Bocaiúva do Sul CTG Herança do Mate Amargo Rua Aníbal Requião 500 - CEP 81.370-170 - fone 41.9973-7419 - email: jadersilva@brturbo.com
Campo Largo CTG Campo Santo Rua A 178 - Jardim Social - CEP 83600-000 - fone 41.251.8296 (Iria)
Campo Largo CTG Capão do Alegrete Rua Xavier da Silva 733 - Centro - CEP 83601-010 - fone 41.292.2526
Campo Largo CTG Cavalo de Arreio Rua do Centenário 2012-A - CEP 83.600-000 - fone 41.292.3132
Campo Largo CTG Cristóvão Pereira de Abreu Rua XV de Novembro 2801 - Centro - CEP 83900-000
Candói CTG Esteio da Tradição Rua Vereador Joao Luiz Correa - CEP 85.140-000 - fone 42.638-1125 - email: ctgesteio@ieg.com.br
Capanema CTG Sentinela da Fronteira Rua Otavio Francisco de Mattos S/N - CEP 85760-000 - fone 46-552-1052 - email: narabladt@hotmail.com
Cap. Leonidas Marques CTG Estância do Iguaçu Av. Brasil S/N - Centro - fone 45.225-7364 / 9978-6564 - - email: cdmarcos@terra.com.br
Cascavel CTG Estância Colorada BR-277 Km 600 - fone 45.228.1777 - CEP 85.800-000 - email: maudariva@bol.com.br
Cascavel CTG Lanceiros do Ponche Verde Rua Campos Sales 334 - Parque São Paulo - CEP 85807-050 - fone 45-223-7692 - email: cleonice@unioeste.br
Cascavel CTG Rodeio da Tradição Rua Epitácio Pessoa 135 - Parque São Paulo - CEP 85.807-040 - email: glband@terra.com.br
Castro CTG Rincão da Lagoa Rua Padre Damaso 572 - CEP 84-165.210 - fone 42.232-4352 - email: dejonge@convoy.com.br
Castro CTG Sinuelo Fazenda Rincão da Lagoa - CEP 84165-000 - fone 42.9973-4024
Campo Magro CTG 8 de Dezembro Estrada do Cerne n 07 - CEP 83.508-620 - email: ctg_8_de_dezembro@yahoo.com
Carambeí CTG Beleza do Pago Av. dos Pioneiros S/N - CEP 84.145-000 - fone 042.231-5749 / 9972.2360
Colombo CTG Pioneiros de Colombo Rua Jovino do Rosário 651 - CEP 82.510-300 - fone 41-2573466 ou 2576987 - email: oscarcipriani@bol.com.br
Colombo CTG Porteira Aberta R. Antônio Cheminn, 28 - ASSOCIAÇÃO BANESTADO - CEP 83700-000 - fone 41.356-3120 - email: zatti@netpar.com.br
Colombo CTG Porteira dos Minérios Rua Padre Francisco Bonato 357 - Centro - CEP 83414-170 - fone 41.756.3455 - email: tcheporteira@aol.com
Contenda CTG Cuia da Amizade Rua Eleutério de Souza Padilha - CEP 83730-000 - fone 9159.9503 - email: rafaelsicuro@ibest.com.br
Corbélia CTG Recordando os Pagos Rua das Camélias S/N - CEP 85.420-000 - fone 45.225-7364 - email: cdmarcos@terra.com.br
Cornélio Procópio CTG Chão Vermelho Rod. PR-160 km 07 - Saída para Leópolis - CEP 86.300-000
Curitiba CTG Estância Três Marias Av 3 Marias 25 - São Braz - CEP 82310-000 - fone 41.273.6046/246.8930
Curitiba CTG Farroupilha Rua José Rietmeyer 624, apt. 03 / bloco 01 - CEP 81510-630 - email: fabiany@esteio.com.br
Curitiba CTG Gaudérios da Tradição Rua Mouniff Tacla 945 - Pilarzinho - CEP 82200-400 - fone 41.254.6122
Curitiba CTG General Carneiro Rua Paulo de Frontin 267 - Cajuru - CEP 82.940-070 - fone 41.267.7788
Curitiba CTG Herança de Bravos Rua Teixeira Soares 534 - Batel - CEP 80240-440 - fone 41.248.4242
Curitiba GAN Os Charruas Rua Landel de Moura 301 conj. Oswaldo Cruz 2 - CEP 81170-480 - fone 41.241.0467
Curitiba CTG Poncho Crioulo Av Brasilia 5041/02 - bairro Novo Mundo - CEP 81020-010 - fone 41.247.2915/359.2677
Curitiba CTG Poncho Verde Cultural Rua Magdalena de Almeida 250 bairro Capão Raso - fone: 41.346-7500 - CEP 81130-260 - email: ponchoverdecwb@bol.com.br
Curitiba CTG Potreiro Bonito Rua Francicso Derosso 6275 - CEP 81770.000 - fone 41.378-1265- email: potreirobonito@hotmail.com
Curitiba CTG Querência Santa Mônica Rodovia BR 116 km 06 S/N - CEP 88.590-000 - fone 41.675-6622
Curitiba CTG Tapera do Mariano Rua Madre Maria dos Anjos 1530 - Água Verde - CEP 80.250-090 - fone 41.332.7363
Curitiba CTG Vinte de Setembro BR 116 km 107 - Pinheirinho - CEP 81690-400 - fone 41.349-1433 - email: jlima@avalon.sul.com.br
Dois Vizinhos CTG Saudades do Pago Rua do Comércio 1090 - CEP 85.660-000
Fazenda Rio Grande CTG Fazenda Rio Grande Rua Antonio Lourenço Santos 55 - CEP 83820-000 - fone 41.827.1211
Foz do Iguaçu CTG Charrua Av. República do Paraguay 3703 - CEP 85.854-240 - fone 45.522-2555 - - URL http://www.ctgcharrua.rg3.net
Foz do Iguaçu CTG Estância Crioula Rua Manaus esq. c/ Campinas s/nº - Jardim Petropolis - CEP 85.890-000 - fone: 45.524-7253 - email: estanciacrioulanet@bol.com.br
Francisco Beltrão CTG Recordando os Pagos Rua Maringá 922 - CEP 85.505-010 - fone 46.524-2341 - email: krupkosk@wln.com.br
Guaraniaçu CTG Freio de Prata BR 277 - km 500 - Caixa Postal 110 - Bela Vista - CEP 85.400-000 - fone 45.232.1002
Guaraniaçu CTG Porteira do Paraná BR 277 KM - 523 - CEP 85400-000 - fone 45.232-1639
Guarapuava CTG Chaleira Preta Rua Doutor Laranjeiras, 1356 Centro - fone 42-3623-5300 - email: josoelmachado@uol.com.br
Guarapuava CTG Fogo de Chão Rua Afonso Botelho 119 - CEP 85.010-030 - 42.623-1624 - email: dcogabi@bol.com.br
Guarapuava Piq. Orelhanos R Profa Leonidia 287 - CEP 85.010-230 - fone 42.623.1188 - email: sergiotei@ig.com.br
Guaratuba CTG Estância Guaratubana Rua José Nicolau Abgge 1100 - CEP 83.280-000 - fone 41.472-2021 (JAIRO) - email: solimar@onda.com.br
Irati CTG Terra dos Pinheirais Rua Camaquã S/N - Parque Willi Laars - CEP 84500-000 - fone 042.422-1415 - email: angelo@irati.com.br
Irati CTG XV de Julho RUA:Camaquã S/N - Bairro Rio Bonito - CEP 84.500-000
Ivaiporã CTG Chão Vermelho Rua Rio Grande do Sul 410 - CP 165 - CEP 86.870-000 - fone 43.4721390 - email: bottini@matrix.com.br
Jacarézinho CTG Tropilha Esperança Br 153 Km 15 - CEP 86400000 - fone 43-5251237
Lapa CTG Boa Vista Av Sete de Setembro 1045 - CEP 83750-000
Lapa CTG Cavalo Branco Rua Coronel Dulcidio 18 - Centro - CEP 83750-000 - fone 41.244.9761
Lapa CTG Esteio da Tradição Rua Eduardo Santos Lima 547 - CEP 83750-000 - fone 41.822.1384/822.3288
Lapa CTG Mate Amargo Rua Coronel Eduardo Corrêa 46 Centro - CEP 83750-000 - fone 41 - 6222707 - email: dottche@ig.com.br
Lapa CTG Porteira dos Pampas Rod do Xisto Km 91 - Faxinal dos Castilhos - CEP 83750-000
Lapa CTG Velha Pousada Rua Nossa Senhora do Rocio 514 - fone: 41.822-2745 - CEP 83750-000
Laranjal CTG Potro Selvagem PRT 369 - CEP 85275-000 - fone 42-6451123
Laranjeiras do Sul CTG Rincão Serrano Estrada do Porto Barreiro KM 02 - CEP 85304-490- email: rincaoserrano@yahoo.com.br
Londrina CTG Novas Coxilhas Rua Sabiá do Campo 350 com Avenida Maritacas - Gleba Primavera - CEP 86.031-750 - fone 43-329-0354
Londrina CTG Rincão Sulino Rod. Mario Gonçalves Palhano KM 3,5 - CEP 86.031-750 - fone: 43.336-3113 - email: elizetectg@yahoo.com.br - URL www.ctgrincaosulino.hpg.com.br
Mandirituba CTG Mandirituba Av Brasil 304 - Centro - CEP 83.800-000 - fone 626-1164 / 9991-6985 / 626-1425 - email: ctgmandirituba@yahoo.com.br - URL www.ctgmandirituba.hpg.com.br
Matelândia CTG Querência Nova Pq de Exposições - Av. Borges de Medeiros 2184 - CEP 85.887-000 - fone 45.262-1762 - email: morescao@bol.com.br
Medianeira CTG Sentinela dos Pampas BR 277 Km 671 - CEP 85.884-000 - fone 45. 264 2616
Missal CTG Porteira Nova Parque de Exposição S/N - CEP 85890-000 - fone 45.262-2799 - email: mauricio.molon@bol.com.br
Nova Londrina CTG Três Fronteiras Rodovia do Café - BR 376, S/N - CEP 87970-000 - fone 44.432-1672
Nova Prata do Iguaçu CTG Pagos do Iguaçu Av Iguaçu S/N - CEP 85685-000 - fone 46.545-1278 - email: bernardi@npinet.com.br
Palmas CTG Campos de Palmas R - 280, próximo ao Tia Joana - CEP 85.555-000 - fone 46.262-1937 - 9973-2407 - email: ana_ctg_palmas@hotmail.com
Palmas CTG Fazenda Campo Alegre Rua Augusto Guimarães 67 - CEP 85.555-000 - fone 46.262-5057 / 9972.0219 - email: m2caraujo@yahoo.com.br
Palmas CTG Porteira da Tradição Rua Rafael Ribas 676 - CEP 85.555-000 - fone 46.262-6847- email: kleber_b@bol.com.br
Palmeira CTG Caminho das Tropas PR 151 - Rod. João Batista Distefano - CEP 84.130-000
Palmeira CTG Fazenda Conceição PR 151 Rodovia João Batista Distéfano - CEP 84130-000 - fone 42.252-3293 - email: adelarfilho@ibest.com.br
Paraíso do Norte CTG Sao jorge Av Tapejara KM 2 - CEP 87.780-000 - fone 44-431.1362 / 44-423.1989 - email: psonort@tlp.com.br
Paranavaí CTG Fazenda Velha Brasileira Rua Coronel João Batista Lopes S/N - CEP 87705-420 - fone 44.423.1174 - email: fazendavelha@bol.com.br
Pato Bragado CTG Sepé Tiaraju Prolongamento da Av. Continental S/N - CEP 85948-000 - fone 45 282 1234
Pato Branco CTG Carreteando a Saudade Rua Anchieta 955 - Bairro São Cristóvão - CEP 85.506-360 - fone 46.224.2163 - email: reichariano@mtvmail.com.br
Pato Branco CTG Tarca Nativista Rua Elídio Guerra 570 - Bairro La Salle - CEP 95.505-320 - Caixa Postal 496 - fone 46.225-1108 - email: ctgtarcanativista@bol.com.br
Paulo Frontin CTG Querência Frontinense Rua 22 de janeiro 76 - CEP 84635-000 - fone 42.543-1154 - email: marco_frontin@yahoo.com.br
Pinhão CTG Pala Gaudério Rua Ruy Barbosa 215 - CEP 85170-000 - fone 42.677-2105 - email: ctg@netover.com.br
Pitanga CTG Tropeiro Velho Rua José de Alencar S/N - Vila Planalto - CEP 85.200-000
Planalto CTG Guardião do Pago Km 52 Prolongamento da Av. Rio Grande do Sul. - CEP 85750-000
Ponta Grossa CTG Coxilha do São Jorge Rua Visconde de Ponto Alegre 1353 - CEP 84070120 - fone 42.3025-6781 ou 91011665 - email: ctgcoxilhadosaojorge@yahoo.com.br
Ponta Grossa CTG Estância Nova Rua Dom Pedro II 494 - CEP 84053-000 - fone 042.239-5330 - email: ctgestancianova@ieg.com.br - URL http://www.ctgestancianova.hpg.com.br
Ponta Grossa CTG Porteira dos Municípios Av. União Panamericana 132 - CEP 84045-310 - fone 42.222-5431- email: edegar.junior@bol.com.br
Pontal do Paraná CTG Desgarrados do Pago PR-405 Rod. Alexandra Matinhos km 10 - fone 41 278-4752 - CEP 80.210-100 - email: desgarrados@ctgdesgarradosdopago.art.br
Porto Amazonas CTG Capão do Céu Rua Conrado Mier 234 - CEP 84140-000 - fone 42.256.1150
Porto Amazonas CTG História de Boiadeiro Rua Tiradentes 58 - Centro - CEP 84140-000 - fone 42.256.1416
Porto União CTG Mangueira do Contestado Rua Mallet 125 - Cristo Rei - CEP 84.600-000 - fone 42.523-3124 - - email: jok@net-uniao.com.br
Quatro Barras CTG Caminho das Tropas Rua José Rodrigues Fortes 32 - CEP 80420-000
Quedas do Iguaçu CTG Pealando a Saudade Av. Tarumã S/N - CEP 85.460-000 - fone 46-532.1650
Rio Negro CTG Armada Rionegrense Rua José Mairink 440 - CEP 83880-000 - fone 47.642.2539
Rio Negro CTG Saudades da Coxilha Av General Tourinho 920 - CEP 83880-000 - fone 47.642.0388
Rio Negro CTG Rincão da Saudade Rua Pernambuco S/N -Vila Militar - CEP 83.880-000
Rio Negro CTG Tropa Xucra BR 116, KM 196 - Roseira - CEP 83.880-000 - fone 47.698.1149
Rodeio Bonito CTG Gaudérios do Rodeio Rua Luiz Possamai S/N - CEP 98360-000 - fone 55 798 1320- email: ctggauderiosdorodeio@ieg.com.br
Rolândia CTG Querência dos Pioneiros Rua Santos Dumont 987 - 86.600-000
São José dos Pinhais CTG Cuia da Amizade Rua da Cotia 513 - Campo Largo da Roseira - CEP 83.010-350
São José dos Pinhais Piq. Capão Bonito Rua Ernani Almeida de Abreu 511 - CEP 83.045-010 - fone 41.283-5938 - email: karin_adlungues@bol.com.br
São José dos Pinhais CTG Estância Velha da Tradição Rua das Nações Unidas 249 - CEP 83035-310 - fone 41-282-2909 - email: estanciavelha@globo.com
São José dos Pinhais CTG Sentinela dos Pagos Rua Margarida de Araújo Franco 1.017 - CEP 83.005-070 - fone 41.282.3878 - email: ctgsentinelasdopago@bol.com.br
São José dos Pinhais Piq. Tradição Campeira Trav. José Ziliotto 147 - CEP 83.005-070 - fone 41.382-0657 - email: espigaoptc@databyte.com.br
São José dos Pinhais CTG Trote Crioulo Av. Rui Barbosa 10.235 - CEP 83035.310 - fone 41.282-5156 - email: trotecrioulo@bol.com.br
São Mateus do Sul CTG Herança do Meu Pai Rua Dr. Paulo Fortes 1700 - Cep: 33.900-000
São Mateus do Sul CTG Manotaço Rua Altino Pereira de Lima 471 - CEP 83900-000
São Mateus do Sul CTG Rancho Alegre Rua Luis Damasco dos Santos Lima 658 - Centro - CEP 83.900-000 - fone 42.532-1017
São Miguel do Iguaçu CTG Querência Amada Rua Fernando Ferraz S/N - CEP 85.877-000 - fone 45-5651409 - email: kellyjl@zipmail.com.br
Santa Cecília do Pavão CTG Campeiros do Norte Centro de Eventos Municipal - CEP 86.225-000
Santa Isabel do Ivai CTG Fronteira Paranaense Av Gustavo Brigagao S/N - CEP 87910000 - fone 44.453-1177
Santo Antônio da Platina CTG Coxilha Platinense BR 153 KM 39 S/N - CEP 86.430-000 - fone 43.534-1642
Telêmaco Borba CTG Monte Alegre R. Nereu Ramos 300 - CEP 84.255-250 - fone (42)9982-1041 - email: ctgmontealegre@hotmail.com.br
Tibagi CTG Santo Amaro Rua Reginaldo Guedes Nocera 2250 - CEP 84300000 - fone 42.27501509
Toledo CTG Chama Crioula Rua Adoniran Barbosa S/N - Jardim Gisela - CEP 85905-275 - fone 45. 277-3036 - email: ctgchamacrioula@bol.com.br
União da Vitória CTG Fronteira da Amizade Av. Bento Munhoz da Rocha Neto S/N - CEP 84600-000 - fone 42.522.2231 - email: jeanmarlon@net-uniao.com.br
Ventania CTG Alegria do Pago Av. Gov. P. Cruz Pimentel 316 - fone 43.546.2608 - CEP 84.900-000 - email: eliza@ibanet.com.br

Pernambuco
Recife CTG Rincão dos Guararapes Av. Boa Viagem 5212/1012 - CEP 51030-000 - 81.334-11724 - email: ctgrecife@yahoo.com.br - www.ctgrecife.hpg.com.br

Rio Grande do Norte
Natal CTG Rodeio Potiguar Av. Praia de Muriú 1835 - Ponta Negra - CEP 59092-390 - fone 84.219-3631 / 207-4479 - email: tcheguriars05@yahoo.com.br

Rio Grande do Sul
Agudo CTG Sentinela do Jacuí Rincão do Despraiado - CEP 96.540-000 - fone 55 - 265 2009
Ajuricaba CTG Gaspar Silveira Martins Rua Emilio Gross S/N - CEP 98.750-000 - fone 55-387 1384
Alegrete CTG Farroupilha Av. Euripedes Brasil Milano 509 - CEP 97543-240 - 55.422-3388
Alegrete DTG Clube Juventude Rua Venâncio Aires 570 - CEP 97.546-000 - fone 55.422.2522
Alegrete GN Ibirapuitã Jacomoni Grillo 24 - CEP 97.540-000 - fone 55.422-0969 - email: gnibirapuita@bol.com.br - URL: www.grupoibirapuita.cjb.net
Alegrete CTG Vaqueanos da Fronteira Rua Bento Manoel 1405 - Centro - CEP 97.541-040 - fone 55.422-6607 / 422.5135 - email: rdlcosta@bol.com.br
Alvorada CTG Amanhecer na Querência Rua Tramandaí 76 - Jardim Alvorada - CEP 94.853-750 - fone 51.442.5016
Alvorada CTG Amaranto Pereira Rua Celso Lemes da Silva 520 - Jardim Algarve - CEP 94.859-230 - email: ctgamaranto@yahoo.com.br
Alvorada CTG Bento Gonçalves da Silva Rua Viamão 1249 - Jardim Esplanada - CEP 94.824-300 - fone 51.411.2044 - URL: www.juntandorimas.com/ctgbento
Alvorada CTG Bento Gonçalves Rua Viamão 1249 - Jardim Esplanada - CEP 94824-300
Alvorada CTG Campeiros do Sul Av. Maringá 720 - Bairro Maringá - CEP 94814-400 - fone 51.442.1072 - www.campeirosdosul.hpg.com.br
Alvorada CTG Chilena de Prata Rua José de Patrocínio 235 - Jardim Porto Alegre - fone 51.442.9993 - CEP 94850-640 - email: ctgchilenadeprata@ig.com.br
Alvorada CTG Cheiro de Galpão Rua São Francisco 591 - Faixa do Cocão - CEP 94810-580
Alvorada CTG Sentinelas do Pago Rua Porto Alegre 216 - Parada 56 - CEP 94828-580 - email sentinelas.pago@zipmail.com.br
Anta Gorda CTG Lança Crioula Rua Padre Hermínio Catelli S/N - CEP 95980-000
Aratiba CTG Galpão Crioulo Rua Osvaldo Cruz 510 - CEP 99.770-000 - email: luciano@aratibars.com.br
Arroio do Meio CTG Querência do Arroio do Meio RS 130 KM 77 - Bairro São José - CEP 95940-000
Arroio Grande CTG Portal dos Pampas Br 116 km 55 - CEP 96.330-000
Arroio Grande CTG Tropeiros da Querência Rua Henrique Dias 15 - Bairro São José - CEP 96330-000
Arroio do Sal CTG CTG Rincão de Estância Rua XV de Novembro S/N - CEP 95585-000 - fone 51.687.2353
Arvorezinha CTG Jango Borges Rua Angelo Dall Agnol S/N - CEP 95995-000
Augusto Pestana CTG Porteira do Cadeado Parque de Exposições Alfredo Schmidt Br 522 Km 8 - CEP 98740-000 - fone 55.3334-1429
Bagé GAN Campo Aberto Rua Paulino Ponsati 685 - CEP 96400-000 - Fone 53 241 1909 - email: avmattos@bol.com.br
Bagé CTG Prenda Minha Rua Barão do Itaqui 496 - CEP 964000-000 - fone (53) 241-8176
Bagé CTG Sentinela da Fronteira Av. São Judas Tadeu 1183 bairro Pedra Branca - CEP 96.418-210 - fone 53.242.0407 - email: lopez@alternet.com.br
Balneário Pinhal CTG Marco das Águas Rua Marcelino Ramos 258 - CEP 95.597.000 - fone 51-3686.1399 - email: fabiomcs_@hotmail.com
Barra do Ribeiro CTG Pealo da Tradição Antônio Joaquim Evangelista 233 - centro - CEP 96790-000 - fone 51.482-1184 ou 98228223 - email: ctg_pealo@hotmail.com
Barracão CTG Alvorada dos Pampas Rua Assis Brasil S/N - CEP 95.370-000
Barros Cassal CTG Gregório Soares Paixão Rincão Santa Cruz - CEP 99360.000 - fone 51.9222-3345 / 54.9989-9792 - email: ctggregoriosoarespaixao@bol.com.br
Barros Cassal CTG Filastro Brum Av. Maurício Cardoso S/N - Bairro Santo Antônio - CEP 99360-000 - fone 543.841186 - email: kebb@gampnet.com.br
Barros Cassal Piq. Victorino Rosa Av. Maurício Cardoso 2644 - CEP 99.360-000 - fone 54.384.1157 - email: kebb@gampnet.com.br
Bento Gonçalves CTG Alvorada Gaúcha Rua Amazonas s/nº Comunidade Maria Goretti Bairro Maria Goretti - CEP 95700-000 - Telefone 54 452 2378
Bento Gonçalves CTG Cultura Sem Fronteira Av. Oswaldo Aranha 540 - CEP 95700-000 - fone 54.452-2200 - email: gabinete@cefetbg.gov.br
Bento Gonçalves CTG Laço Velho Rua 15 de Novembro 125 - CEP 95700-000 - fone 54.452-3586 - email: ctglv@terra.com.br
Bom Princípio CTG Porteira Aberta RS 122 Km 26 - Parque Municipal - CEP 95767-000
Bom Retiro do Sul CTG Pousada dos Tropeiros Fazenda Vila Nova - CEP 95.875-000 - fone 51.613-1141 - email: bodecenci@bol.com.br
Boqueirão do Leão CTG 20 de Setembro Travessa Eugenio Franciosi 850 - CEP: 95920-000
Bossoroca CTG Sinuelo das Missões Dr. Alves Valença 58 - CEP 97850-000
Butiá CTG Saudades do Pago Av. Leandro de Almeida 143 - CEP 96750-000 - email: kamaias@bol.com.br
Butiá CTG Vaqueanos da Querência Vila Julieta Carvalho Gonçalves - CEP 96750-000
Caçapava do Sul CTG Família Nativista Rua Pinheiro Machado s/n - CEP 96.570-000
Caçapava do Sul CTG Pampa e Querência Rua João Galvão Machado 52 - CEP 96.570-000 - fone 55-281-3304
Caçapava do Sul CTG Ronda Crioula Minas do Camaquã - Cep 96.570-000
Caçapava do Sul CTG Sentinela dos Cerros R Gal. Osório 1441 - CEP 96570-000 - fone 55.2811392
Cachoeira do Sul CTG José Bonifácio Gomes Parque da Fenarroz S/N - CEP 96.500-000 - fone 722.3137
Cachoeira do Sul CTG Os Gaudérios Rua Farroupilha 365 - CEP 96503-171 - furrati@piq.com.br
Cachoeira do Sul CTG Tropeiros da Lealdade Rua Horácio Borges 532 - Bairro Soares - CEP 96.501-510 - fone (51) 3724.1740 - email: ctgtropeirosdalealdade@hotmail.com
Cachoeirinha CTG Fogo de Chão Rua João Pedro Alcântara 90 - Veranópolis - CEP 94.920-330 - fone 51.431.8843
Cachoeirinha CTG Guapos da Amizade Rua Manatá 627 - Bairro Princesa Isabel - CEP 94.940-190 - fone 51.470.1274
Cachoeirinha GF Liberdade e Tradição Rua Guiaina 484 - Parada 57 - CEP 94.900-000
Cachoeirinha CTG Mate Amargo Rua Araçatuba 248 - Parque da Matriz - CEP 94.950-000 - fone 51.469.3733 - email: ctgmateamargo@ig.com.br
Cachoeirinha CTG Querência do Mate Amargo Rua Belém Novo 540 - CEP 94.930-000 - fone 51.470.3509
Cachoeirinha CTG Rancho da Saudade Av. Frederico A. Ritter 2626 - CEP 94.930-000 - fone 51.470.3509 - - email: ranchodasaudade@hotmail.com
Cachoeirinha CTG Sinuelo da Amizade Rua Juscelino K. de Oliveira 184 - Parque Granja Esperança - CEP 94.960-360
Cachoeirinha CTG Sinuelo das Águas Rua das Águas 111 - CEP 94.950-130
Caibaté CTG Sentinela do Caaró Rua Sefrim 170 - CEP 97.930-000
Caiçara CTG Sentinela da Coxilha Parque Municipal Guilherme Perlin - CEP 98440-000
Camaquã CTG Camaquã Rua Juvenil Emílio Dias 277 - Bairro Gaúcho - CEP 96.180-000 - URL: www.ctgcamaqua.hpg.com.br
Cambará do Sul CTG Baio Ruano RS-020 direção Ouro Verde - CEP 95.480-000 - fone 54.251-1128 / 251-1125
Campina das Missões CTG Fogo de Chão Av. Santa Tereza 268 - CEP 98975-000 - fone 55-35671358 - email: laerte.eti@bol.com.br
Campo Bom CTG CTG Campo Verde Av dos Municípios, 1300 - CEP 93700-000 - email: ctgcampoverde@bol.com.br
Campo Bom CTG Guapos do Itapuí Av. dos Estados 911 - CEP 93.700-000 - email: guapositapui@yahoo.com
Campo Bom CTG M'Bororé Rua Walter Sander 70 - CEP 93700-000 - fone 51.5982165 c/Beto - email: biduka.nho@terra.com.br
Campo Bom CTG Palanques da Tradição Av. Pinheiro Machado 310 - CEP 93.700-000
Campo Novo CTG Sentinela das Coxilhas Av Getúlio Vargas 94 - CEP 98.70.000 - fone 55-3528-1375
Candelária CTG Sentinela dos Pampas Rua Gaspar Silveira Martins S/N - Bairro Rincão Comprido - CEP 96930-000 - fone 51.3743-1471
Cândido Godói CTG Sentinela da Coxilha Rua Liberato Salzano 142 - CEP 98970-000 - fone 55 548-1126 - email: adrielw@zipmail.com.br
Candiota CTG Batalha do Seival Rua 22 S/N - CEP 96495-000 - fone 53.245-1054
Candiota CTG Candeeiro do Pago Rua Orci de Lima Veiga S/N - Vila Residencial - CEP 96495-000 - fone: 53.2455040 - email: leonir@supersul.com.br
Candiota CTG Luiz Chirivino Ava Luiz Chirivino S/N - CEP 96495-000 - fone 53.245-7235 - email: lidiano@ibest.com.br
Canela CTG Porteira da Lageana Rua São Francisco 133 - CEP 95680-000 - fone 54-9988.0181- email: ka-la@via-rs.com.br
Canela CTG Querência R. Visconde Maua 301 - Bairro Centro CEP 95600-000
Canguçu CTG Joaquim Paulo de Freitas Alto Alegre - 3º Distrito - CEP 96.600-000 - fone 53.252-2464 - email: claudiomaroliveira@bol.com.br
Canguçu Piq. Cambará Rua 25 DE Julho 40 - CEP 96.600-000 - fone 53 2527862 - email: contador@supersul.com.br
Canguçu CTG Raul Silveira Rua Osvaldo Aranha 177 - CEP 96.600-000 - fone 53.252-2360 - email: rc1@supersul.com.br
Canguçu CTG Sentinela Das Coxilhas Coxilha Dos Silveiras - 1º distrito - CEP 96600-000 - email: sentineladascoxilhas@ieg.com.br - URL http://www.sentineladascoxilhas.hpg.com.br
Canguçu CTG Sinuelo Rua Conselheiro Brusque S/N - CEP 96600-000
Canguçu CTG Tropeiros da Amizade General Câmara 1886 - CEP 96600-000 - fone 53.252-3313 - email: junior@supersul.com.br
Canoas CTG Brazão do Rio Grande Rua Mem de Sá 561 - Bairro Nossa Senhora das Graças - CEP 92.110-290 - e-mail: brazao@ulbranet.com.br - www.brazao.cjb.net
Canoas GPF Aldebarã Rua Engenheiro Rebouças 854 - Vila São Luis - CEP 92.020-320
Canoas CTG Mata Nativa Rua das Araras 952 - Residencial 5 Colonias - CEP 90.320-820
Canoas DTG Morada de Guapos Rua Brasil 477 - CEP. 92.310-150
Canoas DTG Periquitos Amadores do Chasque CP 24 - Canoas - CEP 92.001-970 - email: gpaucra@ulbranet.com.br - URL gpaucradtg.vilabol.uol.com.br
Canoas GAG Piazitos do Sul Av. Cairú 1780 - Bairro Fátima - CEP 92200-000
Canoas CCT Rancho Crioulo Rua Inconfidência 1.035 - Cep: 92020-320
Canoas CTG Raízes da Tradição Rua Eng. Kindler 991 - Bairro Harmonia - CEP 92.320-670
Canoas CTG Sentinela do Rio Grande Av. Santos Ferreira, 5555 - CEP 92.320-000 - fone 51.472-2611 R 2181
Capão da Canoa CTG João Sobrinho Tapera dos Quadros - CEP 95555-000
Capão do Leão CTG Tropeiros do Sul Rua Prof. Agostinho 455 - 96.160-000 - fone 53.275-1533 - email: ctg.tropeiros.do.sul@bol.com.br
Carazinho CTG Alfredo D'Amores Av. Não-me-toque 305 - CEP 99.50-000 - fone 54.33127-34 - email: gibaokamphorst@annex.com.br
Carazinho CTG Rincão Serrano Rua Paissandu 125 - CEP 99.500-000 - fone 54-330-2231 - email: catalaseg@ciinet.com.br
Carlos Barbosa CTG Trilha Serrana Pq. Municipal de Exposições - CEP 95185-000
Casca CTG Laço da Amizade Rua Pe. Aneto Bogni S/N - CEP 99260-000
Caxias do Sul CTG Andança Serrana Rua Jacob Luchesi 3545 - Santa Lúcia - CEP 95032-000 - 54 - 2113922 - 2111782 -2111616 - 2115848 - email: ctgandancas@bol.com.br
Caxias do Sul CTG Campo dos Bugres BR-116 km 145 14494 - bairro São Ciro - fone 54.229.48.66 c/Juliane - CEP 95059-520 - - email: contato@campodosbugres.com.br - URL: www.campodosbugres.com.br
Caxias do Sul CTG Elo do Rio Grande Av. Capivari 30 - CEP 95058-470 - fone 54-238.1945 e 99693237 - email: elodoriogrande@hotmail.com
Caxias do Sul CTG Galpão Prazer de Gaúcho BR-116 km 145 14494 - bairro São Ciro - fone 54.229.48.66 c/Juliane - CEP 95059-520
Caxias do Sul CTG Ginetes da Tradição Rua Leonardo Murialdo 246 - CEP 95060-310 - fone 54.283-1919 - email: nvanassi@terra.com.br
Caxias do Sul CTG Heróis Farroupilhas Trav Santa Maria 900 - CEP 95097-240 -fone 54.226-4458
Caxias do Sul GTCN Velha Carreta Rodovia RS 122 km 66 10945 - CEP 95010-550
Caxias do Sul CTG Imigrantes e Tradição Av. Rio Branco 207 - Bairro de Ana Rech - CEP 95.060-000 - email: ctgimigrantes@ieg.com.br - url: www.ctgimigrantes.hpg.com.br
Caxias do Sul CTG Negrinho do Pastoreio Rua Victório Madalosso 225 - CEP 95100-000 - fone: 54-213.1997 / 213.4448 - email: alsvieir@databrum.com.br
Caxias do Sul CTG Os Carreteiros Av Abramo Randon 770 - CEP 95055-010 - fone 54.219-2954
Caxias do Sul GCAN Os Gaudérios Av. Rubem Bento Alves 4499 - Bairro São José - CEP 95052-550 - fone 54.204-1035 - email: webmaster@osgauderios.zzn.com - URL wwww.osgauderios.rg3.net
Caxias do Sul CTG Ginetes da Tradição Rua Leonardo Murialdo 246 - Ana Rech - CEP 95060-310 - fone 54.283-1919
Caxias do Sul CTG Pampa do Rio Grande Rua Botafogo 2242 - Bairro Universitário - CEP 95040-150- fone 54.214-1320
Caxias do Sul CTG Porteira do Imigrante Rua Alfredo Gomes Falcão 695 - Bairro Jardim Eldorado - CEP 95059-030 - fone 54.229-7459 - email: ctgporteiradoimigrante@bol.com.br
Caxias do Sul CTG Rancho Velho Rua Luis Roberto Buffon 1560 - Jardim Esmeralda - CEP 95059-340 - email: ctgranchovelho@ieg.com.br - URL: http://www.ctgranchovelho.cjb.net
Caxias do Sul CTG Rincão da Lealdade Br 116 Km 121, S/N - Bairro Petrópolis - fone 54 - 229.4466 - email: alexandre.comandulli@serpro.gov.br
Caxias do Sul CTG Tapera Velha Rua Josefino Moreira 1960 - Bairro São Caetano - CEP 95.098-570 - fone 54.223 9480 - email: cmoreia@bitcom.com.br
Caxias do Sul CTG Valdomiro Rech Rua 20 de Setembro 620 - Centro - CEP 95020-450 - fone 54-222.3615
Caxias do Sul CTG Vovô Florian Rua Amábile César Vial 142 - CEP 95059-040 - fone 54.3025-5481 - email: ctgvovoflorian@aol.com
Cerro Largo CTG Porteira das Missões Rua Marechal Floriano 646 - CEP 97.900-000 - fone 55.359-1141 - email: schreiner@pro.via-rs.com.br
Chapada CTG Galpão Crioulo Rua Carlos Elias Mattjie 400 - CEP 99.530-000 - email: ctggalpcrioulo@bol.com.br
Charqueadas CTG Porteira Aberta Rod RS-401 5600 - CEP 96.745-000 - fone 51.658-6071 - email: mgo195056@terra.com.br
Charqueadas CTG Raízes da Tradição Rua Julio Rosa N 336 - CEP 96745-000 - fone 51.658-3817 - email: mellosouza_2000@yahoo.com.br
Chuí CTG Querência do Chuí Rua 20 de Setembro 651 - CEP 96255-000
Coronel Barros CTG Francisco Casalini Rua da imigração 254 - Centro - CEP. 98.735-000
Crissiumal CTG Estância da Saudade Rua Vinte de Setembro 342 - CEP 98640-000 - fone 55.3524-1198
Cristal CTG Gal. Bento Gonçalves da Silva Rua Camaquã S/N - CEP 96.195-000
Cruz Alta CTG Querência da Serra Rua General Osório 1955 - Centro - CEP 98005-130 - fone (55) 322-7266
Cruz Alta CTG Rodeio da Saudade Rua Coronel João de Deus S/N - CEP 98100-000 - fone 55.3324-3290
Cruz Alta CTG Turíbio Veríssimo Rua Barão do Rio Branco 2588 - Centro - CEP 98010-770 - Fone: (55) 322-3729
David Canabarro CTG David Canabarro Rua Lagoa Vermelha S/N - CEP 99980-000 - fone 54.351-1095 - email: ctgdavid@ieg.com.br - URL: www.ctgdavid.hpg.com.br
Dois Irmãos ACTG Garrão da Serra Rua Berlim S/N - CEP 93950-000 - fone 51.564-1677
Dois Irmãos ACTG Portal da Serra Rua Sede Campestre, 96 - Bairro Industrial - CEP 93.950-000
Dom Pedrito PL Herança Paternal Rua 21 de Abril S/N - CEP 96450-000
Dom Pedrito CTG Rodeio da Fronteira Rua Brigadeiro Camilo Mercio 1191 - CEP 96.450-000 - fone 53-2422101 - email: claudio@provesul.com.br
Dom Pedro de Alcântara CTG Querência dos Anjos Estrada Geral S/N - CEP 99580-000 - fone 051.664-0101
Eldorado do Sul CTG Coração Gaúcho Av. Emancipação 450 - 92990.000 - fone 51.481.6704 - email: ccncoracaogaucho@zipmail.com.br
Eldorado do Sul CTG Galpão da Amizade Rua Porto Alegre 238 - CEP 92.990-000
Eldorado do Sul CTG Porteira da Tradição Av. Emancipação 1000 - CEP 92.990-000 - fone 51.481.7841
Encantado GAN Anita Garibaldi Rua do Imigrante 193 - CEP 95960-000 - fone 51.751-1346 - email: gananitagaribaldi@bol.com.br
Encantado CTG Giuseppe Garibaldi Rua Eduardo Satler - CEP 95.960-000 - fone 51.3751 4288
Encruzilhada do Sul CTG Sinuelo da Liberdade Rua Rosane Castilho de Freitas S/N - CEP 96.610-000 - fone 51.3733-2293 - email: carinasevero@bol.com.br
Entre-Ijuís CTG O Grito de Sepé Rua Valério Emílio Ribas 853 - CEP 98.855-000
Entre-Ijuís CTG Passo do Ijuí Rua da Integração S/N - CEP 98.855-000
Entre-Ijuís CTG Rancho Venda Velha Carajazinho (interior) - CEP 98.855-000
Encruzilhada do Sul CTG Rodeio de Encruzilhada Av Arnindo Genz S/N - CEP 96610-000 - fone 051.3733-1961
Erebango CTG Campo Grande Av Olinda Water S/N - CEP 99990-000
Estância Velha CTG Gaudérios da Saudade Rua João Pessoa 75 - CEP 93.600-000
Esteio CTG Chama Nativa Rua Coelho Neto 117 - Bairro Jardim Planalto - CEP. 93295-120 - e-mail: ctgchamanativa@zipmail.com.br
Esteio CTG Poncho Crioulo Trav. Júlio de Castilhos 86 - CEP 93.260-330 - Centro
Esteio CTG Quero-Quero Rua São Sebastião do Caí, 976 - Centro - CEP 93250.000 - fone 51.9971-3034 - email: ctgqueroquero@bol.com.br
Esteio CTG Independência Gaúcha Rua Avelino Antonio Zonta, 649 - Novo Esteio - CEP 93270-600 - fone 51-3458-3118
Erechim CTG Espora de Prata Br 153 265 Km 49 - CEP 99700-000 - fone 54.522-4388 - email: ctg.espora.de.prata@bol.com.br
Erechim CTG Galpão Campeiro Isidoro Castilhos 323 - CEP 99.700 - CP 282 - fone 54 321-3489
Erechim CTG Heróis de Ibirapuitã Av. Presidente Vargas 129 / 502 - CEP 99.700-00 - email: jpprestes@bol.com.br
Erechim CTG Sentinela da Querência Rua Henrique Salomoni 570 - CEP 99.700-000 - fone 54.522-2544
Esmeralda CTG Pioneiros do Laço Rua Vinte de Setembro S/N - CEP 95380-000
Espumoso CTG Sinuelo das Coxilhas Rua Dr. Flores 46 - CEP 99.400-000 - fone 54-383-2882 - email: sinuelo@ieg.com.br
Espumoso GAN Sepé Tiaraju Rua França S/N - CEP 99400-000 - Fone 54-383-1667
Estação CTG Tropilha da Serra Bairro Santana - CEP 99930-000 - fone 54.337-2281
Estrela CTG Estrela do Rio Grande RUa Jacob Hallmann 281 - Centro - CEP 95.880-000 - fone 51.9984-9509
Estrela CTG Raça Gaudéria Rua Andreas Goehler 378 - Loteamento Popular III - CEP 95880-000 - fone 51-3720-4027
Estrela Velha CTG Estrela do Pago Av.Lauro Billig de Castilhos S/N - CEP 96.950.000 - fone 51.742-1039
Farroupilha CTG Aldeia Farroupilha Rua Dalcy F. de Andrade N 571 - CEP 95180-000 - fone 54.261.5038 - email: s1m9@terra.com.br
Farroupilha CTG Rancho de Gaudérios Rua Prefeito Schneider 100 - CEP 95.180-000 - Fone:54.261-3269
Farroupilha CTG Ronda Charrua Estrada p/Caravagio - Km 01 - Nro 51 - 95180-000 - 54.268.2523
Faxinalzinho CTG Tropeiros dea Serra Vila Coroados - Faxinalzinho - CEP 99.655-000 - fone 54.546-1011 - email: tropeirosdaserra@yahoo.com.br
Fontoura Xavier CTG Osório de Assis Rua Ernesto Ferreira Maia S/N - CEP 99.370-000 - fone 54.389-1194
Formigueiro CTG coxilha verde Cel. Veríssimo 235 - CEP 97.210-000
Frederico Westphalen CTG Rodeio da Querência Rua Garibaldi 433 - CEP 98400-000 - fone 55.744-4771 - email: chiarelo@fesau.psi.br
Garibaldi CTG Sentinela da Serra Parque Fenachamp - RS 122 - CEP 95720-000 - fone 54.462-5444
General Câmara CTG João Canabarro Rua Borges de Medeiros 51 - CEP 95820-000
General Câmara CTG Sinuelo do Bom Sucesso Rua Araújo Ribeiro 39 - 95820-000
Getúlio Vargas CTG Tropilha Crioula Rua Max Padaratz 180 - CEP 99900-000 - fone 54 341-2390
Giruá CTG Querência Crioula Rua José de Alencar 630 - CEP 98.870-000
Glorinha CTG Sentinela do Rio Grande Rua Quatro de Maio 23730 - CEP 94.380-000 - fone 51.487.1510
Gramado CTG Manotaço Rua da Cascata 798 - Centro - CEP 95670-000 - fone 54.286-1025 - email: ctgmanotaco@via-rs.net
Gravataí CTG Aldeia dos Anjos Adolfo Inácio Barcelos 1553 - CEP 94.010-590 - fone 51.488.400 - email: aldeiadosanjos@terra.com.br - URL : www.aldeiadosanjos.cjb.net
Gravataí CTG Carreteiros da Saudade Rua Borges de Medeiros 663 - Bairro Bom Sucesso - CEP 94.130-110 - fone 51.496.4291 - email: ctgcarreteiros@pop.com.br
Gravataí CTG Centelha Farrapoa Av. Benjamin Constant 288 - Bairro P. Pedras - CEP 94.030-560
Gravataí CTG Chaleira Preta Rua Armando Diva 237 - Morada do Vale I - CEP 94.080-350 - fone 490.7162 - email: chaleira@zaz.com.br
Gravataí DTG Estância Província de São Pedro Estrada do Itacolomi 4360 - Caixa Postal 317 - Bairro Santa Cruz - CEP 94.170-240 - fone 51.488.3987
Gravataí DTG Gaudérios do Pago Av. Los Angeles 627 - Bairro V. Cruz - CEP 94.090-000 - fone 51.496.7069
Gravataí CTG Laço da Amizade Rua Aracajú 119 - Bairro P. Ferreiros - CEP 94180.570 - fone 51.488.2010 - email: ctglacodaamizade@bol.com.br
Gravataí DTG Laço Gaúcho Rua Abrelino Marcelino Gomes 437 - Bairro Orico - CEP 94.010-500 - fone 51.3042.3998
Gravataí CTG Pialo da Saudade Rua Florianópolis 720 - Cohab A - CEP 94.050-080 - fone 51.496.1058
Gravataí DTG Querência da Coxilha Rua Ricardo Bruno Albarus 201 - Distrito Industrial - CEP 94.000-970
Gravataí DTG Querência do Vale Trav. Cônego Viana 129 - CEP 94.080-540
Gravataí DTG Rincão da Amizade Rua Teotônio Vilela 1150 - Parque Florido - CEP 94.960-570 - fone 51.490.7741
Gravataí CTG Tropeiro dos Pampas Rua Lopes Trovão 72 - Morada do Vale II - CEP 94120-320 - fone 51.497.5176 - email: ctg_tropeiro_dos_pampas@hotmail.com
Guaíba CTG Caiboaté Rua Pantaleão Teles 431 - Bairro Ermo - CEP 92.500-000 - fone 51.480.5150 email: peaofarroupilha@terra.com.br
Guaíba CTG Cruzeiro do Sul Rua Y2 - Colina - CEP 92.500-000 - fone 51.491.4040
Guaíba CTG Caudilho Guaibense Av. B 220 / 225 - Bairro Cohab - CEP 92.500-000 - fone 51.402.2037
Guaíba CTG Darcy Fagundes Rua Alzemiro Paz 364 - CEP 92.500-000 - fone 51.480.9564 - email: ligiantma@ig.com.br
Guaíba CTG Gomes Jardim Rua Santa Maria S/N - bairro Bom Fim - CEP 92.500-000 - fone 51 480.44.70
Guaíba CTG República Riograndense Av. Castelo Branco 744 - Altos da Alegria - fone 51.9121.9618
Guaíba CTG Sesmaria dos Farrapos Rua 2 nro 1 - Caixa Postal 263 - CEP 92.990-000 - fone 51.481.1793
Guaporé CTG Os Desgarrados Rua da Hipica SN - CEP 99200-000 - - email: ctgosdesgarrados@yahoo.com.br
Guaporé CTG Última Tropeada Av. Sanson 895 - CEP 99.200-000
Guarani das Missões CTG Guerreiro das Missões Av. São Miguel 1940 - CEP 97950-000
Herval do Sul CTG Minuano Rua Julio de Castilhos 180 - CEP 96310-000 - fone 267-11-43
Horizontina CTG Carreteiros de Horizonte Av dos Imigrantes 483 - Caixa Postal 36 - CEP 98.920-000 - fone 55.537.1616
Humaitá CTG Epopéia Farroupilha Av. João Pessoa, 1700 - 98.670-000 - fone 55.525-1295 - email: phumaita@humaita-rs.com.br.
Ibirama CTG Espora de Prata Rua 15 DE DEZEMBRO - CEP 96925000 - fone 55.3744-1028
Ibirubá CTG Rancho dos Tropeiros Rua Carlos Krames 130 - CEP 98200-000 - fone 543241030 - email: carocss@bol.com.br
Igrejinha CTG Sentinela da Tradição Rua Tristão Monteiro 399 - CEP 95.690-000
Ijuí CTG Avô Maragato Rua Rudy Glitz S/N - CEP 98.700-000
Ijuí CTG Clube Farroupilha Rua Francisco Berenhauser 666 - CEP 98.700-000 - fone 55.332-8233
Ijuí CTG Laureano Medeiros Rua Francisco A. Miron S/N - Bairro São Geraldo - CEP 98.700-000 - fone 55.332-2342 - email: ctglaureano@yahoo.com.br - URL http://geocities.yahoo.com.br/ctglaureano
Ijuí GAN Cabo Toco Luiz Fogliato 586 - CEP 98700-000 - fone 55.332-7140 - email: dlela@bol.com.br
Ijuí CCN Piazito Carreteiro Av. Marechal Mallet S/N - Centro - CEP 98.700-000
Ilópolis CTG Querencia do Mate Rua Conselheiro Jose Bozzetto - CEP 95990-000
Imbé CTG Querência do Imbé Rua Tancredo Neves 233 - Bairro Morada do Sol - CEP 95.625-000 - fone 51.683.1159
Iraí CTG Minuano Bairro Militar - CEP 98460 000 - fone 55.3745-1682
Itaara CTG Querência do Pinhal Av. Guilherme Kurtz S/N - CEP 97185-000
Itaqui CTG Cristóvão Pereira de Abreu Rua 20 de Setembro 851 - CEP 97650-000 - fone 55.9968.2672
Itaqui CTG Rincão da Cruz Rua Tiradentes 1910 - CEP 97.650-000
Jaboticaba CTG Carijo das Missões Vila Trentin Jaboticaba - CEP 98350-000 - fone 55.3743-1081 ramal- 216
Jaguarão CTG Lanceiros da Querência Estrada Corredor das Tropas 2101 - CEP 96.300-000 - fone 54.261-52-32
Jaguari CTG Invernada do Chapadão Rua Severiano de Almeida S/N
Jari CTG Pedro Porto Vila Jari - CEP 98.170-000
Jóia CTG Recanto do Pago Rua Francisco Burtett S/N - Bairro São José - CEP 98180-000 - fone 55-3318.1330 - email: devedeser@bol.com.br
Júlio de Castilhos DT José do Patrocínio Rua 15 de novembro 290 - CEP 99.130-000
Júlio de Castilhos CTG Júlio de Castilhos Rua Barão do Rio Branco 239 - Fone:271.1341 - CEP 98.130-000
Júlio de Castilhos Grupo Nativista Fogo de CHão Rua Fernando Abott 333 - fone 55-271.2057 - CEP 98.130-000
Lagoa Vermelha CTG Alexandre Pato Av. Presidente Vargas 3.165 - CEP 95.300-000 - email: lumb@dts.mko.com.br
Lagoa Vermelha GAN Lagoa Vermelha Rua Paim Filho S/N - CEP 95.300-000 - fone 3581239
Marau CTG Felipe Portinho Rua Antonio Darwin Marosin S/N - CEP 99150-000
Marau CTG Sentinelas do Pago Av Barão do Rio Branco 48 - CEP 99150-000 - fone 54.342.5772 - email: sentinelas@sentinelasdopago.com.br - URL: www.sentinelasdopago.com.br
Lajeado CTG Galpão de Barro Albino Petry S/N - Olarias - CEP 95900-000 - fone 51-3748-4212 - email: hammer.fall@bol.com.br
Maçambará CTG Palanque da Resistência Povinho de Maçambará - CEP 97645-000
Maçambará CTG Recreio dos Gaudérios Vila Maçambará - CEP 97645-000
Marau CTG Sentinela do Pago Av. Barão do Rio Branco S/N - CEP 99150-000 - fone 54342-2977
Marcelino Ramos CTG Porteira do Pago Rua Dr. Meireles Leite S/N - CEP 99800-000 - fone 54.372-1027 - - email: celio.mjunior@mtv.com.br
Marcelino Ramos Piq. Laçadores Destemidos da Serra RS-331 - Distrito de Pinhalzinho - CEP 99800-000 - fone 54.372-1027 - email: cmarquesjunior@hotmail.com
Mata CTG Cancela da Tradição Rua 15 de novembro 240 - fone 55.259.1380 - CEP 97.410-000
Minas do Leão CTG Zeca Freitas Av. Getúlio Vargas S/N - CEP 96755-000
Miraguaí CTG Rodeio da Amizade Mal. Deodoro 550 - CEP 98.540-000
Montenegro DTG Centauro dos Pampas Rua Torbjorn Weibull 1581 - cep 95780.000 - fone 51.632-1223
Montenegro CTG Estância Montenegro Rua José Luiz 1901 - CEP 95.780-000 - fone 51-632.4404
Montenegro Piq. Lenço Negro Rua Itapuã 51 - Bairro Morada do Sol - CEP 95.780-000 - fone 51.632-6876 / 9805-8488
Montenegro Gr Tarca de Arte Nativa Rua Apolinário de Moraes 2165 - CEP 95780-000 - fone 51-632-2044
Montenegro DTG Vinte de Setembro Rua Osvaldo Aranha c/ Assis Brasil S/N - CEP 95780-000 - fone 632-7184 e FAX 632-1309 - email: jaime.marines@terra.com.br
Muçum CTG Sentinela da Tradição Av. Nsa. Sra. de Fátima 1414 - CEP 95.970-000 - fone 51.3755-1676 / 9847-7617 / 9813-2435 - email: clovisaf@fates.tche.br
Nova Bassano GAN Pousada do Imigrante RST 324 Km 16 - CEP 95340-000 - fone 54.273-1416
Nova Hartz CTG Querência de Nova Hartz Rua Iguatemi 370 - Bairro Primavera - CEP. 93.890-000 - email: ranchodofleck@bol.com.br
Nova Hartz CTG Recanto da Tradição Rua Henrique Hoffmann 255 - Bairro Imigrante - CEP 93890-000
Nova Prata CTG Retorno à Querência Rua Isaías Colla 1095 - CEP 95320-000 - fone (54)242-2570- email: solano@netprata.com.br
Nova Prata CTG Os Maragatos Estr. Buarque de Macedo S/N - Rio Branco - CEP 95320-000
Nova Prata CTG Querência do Prata Linha Severino Ribeiro S/N - CEP 95320-000 - fone 54.242-6381 / 242-1525 - email: ctgquerenciadoprata@hpg.com.br - URL http://www.ctgquerenciadoprata.hpg.com.br
Nova Petrópolis CTG Pousada da Serra RS 235 - KM 4,5 - Linha Imperial - CEP 95150-000
Novo Barreiro CTG Cancela da Palmeira Av. São João Batista 894 - CEP 98338-000
Novo Hamburgo CTG Estância da Liberdade Rua Miranda 206 - CEP 93330-000
Novo Hamburgo CTG Porteira Velha Rua Independência 43 - Bairro Primavera - CEP 93.344-190
Novo Hamburgo SG de Lomba Grande Rua Albano G. Konrath 1305 - Lomba Grande - CEP 93.490-310 - 51.596-2698 - email: fiuza_tche@ig.com.br
Novo Hamburgo CTG Terra Nativa Av. Sapiranga 1080 - Canudos - CEP 93.548-050 - www.terranativa.cjb.net
Osório CTG Estância da Serra Av. Jorge Dariva 1140 - CEP 95520-000 - fone 51.663-3802
Palmares do Sul CTG Porteira do Sol Rua Remo 94 - quadra A - CEP 95.550-000
Palmeira das Missões CTG Galpão da Boa Vontade General Osório S/N - CEP 98300-000
Panambi CTG Tropeiro Velho Trav. Bahia S/N - bairro Piratini - fone 55.375.4334 - CEP 98.280-000
Paraí CTG Rodeio da Amizade Rua Erasmo Bombardeli S/N - CEP 95360-000
Parobé DTG Querência Azaléa Rua Dr. Legendre 34 - CEP 95630-000
Parobé CTG Sangue Nativo Rua Nilo Carlito Koetz 222 - CEP 95.660-000 - fone 51.543-1813 - email: didi@tca.com.br
Passo Fundo CTG Eduardo Muller Rua Tonico Silva s/n Bairro Cohab I - CEP 99.030.010
Passo Fundo CTG Getúlio Vargas Rua Paissandu 132 - CEP 99.010-091 - fone 54.313-6623
Passo Fundo CTG Lalau Miranda Rua Uruguai 11A - CEP 99.100-030 - fone 54.313-1436
Passo Fundo CTG Moacir da Motta Fortes Rua Cruz Alta 05 - CEP 99.040-030
Passo Fundo CTG Tropel de Caudilhos Rua Dna Carmelinda s/n - CEP 99.100-100 - fone 54.312-2827
Passo Fundo CTG União Campeira Avenida Aspirante Jenner s/n - Santa Maria - CEP 99.054.360
Paverama CTG Estância do Siqueira Rua 5 de março S/N - Bairro Centro - CEP 95865-000
Pedro Osório CTG Fogo de Chão Rua Pascoal Orcelli 11 - Centro - CEP 96.360-000
Pelotas CTG Cel. Thomaz Luiz Osório Av. Duque de Caxias 1319 - CEP 96.030-002 - fone 53.2210445 - - email: ctgthomaz@bol.com.br
Pelotas CTG Domingos José de Almeida Rua Gomes Carneiro 001 - CEP 96.010-610 - fone 53.272.6717 - email: ctgdomingos@bol.com.br
Pelotas CTG Os Carreteiros Campus Universitário S/N - CEP 96001-970
Pelotas CTG Os Farrapos Rua Raul Pompéia 1400 - Py Crespo - CEP:96.065-400 - telefone 053.273.4499 - email: ctgfarrapos@bol.com.br
Pelotas CTG Negrinho do Pastoreio João Gomes Nogueira 273 - CEP 96080-000 - fone 53.2282168
Pelotas CTG Rancho Grande Av. Ildefonso Simões Lopes 2791 - fone 53.277.6700 - CEP 96.060-290 - email: diegobrito@super11.net
Pelotas CTG Sub-Ten. Elio Olimar Rodrigues Av. Domingos Jose de Almeida 1489 - Areal - CEP 96085-470 - fone 053.228-4355
Pelotas União Gaúcha J. Simões Lopes Neto Av. Idelfonso Simões Lopes No 531 - CEP 96.060-290 - fone 53 223.0269 - email: uniaogaucha@uniaogaucha.com.br
Pinheiro Machado CTG LILA ALVES Estrada das Cacimbinhas 60 - CEP 96.470-000 - fone 53.248-30-24
Piratini CTG Vinte de Setembro Av. Mauricio Cardoso 333 - CEP 96490-000
Porto Alegre 35 CTG Av. Ipiranga 5300 - CEP 90.610-000 - fone 51.3336.0035 - email: 35ctg@cpovo.net - URL www.35ctg.com.br
Porto Alegre CTG Amigos da Tradição Av. Salvador Leão 277 - CEP 91130-700 - fone 51.364-2611
Porto Alegre CTG Cabanha Pimentel Av. Bento Gonçalves 1781 - Bairro Partenon - CEP 90.650-002 - fone 51.3339.2275
Porto Alegre DTG Cancela da Liberdade Clube Caxeiros Viajantes - Rua Dona Laura, 646 - CEP 90430-090 - fone 51.3331-4855 - email: anijane@martinseandrade.com.br - URL wwww.caixeirosviajantes.com.br
Porto Alegre CTG Candeeiro de Galpão Rua Delfino Riet 270 - Bairro Santo Antônio - CEP 90.660-120
Porto Alegre CTG Candeeiro do Sul Av. Ipiranga 8550 - Jardim Carvalho - CEP 91.410-400 - fone 51.3382-4096
Porto Alegre CTG Caminhos do Pampa Rua Edgar Pires de Castro 120 - CEP 91.787-000 - fone 51.3248.8497 / 3249.6729
Porto Alegre CTG Carreta Velha Estr Martin Félix Berta 1050 / 307 - Núcleo 26 - BL a2 - Bairro Rubem Berta - CEP 91.250-200 - fone 51.3358.1137
Porto Alegre CTG Chama da Amizade Rua Coronel João Corrêa 210 - fone 345.9718 - CEP 91.350-190
Porto Alegre CTG Chimangos Rua Rafael Clark 760 - Bairro Partenon - CEP 91.530-620 - fone 51.3339.8993 ou 3387.5051 - email: chimanguita@hotmail.com
Porto Alegre DTG Col. Est. Júlio de Castilhos Praça Piratini 75 - Bairro Santana - CEP 90.040-170 - fone 51.483.6704
Porto Alegre CTG Coxilha Aberta Av. Silvestre Félix Rodrigues 1285 - CEP 91.130-210 - fone 51.3356-3367
Porto Alegre CTG Descendência Farrapa Av. Cavalhada 6735 - Bairro Cavalhada - CEP 91.751-830 - fone 51.3246.8523 / 9695.6177
Porto Alegre CTG Doze de Outubro Rua Mário Totta 108 - Bairro Cavalhada - CEP 91.920-130 - fone 51.9151.9560
Porto Alegre DTG Estância Crioula do Clube Farrapos Av. Prof. Cristiano Fischer 1331 - Bairro Partenon - CEP 91.410-000 - fone 51.3339.6566
Porto Alegre CTG Estância da Azenha Av Aureliano de Figueiredo Pinto, 155 - bairro Cidade Baixa - CEP 90.180-001 - fone 51.3311 0637 - email ctgestanciadaazenha@bol.com.br - URL www.ctgestanciadaazenha.com.br
Porto Alegre CTG Estância da Figueira Estrada Costa Gama 1009 - Belém Velho - CEP 91.787-290 - fone 51.3245.2891 / 3246.1379
Porto Alegre CTG Estância Farroupilha Rua João Pariz 222 - Bairro Sarandi - CEP 91.160-440 - fone 51.3355.6199 - email: tordilho@usnet.com.br
Porto Alegre CTG Estância do Pinheiro Rua Beco da Tradição 132 - Lomba do Pinheiro - CEP 91.560-700 - foe 51.3329.8012- email: estanciadopinheiro@bol.com.br
Porto Alegre CTG de Potrilhos Av. Chuí 274 / 105 - Bairro Cristal - CEP 90.820-080 - fone 51.3247.2687
Porto Alegre CTG Estância Farroupilha Rua João Paris 222 - Santo Agostinho - CEP 91.160-440 - fone 365.6199 - email: tordilho@usa.net
Porto Alegre CTG Estância do Ruben Berta Rua Wolfran Metzler 650 - CEP 91.250-320 - fone (14) 3022.7970 - email: ctgrubemberta@bol.com.br
Porto Alegre CTG Gildo de Freitas Rua Rev. Olavo Nunes 55 - Bairro Bela Vista - CEP 90.440-170 - fone 51.3367.0344 - email: vlcoimbra@aol.com
Porto Alegre CTG Glaucus Saraiva Rua Luiz de Camões 337 - Bairro Santo Antônio - CEP 90.620-150 - fone 51.3223.1277
Porto Alegre CTG Guardiões da Pátria Gaúcha Rua Lobo da Costa 480 - Bairro Santana - CEP 90.050-110 - fone 51.3339.8040
Porto Alegre CTG Guardiões do Rio Grande Av João Pessoa 2050 - Bairro Santana - CEP 90.040-001
Porto Alegre CTG Guarita Nativista Rua Professor Joaquim Louzada 488 - Bairro Camaquã - CEP 91.920-050 - fone 51.9687.3529
Porto Alegre CTG Herança Farrapa Rua Emílio Keidann 48 - Bairro Protásio Alves - CEP 91.450-250
Porto Alegre DTG Herdeiros da Tradição Rua Artur de Oliveira 45 - Bairro Partenon - CEP 91.530-100 - fone 51.3319.1289
Porto Alegre CTG Laço da Querência - (Clube do Prof. Gaúcho) Av. Guaíba 12.060 - bairro Ipanema - CEP 91.770-110 - fone 51.3248.5710 - clube@cpg.com.br
Porto Alegre CTG Lanceiros da Zona Sul Rua Olavo José de Souza 469 - Bairro Belém Novo - CEP 91.780-480 - fone 51.3249.1206 - lanceirosdazonasul@zipmail.com.br
Porto Alegre CTG Legenda Farroupilha Pres. Franklin Roosevelt 148 - 342.1882
Porto Alegre DTG Lenço Colorado Av. Edvaldo Pereira Paiva S/N - Parque Gigante - CEP 90.110-060 - fone 51.3230.4664 - email: dtglencocolorado@internacional.com.br - URL http://www.internacional.com.br
Porto Alegre DTG Lenço Verde da Querência Teresópolis Tênis Clube - Rua Ludolfo Bohel 338 - Bairro Teresópolis - CEP 91720-150 - fone 51.3318.6232
Porto Alegre CTG Leopoldo Rassier Rua Duque de Caxias 951/1 - Centro - CEP 90.010-282
Porto Alegre CTG Madrugada Campeira Rua Salomão Pires Abraão 160 - Ilha da Pintada - CEP 90.090-060 - fone 51.211-61-16
Porto Alegre CCG Mangueira Grande Rua Eng. João Luderitz 285 - Bairro Sarandi - CEP 91.130-050
Porto Alegre CTG Maragatos Ouro Preto 408 - Bairro Cristo Redentor - CEP 91.040-610 - e-mail: maragato@cybermail.com.br
Porto Alegre CTG Mescla de Guapos (Sogipa) Rua Barão de Cotegipe 415 - bairro São João - CEP 90.540-020
Porto Alegre CTG Negrinho do Pastoreio Pça Eng Paulo A Bozano S/N - CEP 91.360-160
Porto Alegre CTG Pagos da Saudade Rua 18 de Novembro 800 - Bairro Navegantes - CEP 90.240-040 - fone 51.483.4753
Porto Alegre CTG Piquetes da Amizade Rua Dr. Carlos Flores 31 - Bairro Belém Novo - CEP 91.780-080
Porto Alegre CTG Ponteiros do Rio Grande Manoel Vitorino 220 - Bairro Partenon - CEP 90680-480 - fone 51.3339.4373 - URL: www.geocities.com/ctgponteiros - email: ponteiros@tutopia.com.br
Porto Alegre CTG Por do Sul Gaúcho Estrada Chapéu do Sol 1421 - Bairro Belém Novo - CEP 91.787-030
Porto Alegre CTG Porteira da Restinga Rua Álvaro Difini 3817 (atrás das piscinas CECORES) - Bairro Restinga Nova - CEP 91.790-560 - fone 51.3250.2067
Porto Alegre CTG Potreiro da Várzea Av. José Bonifácio 363- Colégio Militar - CEP 90040-130 - fone 51.3221.6200 / 3221.3044 - potreiro@gauchonet.net - www.gauchonet.net
Porto Alegre CTG Pousada da Figueira Estrada João de Oliveira Remião 6791 - Lomba do Pinheiro - CEP 91.560-000 - fone 51.3319-6101 - email: tatiana.padilha@bol.com.br
Porto Alegre CTG Querência Av. João Simplício Alves de Carvalho 600 - Vila Ipiranga - CEP 91.360-200
Porto Alegre CTG Querência da Amizade av Martin Félix Berta 3317 - Bairro Ruben Berta - CEP 91.260-500 - fone 51.3386-8795 - email: qamizade@zaz.com.br
Porto Alegre CTG Querência da Liberdade Rua Liberdade 415 - Bairro Rio Branco - CEP 94.420-121
Porto Alegre DTG Querência do Lindóia Trav. Comendador Gustavo Cramer 90 - Jardim Lindóia CEP 91.050-190
Porto Alegre CTG Querência dos Piazitos Av. Padre Cacique 1372 - Bairro Praia de Belas - CEP 90.810-240
Porto Alegre CTG Raízes do Sul Rua São Domingos 89 - Bairro Bom Jesus - CEP 91.420-270 - fone 51.3338.5901 - e-mail: ctgraizesdosul@zipmail.com.br
Porto Alegre CTG Roda de Chimarrão Estrada da Serraria 1835 - Guarujá - CEP 91770-010 - fone 51.3246.0700
Porto Alegre DTG Sentinela do Cerro Rua Edgar Pires de Castro 9316 - CEP 91.787-000 - fone 51.3250.5163
Porto Alegre CTG Sentinela dos Pampas Rua Ivo Janson 31 - Bairro Intercap - CEP 91.530.070 - fone 51.3386-2585 - email: sentinelapampas@terra.com.br
Porto Alegre GTN Tangará Rua Sérgio Jungblut. Dieterich 604 - Bairro São João - CEP 91.060-410 - fone 51.3231.1751
Porto Alegre CTG Tiarayú Abílio Muller 251 - Bairro Jardim Itú - CEP 91.380-310 - fone 51.3344.4206 - email: www.ctgtiarayu.com.br
Porto Alegre CTG Tricolor dos Pampas Largo dos Campeões 01 - Bairro Azenha - CEP 90.880-440 - fone 51.3221.9681
Porto Alegre CTG Tropeiros da Tradição Av. Veiga 223 - Bairro Partenon - CEP 91.510-120 - fone 51.3336-0538 - email: abamf@terra.com.br
Porto Alegre CTG Valentes da Tradição Rua Francisco Pinto da Fontoura 634 - Bairro Sarandi - CEP 91.110-310 - fone 51. 3365.6468 - URL www.ctgvalentesdatradicao.hpg.com.br - email: ctgvalentesdatradicao@ieg.com.br
Porto Alegre CTG Vaqueanos da Tradição Leopoldo Bretano 1551 - Bairro Humaitá - CEP 90.250-590 - fone 51.3374.2023 - URL www.ctgvaqueanos.hpg.ig.com.br - email: ctgvaqueanos@ieg.com.br
Porto Alegre CTG Xiru das Leis Ipiranga 6681 / prédio 9 - PUC - CEP 90.610-001 - fone 51.3384.8482
Porto Alegre Grupo Folclórico do Pago Voluntários da Pátria 1358/2 a - 228.1711 e 228.1764
Porto Alegre CTG Pagos da Saudade Rua 18 de Novembro 800 - CEP 90240-040 - 51.3358-7285 - URL: www.pagosdasaudade.hpg.com.br - e-mail: ctgpagos@portoweb.com.br
Porto Alegre GAN Tangará Rua Sérgio Dieterich 604 - CEP 91060-410 - fone 51.228-3040
Porto Alegre CTG Valentes da Tradição Rua Francisco Pinto da Fontoura 644 - Bairro Sarandi - CEP 91.110-310 - fone 51.365-4283 - email: ctgvalentesdatradicao@ieg.com.br
Quaraí CTG Sentinela do Jarau Rua Sete de Setembro S/N - CEP 97560-000
Restinga Seca CTG Aliança Gaúcha Vila Jacuí - CEP 97.200-000 - email: aliancagaucha@bol.com.br
Restinga Seca CTG Estância do Mirim Rua Padre Aparício S/N - Vila Feltrin - CEP 97.200-000 - fone 55.261-1911 - email: ctgestanciadomirim@bol.com.br
Restinga Seca CTG Laços de Amizade Vila Rosa - CEP 97200-000 - fone (55)-2701119 - email: richterrs@bol.com.br
Restinga Seca CTG Passo da Porteira Santuário - CEP 97.200-000
Restinga Seca CTG Os Vaqueanos Ernesto Friedrich 420 - CEP 97200-000
Rio Pardo CTG Os Minuanos Rua Ema Dai Pra e Souza, 728 - CEP 96640-000
Rio Pardo CTG Rodeio da Saudade Rua São João 72 - CEP 96.640-000 - fone 51.731.3415
Rolante CTG Passo dos Tropeiros Rua Conceição 616 - CEP 95.690-000
Rondinha CTG Pousada dos Tropeiros Rua Independência S/N - CEP 99590-000
Roque Gonzales CTG Sentinela da Cascata Rua Monsenhor Estanislau Wolski 690 - CEP 97970-000
Rosário do Sul CTG Adaga Velha Rua Barão do Rio Branco S/N - CEP 97.590-000 - fone 55.231-4932
Rosário do sul CTG Querência do General Abreu Av Aracy Furtado 4532 - CEP 97.590-000 - fone 55.231-4144
Rosário do Sul PTG Querência do Xanota Av. Coronel Sabino de Araújo 647 - Caixa Postal 44 - CEP 97.590-000 - fone 55.231-2254 - email: luizfoletto@rosulonline.com.br
Santa Bárbara do Sul CTG Velha Carreta Carmelo Araújo Gomes S/N - CEP 98240-000 - fone 55.3372-1397
Santa Clara do Sul CTG Bomba de Prata Estrada Geral S/N - CEP 95900-000 - fone 51.3782-1022 - email: daniel@bewnet.com.br
Santa Cruz do Sul DTG Aliança Santa Cruz Rua Marechal Floriano Peixoto 898 - CEP 98.8100000 - fone 51.3713-2044 - email: aliancascs@viavale.com.br - URL http://www.alianca-scs.com.br
Santa Cruz do Sul CTG Rincão da Alegria Rua Leonel do Prado 156 - CEP 96.840-150 -email: rincaodaalegria@bol.com.br
Santa Cruz do Sul CTG Tropeiros da Amizade Rua Princesa Isabel 357 - fone 51.715.8456 - CEP 96.845-030
Santa Cruz do Sul CTG Terra de Bravos R. João Valdemar da Fontoura 515 - CEP 96815-550 - fone 51-3717-3842 - email: anaterra@viavale.com.br
Santa Margarida do Sul CTG Plácido de Castro BR 290 - CEP 97.300-000 - email: daniele_eumesma@yahoo.com.br
Santa Maria CTG Abas Largas Rua Euclides da Cunha S/N - CEP 97.090-000
Santa Maria CTG Bento Gonçalves Faixa de Rosário 355 - CEP 97.090-000 - fone 55 212 3170 - mail: hgotuzzo@terra.com.br
Santa Maria DCT Cezimbra Jacques Dpto. Tradic. do Clube Caixeiral Santamariense - Rua do Acampamento n 39 - Bairro Centro - CEP. 97050-001 - fone 55.221.4371
Santa Maria AT Estância Minuano Estrada Francisco Viterbo Borges S/N - CEP 97.001-970 - fone 55.211 2400 - email: fale@estanciadominuano.com.br - URL: www.estanciadominuano.com.br
Santa Maria CTG Farroupilhas Rua Octávio Rocha 103 - Bairro Itararé - CEP. 97045-370
Santa Maria DACT do Atiradores Esportivo Rua Casemiro de Abreu nº 59 - Bairro Nsa. Sra. do Perpétuo Socorro - CEP. 97.045-120
Santa Maria CTG Galpão Alegre Rua Cel. Niederauer 657 - Vila São Martinho - CEP 97.100-000 CEP 97043-470
Santa Maria CTG Herança Farroupilha Rua Passo dos Weber 731 - Bairro Chácara das Flores - CEP 97043-470
Santa Maria CTF Os Nativos Rua Benjamin d'Avila Prado S/N - CEP 97.035-230
Santa Maria CPF Piá do Sul Rua Justino Couto nº 179 - Bairro Medianeira - CEP 97070-500 - email: piadosul@terra.com.br
Santa Maria CTG Passo dos Ferreiros Rua 42 - Quadra 84 - CEP 97.030-000
Santa Maria AT Poncho Branco Rua Vereador Antônio Dias S/N - CEP 97090-000
Santa Maria CTG Ponche Verde Rua Venâncio Aires 2746 - Bairro Passo D'Areia - CEP. 97010-004
Santa Maria DT Querência das Dores Depto. Trad. do Clube Recreativo Dores - Rua Bento Gonçalves 400 - Bairro Nsa. Sra. das Dores - CEP. 97050-090
Santa Maria CTG Querência do Pinhal Estrada dos Balneários - Distrito de Itaara - CEP 97.185-000
Santa Maria CTG Sentinela Da Querência Rua Silvino Jacob Zimmermann 115 - Bairro Camobi - CEP. 97105-380 - fone 55.226.1890
Santa Maria CTG Sepé Tiarajú Rua 1 S/N - Núcleo Habitacional Fernando Ferrari - CEP. 97110-620 - Camobi - email: sepe.tiaraju@bol.com.br
Santa Maria CTG Sinuelo dos Pampas Rua Barão do Triunfo 255 - Bairro Salgado Filho - CEP. 97.010-070
Santa Maria CTG Taylor Fagundes Rua Monte Castelo 400 - Vila Vitória - CEP 97100-000 - fone 55-9118-8367 - email: ctgtaylorfagundes@hotmail.com
Santa Maria DTG Timbaúva Passo da Capivara - Caixa Postal 4019 - CEP 97015-970 - email: dttimbauva@olhaqui.net
Santa Maria CTG Tropeiros da Querência Rua Rua Princesa Isabel 798 - Vila do Carmo - CEP. 97.045-390
Santa Maria CTG Tropilha Crioula Rua Dilermando de Aguiar S/N - CEP. 97.180-000
Santa Maria CTG Vinte de Setembro Rua 14 de Julho 36 - Bairro Itararé - CEP 97.045-410
Santa Maria CTG Vitório Mário Arroio do Sol - CEP 97.165-000
Santa Rita CTG Sovéu de Ouro Rua Wilson Xavier 185 - CEP 92.480-000 - fone 51.3479-6335 - URL - www.ctgsoveudeouro.com.br/
Santa Rosa CTG Chama Crioula Rod. BR-472 KM 1 - CP 548 - CEP 98900-000
Santa Rosa CTG Rancho Crioulo de Tarumã Lajeado Tarumã - CEP 98900-000
Santa Rosa CTG Sepé Tiarajú Avenida América 1262 - CEP 98900-000 - fone 55.512-6064 - email: kolling@viabrazil.com.br
Santa Tereza CTG Sentinela do Vale Rua Helvécio Lisboa - CEP 95.715-000 - fone 456 1022 - email: mar.s.v@bol.com.br
Santa Vitória do Palmar CTG Rodeio dos Palmares Rua Mirapalhete S/N - CEP 96230-000
Santana da Boa Vista CTG Tropeiro Velho Rua Seis de Maio S/N - CEP 96590.000 - fone 53-258.1298
Santana do Livramento CTG Crioulos da Fronteira Rua Venezuela 141 - Tabatinga - CEP 97570-000
Santana do Livramento CTG Fronteira Aberta Av. Tamandaré 2538 - CEP 97574-210 - fone 55.242-2840
Santana do Livramento CTG Presilha do Pago da Vigia Estrada Robledo Braz - CEP 97575-000- fone 55-3243.3151- email: ruiff@v-expressa.com.br - URL - www.presilhadopago.com.br
Santana do Livramento CTG Princesa Isabel Rua Marília C. Peixoto 490 - CEP 97572-650
Santana do Livramento CTG Rincão da Carolina Rua Juan Marcos Britoldi 10 - CEP 97570-000
Santana do Livramento CTG Sentinela do Planalto Rua Guimarães Berman 77 - CEP 97572-540- fone 55.244-5502 - email: eduardo-martinez@ibest.com.br
Santana do Livramento CTG Sinuelo do Cavera Alberto Pasqualini 585 - CEP 97575-430 - fone 55.243-4381
Santiago CTG Coxilha de Ronda Rua Dr. Rivota 219 - CEP 97.700-000 - fone 55.251-4555
Santiago CTG Dezoito de Setembro Vila Florida - Terceiro Distrito - CEP 97725-000
Santiago CTG Os Tropeiros Rua Padre Assis 129 - CEP 977000-000 - fone 55-2514461
Santiago PT Irmãos Sagrilo Vila Betânia S/N - CEP 97700-000
Santiago CTG Rincão do Pica-Pau Primeiro Distrito - Vila Betânia - CEP 97.700-000 - email: rincaodopicapau@zipmail.com.br
Santo Ângelo GTF Cel Aparício Borges CP 478 - CEP 98.800-000
Santo Ângelo CTG A Volta dos Farrapos Comandaí - CEP 98.800-000 - email: ctg.avfarrapos@bol.com.br
Santo Ângelo GF Madrugada do Rio Grande Pq da Fenamilho - CEP 98800-000
Santo Ângelo GDF Os Farroupilhas Rua Marechal Floriano 4.069 - fone 55.312-8338 - CEP 98.802-650
Santo Ângelo CTG Os Farroupilhas Rua Marques do Herval 3071 - cj 101 - CEP 98.803-000 - fone 55.312-8338
Santo Ângelo CTG Os Legalistas Rua Santa Rosa S/N - CEP 98.803-400 - fone 55.312-5599
Santo Ângelo CTG Tio Bilia Rua Adão Felipe Pippi 970 - CEP 98.800-000
Santo Ângelo CTG Vinte de Setembro Av. Getúlio Vargas 377 - CEP 98.801-570 - fone: 55.312.3555
Santo Antonio da Patrulha CTG Coronel Chico Borges Dominiciano Nunes S/N - CEP 95500-00 - fone 51.662-1243
Santo Antonio da Patrulha CTG Patrulha do Rio Grande Rua Uruguai S/N - CEP 95500-000 - fone 51.662.2633
Santo Antônio das Missões CTG Porteira das Missões Sezefredo Jacques Ourique 6170 - CEP 97870-000 - fone 55.367-1415
Santo Antônio das Missões CTG Querência de São Braz Vila Manoã - Interior - CEP 97.870-000 - 55.367-1260
Santo Augusto CTG Pompílio Silva Rua 20 de Setembro 27 - CEP 96.560-000 - fone 55.781-1218
Santo Augusto CTG Carreteiro dos Pampas Pedro Campos 432 - CEP 98590-000
Santo Cristo CTG Rancho da Amizade Rua Padre Adolfo Gallas - CEP 98960-000
São Borja Centro Nativista Boitatá Av. Francisco Miranda 145 - CEP 97.670-000
São Borja CFTG Farroupilha Marechal Floriano Peixoto 2739 - CEP 97.670-000
São Borja PTG João Manoel Rua Dr. Moraes S/N - CEP 97670-000 - fone (55)431-3177 / 431-3851 / 431-8477 - email: ptgjoaomanoel@yahoo.com.br
São Borja CTG Revivendo a Tradição Rua João Palmeiro 1.350 - CEP 97.670-000
São Borja CTG Tropilha Crioula Rua João Palmeiro 1218 - CEP 97.670-000
São Domingos do Sul CTG Presilha Serrana Rua Humaitá S/N - CEP 99270-000
São Francisco de Assis CTG Chico Pedro Telles Tourem Av. Farroupilha 1638 - CEP 97610-000 - fone 55.252-2089/2074
São Francisco de Assis CTG Negrinho do Pastoreio Rua Gabriel Machado 1993 - CEP 97.610-000 - fone 55.252- 1504
São Francisco de Paula CTG Rodeio Serrano Rua Benjamin Constant 568 - CEP 95.400-000
São Francisco de Paula CTG Eron da Rata Marechal Deodoro 98 - CEP 95400-000 - fone 5499829475 - email: jucadarata@ieg.com.br - URL http://www.jucadarata.hpg.com.br
São Gabriel CTG Caiboté Rua Cel. Tristão Pinto 368 - CEP 97.300-000 - fone 55.232-2706 - email: ctgcaiboate@sgnet-rs.com.br
São Gabriel CTG Querência Xucra Gal. Bento Gonçalves 161 - CEP 97300-000 - fone 55.232-2399 - email: querencia.xucra@bol.com.br
São Gabriel CTG Tarumã Rua Gal. João Manoel 516 - CEP 93.700-000 - email: jardim@sgnet-rs.com.br
São Jerônimo DTG Polivalente Rua Jerônimo Pedroso de Oliveira 04 - CEP 96700-000 - Fone: 51.651-1635
São João Da Urtiga CTG Coxilha da Serra Av. Prof. Zeferino S/N - CEP 99855-000
São Jorge CTG Cavalo Branco Parque Municipal de Eventos - CEP 95365-000
São José do Norte CTG Os Tarumãs BR 101 KM 60 - CEP 96225-000
São José dos Ausentes CTG Rodeio da Saudade Av. Ismênia Ribeiro Velho938 - CEP 95280-000 - fone 54.234-1100 - email: pmsja@terra.com.br
São Leopoldo GAN IVI Maraé Leopoldo Freitas 250 - CEP 93.044-630 - fone 51.9836.6186
São Leopoldo CTG Tio Lautério Rua Tarcílio Nunes, 301 - CEP 93000-000 - fone 51.588-0412 - email: ctgtiolauterio@globo.com
São Leopoldo CTG Tupambaé Av. Unisinos 950 - CEP 93.022-000 - fone 51.590.3333 ramal 4173 - - email: ctgtupambae@hotmail.com
São Lourenço do Sul CTG Sepé Tiaraju Av. Cel. Nonô Centeno 1402 - CEP 96.170-000 - fone 53.251-3895 - email: lfacero@conex.com.br
São Luiz Gonzaga CTG Galpão de Estância Rua Gen. Leovegildo Paiva 1167 - CEP 97.000-000 - fone 55.352-1389
São Luiz Gonzaga CTG Presilha do Rio Grande Rincão dos Pires - CEP 97.000-000
São Luiz Gonzaga Piq. Querência Aberta Rua Salvador Pinheiro Machado 1574 - CEP 97.800-000 - fone 55.352.1209
São Luiz Gonzaga CTG Rodeio das Missões São Lourenço das Missões - CEP 97.800-000
São Marcos CTG Porteira da Serra Rua Venâncio Aires 168 - CEP 95190-000
São Marcos CTG Tio Carlos Rua Osvaldo Aranha 478 - Bairro Centro - CEP 95190-000 - fone 54.291-9110 / 291 3391
São Miguel das Missões CTN SINOS DE SÃO MIGUEL Av Antunes Ribas S/N - CEP 98.865-000 - fone 55-3381-1380
São Nicolau Primeira Querência do Rio Grande Rua Maria Segiaro Hoffmann 1035 - CEP 97880-000 - fone: 55.363.1288 - fax 363.1133 - e-mail: cunhan@missoes.com.br
São Pedro do Sul CTG Itaquatiá Av Walter Jobim 664 - Bairro Riveira - fone 55.276.2666
São Pedro do Sul CTG Pedra Grande Rua XV de Dezembro S/N - Pedra Grande - CEP 97.400-000
São Pedro do Sul CTG Posteiros do Xiniqua Distrito de Xiniqua - CEP 97.400-000
São Pedro do Sul CTG Rincão de São Pedro Rua Expedicionário Almeida 1222 - CEP 97.400-00
São Sebastião do Caí CTG Lauro Rodrigues Rua Oderich 991 - Centro - CEP 95.760-000 - fone: 51.635.1382 / 635.2237
São Sepé CTG Coronel Chananeco Cerrito do Ouro - 2 Distrito - CEP 97.340-000
São Sepé CTG Quero-Quero Caixa Postal 55 - CEP 97.340-000
São Valentim CTG Ronda Crioula Rua Padre Estevão M. Wonzoski S/N - CEP 99640-000
São Vicente do Sul CTG Cancela da Fronteira Rua General João Antônio S/N - CEP 97420-000
Sapiranga CTG Pedro Serrano Estrada Nova Hartz 300 - CEP 93800-000 - fone 51-599-3564 / 560-1097 - email: ctgpedroserrano@sap.conex.com.br
Sapiranga CTG Galpão Sentinela do Pago Rua João Otto Saenger 499 - Centro - CEP 93.800-000 - fone 51.599-3810 - email: ctggalpaosentineladopago@bol.com.br
Sapucaia do Sul CTG Domadores do Rincão Rua Rui Barbosa 556 - CEP 93.230-000 - fone 51.474.8328
Sapucaia do Sul CTG Piazitos do Sul Av Cairu 1780 - CEP 92200-000 - - email: cleber-ferrari@bol.com.br
Sarandi CTG Porteira da Querência Parque de Exposições - Caixa Postal 90 - CEP 99560-000 - fone 54.361 1294
Serafina Corrêa CTG Galpão da Saudade A.V Miguel Socol (Galpão 20 de Setembro) - CEP 99250-000 - fone 54.444-1510
Severiano de Almeida CTG Chaleira Preta Km 1.5 (Acesso à BR 153) - CEP 99810-000
Sobradinho CTG Galpão da Estância Rua Bento Gonçalves 75 - CEP 96.900-000
Soledade CTG Argemiro Martins Pinto Rua José Bonifacio nro 483 - CEP 99300-000 - fone 54.616-7831
Soledade CTG Marciano Brum Av. Mal. Floriano Peixoto 1563 - CEP 99.300-000
Soledade CTG Querência do Botucaraí Rua Laydes Borges 660 - CEP 99.300-000
Soledade CTG Tempre de Aço Rua Santos Filho 385 - CEP 99.300-000
Soledade CTG Três Coqueiros Rua João Provim S/N - CEP 99.300-000
Soledade GAN Vaqueanos da Cultura Av. Mal Floriano S/N - CEP 99.300-000
Tapejara CTG Manoel Teixeira RS 463 Km 1 - CEP 99950-000 - fone 54.344-1327
Tapera CTG Guido Mombelli Trav. Farroupilha 20 - CEP 99490-000
Tapes CTG Província de São Pedro Av Assis Brasil S/N - CEP 96760-000
Taquara CTG Lanceiros da Tradição trav Bauermann 2493 - CEP 95.600-000
Taquara CTG O Fogão Gaúcho Rua General Frota 2530 - Centro - CEP 95.600-000 - fone 51-542.2446
Taquari CTG Pelego Branco Av. Promissão 231 - CEP 95.860.000 - fone 51.653-4250 - email: ctgpelegobranco@bol.com.br
Terra de Areia CTG Porteira do Litoral Estrada do Cornélios S/N - CEP 95535-000 - fone (51)666.1388 (Prefeitura Municipal)
Teutônia CTG Porteira dos Pampas Rua 17 de Junho 170 - CEP 95890-000 - fone 51.3762-8481
Teutônia CTG Rincão das Coxilhas Bairro Languiru - CEP 95.890-000
Torres CTG Querência das Torres Parque Municipal - CEP 95.560-000
Tramandaí CTG Gaúcho Litorâneo Rua Angélica Dihel 926 - Parque Humaitá - CEP 95590-000 - fone 51.661-1015 / 9983-1130
Tramandaí CTG Potreiro Grande Rua Saldanha da Gama 88 - Centro - CEP 95.590-000 - fone 51.661-1511 - email: crisffctb@bol.com.br
Três Coroas CTG Querência do Mundo Novo Rua Henrique Juergensen 1366 - CEP 95.660-000
Três de Maio CTG Tropeiros do Buricá Estr. para Independência S/N - CEP 98.910-000 - fone 55.535.1324
Três Palmeiras CTG Coxilha das Palmeiras Rua Alberto Pasqualini S/N - CEP 99675-000 - fone 54.367-1248
Três Passos CTG Missioneiro dos Pampas Rua Campos Sales 444 - CEP 98.600-000
Triunfo CTG Estância da Vendinha BR3 86 km 411 - CEP 95840-000
Triunfo CTG Galpão de Campanha BR 440 KM 10 - CEP 95840-000
Três Passos CTG Tropeiros da Tradição Av. Costa e Silva 2095 - CEP 98600-000 - fone 55-522-1191
Tucunduva CTG Querência Xucra Rua João Barbeiro S/N - CEP 98930-000
Tupanciretã CTG Tapera Velha Borges do Canto 482 - CEP 98.170-000
Tupanciretã EN Taquarembo Av. Getulio Vargas S/N - CEP 98170.000 - Fone 55.2722132 - email: jflsilva2001@yahoo.com.br
Tuparendi CTG Fronteira da Amizade Av. Tucunduva 2025 - CEP 98.940-000
Uruguaiana CTG Centelha Crioula Rua Joaquim Murtinho 2990 - CEP 97.500-000 - fone 55-411-4479 (Justino) - email: contato@sulvitrine.com.br
Vacaria CTG Porteira do Rio Grande BR 116 km. 37 9790 - CEP 95.200-000 - fone 54.231.1011 e 232.1077
Vacaria CTG Querência do Socorro Jardim dos Pampas - CEP 95.200-000 - fone 54.232-1787
Vacaria CTG Rancho da Integração Rua Mal Costa e Silva S/N - Jardim América - CEP 95200000 - fone 54 2322444
Vacaria CTG Sentinela da Querência Rua Petropólis 709 - CEP 95200-000
Venâncio Aires CTG Chilenas de Prata Rua Vilma Elena Krutz 2.272 - Bairro Gressler - CP 145 - CEP 95.800-000 - fone 51.3741-07-10 / 9811-87-88- email: chilenasdeprata@hotmail.com
Venâncio Aires CTG Erva Mate Parque Municipal do Chimarrão - CEP 95.800-000
Venâncio Aires CPF Terra de Um Povo Rua Fernando Abbott 1434 - CEP 95.800-000 - fone 51.3741.3103- email: caralgauchinha@viavale.com.br - URL www.cpfterra.hpg.com.br
Vera Cruz CTG Candeeiro da Amizade Rua Cândido de Medeiros 3 - CEP 96880-000 - email: chamadecandeeiro@terra.com.br
Veranópolis CTG Rincão da Roça Reúna ROD. RST 470 - KM 173 - SAPOPEMA - CEP 95.330-000 - fone 54-441-1819
Viamão CTG Alegria dos Pampas Rua Édio Nagel da Boit 79 - Vila Cecilia - CEP 94.480-070 -
Viamão CTG Alma Crioula Rua Frederico Diehl 700 - Vila Elza - CEP 94.420-230 - fone 51.436.1684 - email: ctgalmacrioula@ig.com.br
Viamão CTG Alma Gaudéria Rua N. Sra dos Navegantes 460 - Bairro Itapuã - CEP 94.750-000 - fone 51.494.1115
Viamão CTG Armada Grande Rua Ponçolino Cardoso da Silva 29 - Bairro Dom Feliciano - Passo do Vigário - Caixa Postal 134 - CEP 94.410-180 - fone 51.485.2825 - email: armadagrande@bol.com.br - URL www.ctgarmadagrande.cjb.net
Viamão CTG Campeiros de Viamão Estrada das Lombas 6200 - 94.400-970 - fone 51.9953.2751
Viamão CTG Capão da Porteira Capão da Porteira - CEP 94.770-000
Viamão CTG Capela Grande Rua Cel. Mário Antunes Veiga 268 - CEP 94410-030 - fone 51.91062936 - email: agsouza@adm.ufrgs.br
Viamão CTG Pealo da Estância Rua Dario Gonçalves Molhos 482 - Via Augusta - CEP 95.510-200 - fone 51.493.6100
Viamão CTG Presinha do Itapuá Estrada da Varzinha 85 - Santo Onofre - CEP 94.465-480
Viamão CTG Raízes do Pago Rua Francisco Feula 51 - Santo Onofre - CEP 94.465-480
Viamão DTG Semente Nativa Rua da Saudade 16 - São Tomé - CEP 94.460-340 - fone 51.485.7566
Viamão CTG Setembrina dos Farrapos Rua São Gabriel 415 - Cohab - Parada 56 - CEP 94.435.550
Viamão CTG Vaqueanos da Cultura Estrada RS-40 - Caixa Postal 50 - CEP 94.400-000
Viamão União Tradicionalista Viamonense Av. Sen. Salgado Filho 9023 - Jardim Krahe - CEP 94.440-000 - fone 51.492.3032
Vila Nova do Sul CTG Sincero Lemes Av. São Sepé S/N - CEP 97.385-000
Vitória das Missões CTG Rodeio do Campo Novo Rua dos Imigrantes S/N - CEP 98.838-000 - fone 55.614.4281 - email: ctgrodeiocn@bol.com.br
Xangri-Lá GTC 20 de Setembro Rua Olmiro Lima 150 - Guará - CEP 95588-000 - fone 51 6896004

Rio de Janeiro
Macaé CTG Saudade da Querência Rua Capitão Jorge Soares 71 - Miramar - CEP 27.943-430 - email: machadolcr@uol.com.br
Nova Friburgo CTG Sentinela dos Pampas Modesto de Mello 19/501 - CEP 28613-180 - fone 24-522-2366 - email: d.paula@netflash.com.br
Niterói CTG Niterói Anexo ao Haras Clube São Sebastião - Est. São Sebastião - Engenho do Mato - fone 21.2709-4817 / 2609 / 4759 /2709 7115 - CEP 24.346-190 - email: ctgnit@terra.com.br - URL www.ctgnit.hpg.ig.com.br
Rio de Janeiro CTG Desgarrados do Pago Av João XXIII 5.000 - Bairro Santa Cruz - CEP 23565-235 - fone 21.395.0623 - email: ssr.ctgdprj@zipmail.com.br
Sâo Pedro da Aldeia CTG Gaudérios da Aldeia Loteamento Gelson Pinheiro Rua 05 - lote 30 - CEP 28940-000 - fone 21-3870-6790/9875.8375 / 22-98128332 - email: goularttche@ig.com.br

Rondônia
Vilhena CTG Sinuelo do Norte Av. Afonso Pena S/N - CEP 78995-000 - fone 69.321-3861 - email: mbiazzi@globo.com

Roraima
Boa Vista CTG Nova Querência Av Eduardo Gomes 1.000 - Bairro Novo Planalto - CEP 69.300-000 - fone 95.224.1381

Santa Catarina
Abelardo Luz CTG Lenço Branco Linha Santo Inácio - CEP 89.830.000 - fone 46.3252-1879
Abelardo Luz CTG Querência Farroupilha Rua N.S. das Graças 1130 - CEP 89830000 - fone 49.3445-4392 - email: ferpatec@frosinet.com.br
Agrolândia CTG Sesteada de Bento Ramos Parque de Exposicões - CEP 88.420-000 - fone 47.3534-4707 - email: francisco.neckel@bol.com.br - URL www.agrolandia-sc.com.br
Água Doce CTG Antonio Brassanini Fazenda da Pedra - CEP 89654-000 - fone 9980-1587
Água Doce CTG Mangueira Velha Localidade Linha Vista Alegre - CEP 89.650-000
Anchieta CTG Alto da Querência Linha São Paulo Alto - CEP 89.970-000
Anita Garibaldi CTG Laço da Amizade Rua Frei Rogerio 483 - CEP 88590-000
Araranguá GAC Chama da Tradição Caixa Postal 117 - CEP 88900-000 - fone 48.3522-0041 ou 3524.1914
Araranguá CTG Crioulos do Caverá Estr Geral Morro dos Conventos KM 5 - CEP 88.900-000 - fone 48.3524-1222
Araranguá CTG Galpão de Estância Acesso para o Balneário Morro dos Conventos - (48) 524 0227 / 0228 - CEP: 88900.000
Bom Jardim da Serra CTG Presilha da Serra Av. Manoel Esteves 60 - CEP 88640000 - fone 32320183 - email: xumigacm@hotmail.com
Braço do Trombudo CTG Braço Forte Praça da Independência S/N - CEP 89178-000 - fone 47.3547.0179
Brunópolis CTG Audálio Becker Faz. Olho D'Agua - CEP 89600-000 - fone 49.9992-8856 - email: ermarcon@zipmail.com.br
Blumenau CTG Fogo de Chão R. Itapiranga380 - Velha - (47) 329-0200
Blumenau CTG Rancho da Tradição Rua Erwin Fritzke s/n - bairro Itoupava Central - CEP 89.069-280
Braço do Norte CTG Estância do Vale Rodovia SC-438 s/n - Centro - (48) 658-3546
Brunópolís CTG Audálio Becker Fazenda Olho D'água - (49) 546-0111 Ramal 29 - CEP 89624-000 - e-mail: ermarcon@zipmail.com.br
Caçador CTG Estrela dos Pampas Rua Panamá 918 - CEP 89500-000 - fone 49.3567-2175
Caçador CTG Porteira do Contestado Rua Anita Garibaldi 55 sala 7 - (secretaria do CTG) - CEP 89.500-000 - fone 49.3663.0946
Campina da Alegria CTG Espora de Prata Rodovia BR-153 s/n - (49) 456-1187
Campo Belo do Sul CTG Fronteira Campobelense Caixa Postal 12 - 88.580-000
Campos Novos CTG Freio de Prata Fazenda do Cervo - CEP 89.620-000 - fone 49.9975-9496 - email: fazendadocervo@baroni.com.br
Campos Novos CTG Porteira Camponovense Av. Marechal Floriano Peixoto 932 - CEP 89-620-000 - fone: 49-3541-0030
Canelinha CTG Fazenda Silva Neto Rod. SC 411 Km 10 - CEP 88230-000 - fone 48.3264-0137/ 3264-0284 / 3263-0147
Canoinhas CTG Fronteira Catarinense Distrito Paula Pereira - CEP 89.460-000 - fone 47.3692.8002
Caxambú do Sul CTG Tropeiros do Oeste Rua Almirante Barroso S/N - CEP 89880-000
Chapecó GAN Quero-quero Rua Sete de Setembro S/N - CEP 89806-150
Chapecó CTG Sangue de Farrapo Rua Santa Luzia S/N - Bairro Santa Luzia - CEP 89.800-000 - fone 49-324.0924 c/Irio Cenci - email: joaoreni@cco.matrix.com.br
Chapecó CTG Vaqueanos do Oeste Rua D. Jaime Camara - Bairro Alvorada - Caixa Postal 846 - CEP 89.804-490 - telefone 49.3724.4644
Concórdia CTG Fronteira da Querência Vila Fragosos - fone: 49.3442-0768 (secretaria) - 49.3442-9031 (sede) - email: ctg@ctgfronteiradaquerencia.com.br - URL www.ctgfronteiradaquerencia.com.br
Criciúma CTG Pedro Raymundo Rod. Gov. Jorge Lacerda s/n - Sangão - (48) 491-0002
Cunha Porã CTG Pouso do Tropeiro Br 158 S/N - CEP 89.890-000
Curitibanos CTG Brasão do Contestado Av. Frei Rogério 4 - Centro - CEP. 89.520-000 - fone 49-3245.0367 /9992.9786 - email: jofer@baroni.com.br
Curitibanos CTG Porteira Curitibanense Rua Medeiros Filho 126 - CEP 89.520-000 - fone 49.3245-1382
Curitibanos CTG Pouso do Tropeiro Rua Claudino Fontana 47 - CEP 89520-000 - 49.245-0562 - email: algoetten@baroni.com.br
Descanso CTG Candeeiro do Oeste Rua da República 199 - CEP 89.910-000
Dionísio Cerqueira CTG Sinuelo da Fronteira Rua Divisor S/N - CEP 89.950-000 - fone 49.3844-1127
Faxinal dos Guedes CTG Querência do Minuano BR 282 KM 466 - CEP 89694-000 - fone 49.3436-0002
Florianópolis GAC Ilha Xucra Rodovia Admar Gonzaga 1347 Km 3 - Bairro Itacorubi - Caixa Postal - 6042 - Agência Trindade - CEP 88.034-901
Forquilhinha CTG Tio Chico Rodovia Josephina Lodetti Vassoler 3580 - CEP 88850-000 - fone 48.3463 1150
Fraiburgo CTG Laço Fraiburguense Av. João Marques Vieira 1067 - CEP 89580-000 - fone 49.3246-2737/9983-6464
Gaspar CTG Antonio Conceição Rua Antonio Conceição 540 - CEP 89110-000 - fone 47.3332-1247
Gaspar CTG Coração do Vale Rua Rodolfo Vieira Pamplona s/n - Bairro Santa Terezinha - CEP 89.110-000 - fone 47-3332-6378 - email: katia.saes@terra.com.br
Gaspar CTG Querência do Vale Rua Angelina Motter 45 - CEP 89.110-000 - fone 47.3332.2951
Gaspar CTG Tradição do Vale Rua Arnoldo Deschamps S/N - CEP 89.110-000 - fone 47.3332-4457 / 9905-6933 - email: andreadeamorim@yahoo.com.br
Gaspar CTG Tropeiros do Rio Grande Rua Pedro Simon 1481 - Bairro Margem Esquerda - CEP 89110-000 - fone 47.3332-3712 ou 9112-1428 - email: thaisaquadros@bol.com.br
Guaraciaba CTG Fronteira do Oeste Rua Primeiro de Maio S/N - CEP 89.920-000
Ibirama CTG Laço Forte Rua José Wagner 19 - Riberião das Pedras - CEP 89140-000 - fone 47.3352-1402
Ibirama Grupo de Artes Nativas Querência Amada Rua Helmuth Hohl 53 Bairro Bela Vista - CEP 89.140-000 - fone 47.3357.3261 - josecfelicio@zipmail.com.br
Imbituba CTG Treze Guapos Estrada Geral do Sambaqui S/N - CEP 88.470-000 - 48.354-0001 - email: glaycon@terra.com.br
Iporã do Oeste CTG Herança Pampeana Rua Gustavo Fetter S/N - CEP 88300-000
Ipuaçu CTG Herança de Guapo Estrada Geral S/N - CEP 89832-000- email: eltvargas@bol.com.br
Itá CTG Caudilhos do Oeste Linha Bonita Acesso SC 465 - CEP 89760-000 - fone 49.3458-1714 - email: turismocultura@vupt.com.br
Itajaí CTG Independentes da Querência Pq Munic. do Agricultor - Km 12 - Caixa Postal 1584 - CEP 88.305-300 - fone 47.3246-3256/ 3348-5997 - e-mail: invart@zaz.com.br
Itapiranga CTG Portão do Oeste Av. Beira Rio s/n - Centro - (49) 877-0671
Ituporanga CTG Estância do Salto Grande Rua João Steffens 210 - CEP 88400-000 - fone 47.3533-1983 - email: maytha@rsl-creativenet.com.br
Ituporanga CTG Querência do Cerro Negro Rua Governador Jorge Lacerda 500 - CEP 88400-000 - email: luiz.ituseg@bol.com.br
Jacinto Machado CTG Recanto da Gávea Av. Padre Herval Fontanella 1449 - CEP 88950-000 - fone 48.3535-1133
Jaraguá do Sul CTG Laço Jaraguaense Rua João Planinscheck 407 - CEP 89252-220
Jaraguá do Sul CTG Trote ao Galope Rua José Martins S/N - cx postal 551 - CEP 89251-201
Joinville CTG Chaparral Est. Ilha s/n - Cubatão - (47) 424-6171
Joinville CTG Invernada do Sol Rua Genebaldo Vieira 357 - Bairro Floresta - CEP 89210-540 - fone 047-3426-45-01
Joinville CTG Sítio Novo Av: Santos Dumont 7000 - próximo ao Aeroporto - CEP 89.226-000 fone 47.3467.1234
Joinville CTG Unidos de Joiville Rua Rodeio 126 - CEP 89221-250 - fone 47.3472-1264
Lages CTG Anita Garibaldi Rua Rodrigues Alves, 249 - Bairro Copacabana - CEP 88504-030 - fone 49.3225-1698 - email: ctganita@bol.com.br - URL http://www.ctganitagaribaldi.hpg.com.br
Lages CTG Planalto Lageano Avenida Luis de Camões Bairro Conta Dinheiro - CEP 88520-000
Lages CTG Barbicacho Colorado Rua Serafim de Moura 137 - CEP 88502-185 - fone 49-3222.9240 - email: charla@ctgbarbicachocolorado.com.br - URL http://www.ctgbarbicachocolorado.com.br
Lages CTG Gomercindo Rafaeli SC 425 Km 86 Cadeados/ Indios - CEP 88-500-000
Lages CAF Os Tapejaras Rua Carmosino Camargo 52 - Bairro Coral - CEP 88523-130 - fone 49.3223-1001 / 222-2433 - email: carlopn@bol.com.br - URL : www.caftapejara.hpg.com.br
Lages CTG Querência Universitária Av.Luiz de Camões 2245 - Bairro Conta Dinheiro - CEP 88520-000 fone 49.3223-3828 ou 49.9972-8078 - email: a6mva@cav.udesc.br
Lages CTG Raízes do Tempo Av. Castelo Branco S/N - CEP 88.500-000
Lages CTG Raízes Serrana BR 282 distrito de índios- CEP 88.5000-000 - fone 39.9951-6904
Lages CTG Serra dos Pinhais Josaphat Lenzi 246 - CEP 88503-030 - fone 39 9991391 - email: o_junior@bol.com.br
Lages CTG Tertuliano Matos Rua João de Castro 295 ap 3 - CEP 88.501-160 - fone 39.3222-1466
Mafra CTG Rincão do Oeste R. Pernambuco s/n - Vila Militar - (47) 642-4179
Maravilha CTG Juca Ruivo Rod. BR-282 KM 603 - CEP 89874-000 - email: carolinemaldaner@bol.com.br - URL http://www.ctgjucaruivo.fotolog.fot.br
Mirim Doce CTG Pioneiros da Tradição Estrada Geral de Pinhalzinho S/N - CEP 89194-000 - fone 47.3591-9116 - email: kity.pioneirosdatradicao@bol.com.br
Modelo CTG Modelo da Tradição Rua do Comércio S/N - CEP 89.872-000 - email: ctgmodelo@starmedia.com
Mondaí CTG Sentinela do Uruguai Av.Porto Feliz S/N - CEP 89893-000 - fone 49-3674-0326 - email: lucianodacas@energia.com.br
Morro da Fumaça CTG Herança do Velho Pai Estrada Geral - Linha Torres - CEP 88830-000
Nova Erechim CTG Galpão da Tradição Rua Olavo Bilac S/N - CEP 89.865-000
Nova Veneza CTG Fronteira da Serra Picadão - CEP 88865-000 - fone 48.3436.6700 - Ricardo Spillere - - email: ricardo@mds.ind.br
Otacílio Costa CTG Desgarrados do Pago Rua das Flores 180 - CEP 88.540-000 - fone 49.3275-0808 - email: osnir@bol.com.br
Otacílio Costa CTG Liberdade Nativa Andre Luiz 423 - Bairro Sta Catarina - CEP 88540.000 - fone 49 3275-3265 - email: mvronconi@ig.com.br
Otacílio Costa CTG Rodeio de São Sebastião Av. Olinkraft 2463 - CEP 88540-970 - fone 49.3275-3290 - email: jairrlima@ibest.com.br
Palhoça CTG Vaqueanos do Litoral Rua Orlando Tancredo s/n - bairro Bela Vista - CEP 88130-000
Palmitos CTG Porteira do Oeste Lin Maria Goretti s/n - (49) 872-0278
Papanduva CTG Rancho Crioulo BR 116 km 53 - CEP 89370-000 - fone 047 3653-2626 - email: ranchocrioulo@bol.com.br
Papanduva CTG Os Vaqueanos Rua Tenente Ari Rauen 439 - CEP 89370-000 - email: osvaqueanos@bol.com.br - URL www.papanduva.hpg.com.br
Paulo Lopes CTG Unidos do Litoral Estrada Geral de Paulo Lopes - CEP 88490-000
Pinhalzinho CTG Porteira do Pinhal Rua S. Salvador S/N - CEP 89.870-000
Ponte Serrada CTG Pouso dos Tropeiros Rua Paraná 177 - Centro - CEP 89.683-000
Porto Belo CTG Vaqueiros da Tradição Rod SC 412 - nro 1253 - CEP 88210.000 - fone 47 3369 -8588 - email: lepegue@terra.com.br
Praia Grande CTG Porteira do Faxinal Vila Pé da Serra S/N - CEP 88990.000 - fone 48.3532.0469 - email: lucianolima@flynet.com.br
Quilombo CTG Cultivando a Tradição Rodovia SC 468 - Km 35 - Linha Pinhal - CEP 89850-000
Rancho Queimado CTG Laço Velho da Saudade Morro Chato SN - CEP 88470000 - fone 48.3275-0131
Rio Negrinho CTG Amor e Tradição Estrada Rio dos Bugres S/N - Rio dos Bugres - CEP 89.295-000 - fone 47 3644-2500 - email: tionino@bol.com.br
Rio do Sul CTG Rubens Lehmann Beco Ruth Schroeder Ohf S/N - CEP 89160-000 - fone 47.3525-0316 - email: ctgrl@globo.com - URL http://www.ctgrubenslehmann.hpg.com.br
Santa Terezinha CTG Tarumã Rua Bruno Pieczarcka 1025 - CEP 89199-000 - fone 47.3556-0052 - email: agriculturast@bol.com.br
Santo Amaro da Imperatriz CTG Boca da Serra Rua Natividade - CEP 88.140-000 fone 48.3245.1463 - email: bocadaserra@bol.com.br
São Bento do Sul CTG Querência do Tio Bento Trav Frederico M. Weber 197 - CEP 89.290-000
São Bento do Sul CTG Mangueirra Moemense Av. Argolo 134 SL 20 - CEP 89290-000 - fone 47.3634.1434 - email: thianeh@msn.com
São Carlos CTG Amigos da Querência Rua Canoinhas 28 - Bairro Cristo Rei - CEP 89885-000 - fone 49.3325.4356 email: galpaodosamigos@bol.com.br
São Domingos CTG Querência dos Pampas Rua Ademar de Barros 1005 - Bairro Centro (escritório) - CEP 89835-000 - fone 49.3443.0158 - email: fbarrionuevo@bol.com.br
São João Batista CTG Porteira do Vale R. Ezequiel Batista Zunino s/n - (48) 265-0535
São João do Sul CTG Porteira catarinense Rod. SC-450 - CEP 88.970-000 - fone 48-3539.9069 - email: claudiojrrocha@ibest.com.br
São Joaquim CTG Minuano Catarinense Rua Sebastião Pereira de Souza283 - Bairro Bela Vista - CEP 88.600-000 - fone 49.3233-0356
São José CTG Figueira Velha R Sertao Imarui s/n - Sertao Imarui - (48) 257-0543 / 257 2035
São José CTG Os Praianos Estrada Geral Quilombo s/n - Sertão Imarui - (48) 357-0800
São José do Cedro CTG Etelvino Trevisol São Domingos S/N - CEP 89930-000 - fone 49.3643-0365 / 6430923 - email: francigremio@clicrapido.com.br
São Lourenço D'Oeste CTG Amizade Sem Fronteiras Rodovia SC-468 Km. 3 - (49) 744-1240
São Miguel do Oeste CTG Porteira Aberta R. Barão do Rio Branco 1635 - Centro - (49) 822-0528
Saudades CTG Galpão da Amizade Linha Bonito - CEP 89868-000 - fone 49.3334-0127
Seara CTG Seara e Pampa Rod. SC Seara-Chapecó km 3 - CEP 89.770-000 - fone 49.3452.1433
Sombrio CTG Sul Catarinense Estrada Geral Palmeiras s/n - Palmeiras - (48) 533-2062
Taió CTG Galpão Nativo Rua Geral Palmital S/N - CEP 89190-000
Tijucas CTG Os Tijucanos R. 13 de Maio s/n - Km 4 - (48) 263-0273
Tijucas CTG Nova Esperança Av. Bayer Filho 1086 - CEP 88.200-000 - email: domjpierri@bol.com.br
Tijucas CTG Quatro Estrelas Marechal Deodoro da Fonseca 845 - CEP 88.200-000 - fone 48-3263-0950 - email: dechaves@bol.com.br - URL www.4estrelas.hpg.com.br
Timbó CTG Galpão Amigo Rua Marechal Floriano 784 - Caixa Postal 84 -CEP 89.120-000
Tubarão CTG Cidade Azul Estrada Geral da Madre S/N - CEP 88706-100
Turvo CTG Vale da Amizade Rua Rui Barbosa 1784 - CEP 88930-000
Urubici CTG Campestre Catarinense Rua Cesario Amarante 398 - CEP 88.650-000
Videira CTG Herança de Tropeiro Estância Tio Cassiano - Rod SC-453 - Waldemar Kleinubing S/N Km 4 - CEP 89560-000 - fone 49.3533-1276 / 9104-9338
Witmarsum CTG Presilha do Tropeiro Velho Rua 7 de Setembro, S/N - CEP 89.157-000
Xanxerê CTG Espelho da Tradição Rua da Consolação 377 - CEP 89.820-000 - fone 49 3433-0206 - e-mail: maxi@netxan.com.br
Xaxim CTG Marca Da Ferradura BR 282 Vila Diadema km 522 - CP 25 - CEP 89.825-000

São Paulo
Avaré CTG Caetano Castignani Rodovia Castelo Branco Km 266 -corresp. p/ CP 05 - fone 14 722-1430 - CEP 18.700-970
Capão Bonito CTG Essência Crioula Rua 7 de Setembro 574 - fone 15 542-1474 - CEP 18300-000
Diadema CTG Meu Pago Rua Maria Cristina 874 - Eldorado - -CEP 09971-420 - fone: 11.4358.1278 - email: ctgmeupago@ctgmeupago.com.br - URL: www.ctgmeupago.com.br
Embu CTG Saudade do Sul Rua Alexandre Kadunk 1281 - CEP 06833-000 - fone 11.4704-6039- email: cricroca@hotmail.com - URL http://www.ctgembudasartes.hpg.com.br
Embu CTG União e Tradição av Rosana 601 - alt. km 283 da BR-116 - fone 11.4704-6845 - CEP 06803-020 - email: email@ctguniaoetradicao.com.br - URL http://www.ctguniaoetradicao.com.br
Itapetininga CTG Tropeiro Boiadeiro Rua Salvador Leme Brisola 326 - fone 15 271-1371 - CEP 18.200-000
Itapeva CTG Paulina de Moraes Rua Mario Brandini 775 - 15 535-1130 - CEP 18400-000
Jardinópolis CTG Portal de Raízes Av. Prefeito Newton Reis, s/n - Centro Esportivo - CEP 14.680-000 - fone (16) 3663-6699 - email: portalderaizes@convex.com.br
Ourinhos CTG Fronteira de Ouro Rua Cristóvão Colombo 114 Cx. Postal 132 - fone 14 323-2873 - CEP 19900-000
Marília CTG Querência Farroupilha Av. Tiradentes. 1480 - fone 14 422-2690 - CEP 17519-000
Nova Campina CTG Paulina de Morais Recanto da Vovó Paulina S/N - CEP 18435-000 - fone 15.535-1130 - email: cacmvasconcelos@bol.com.br
Santa Cruz do Rio Pardo CTG Liberdade Rod. Orlando Quagliato KM 4 S/N - CEP 18900-000 - fone 14.372-1787
São José do Rio Preto CTG 20 de Setembro Rua Argentina 805 - 17 224-2107 - CEP 15055-290
São José dos Campos CTG Saudades da Querência Estrada Dr. Bezerra de Menezes 150 - CEP 12.229-380 - fone (12)3944-1115 Antônio e (12)9785-0190 Alexandre - email: posteiro@ctgsaudadesdaquerencia.com.br
URL http://www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br
São José dos Campos CTG Sem Fronteiras Praça Marechal Eduardo Gomes 50 - fone 12 341-7693 - CEP 12228-901
São Paulo CTG Barbosa Lessa Rua Bento Barbosa, 208 - Chácara Santo Antônio - CEP 04716-020 - fone 11.3641.0056 e 3864.8654
email: contato@ctgbarbosalessa.org.br
URL http://www.ctgbarbosalessa.org.br
São Paulo CPF Lanceiros da Liberdade Av. Antonio Sales Penteado 175 - Jd. Taboão - CEP 05.742-070 - fone 11.4701-6260 / 5845-2149 - e-mail: lanceiros@uol.com.br
Sorocaba CTG Fronteira Aberta Rua Salto de Pirapora 10 - Jardim Iguatemi - CEP 18085-440 - e-mail: ctgfronteiraaberta@bol.com.br

Tocantins
Palmas CTG Nova Querência ALCSO 55 - Setor de Clubes - 214-5334 - CEP 77.000-000 - email: lccpalmas@bol.com.br


EUA

Califórnia
Los Angeles Bento Gonçalves 4946 Meridian Street - Los Angeles - 90042 - California - fone (323) 256-6548 - email: delazeri@ranchogaucho.com

Florida
Hollywood CTG Nova Querência 3715 Kensignton Street - ZIP 33021

Massachusetts
Framingham CTG Patrão Velho Internacional 318 Grant st,Framingham,MA,USA - ZIP 01702 - fone (508)872 5443 - email: romabritto@hotmail.com
Somerville CTG Distante do Pago 311 Somerville Avenue - ZIP 02143

Nova Jersey
Newark CTG Saudade Da Minha Terra 99, Monroe Street - CEP 07105 - fone 973.589.8682 - 973.589.1340


Paraguai

Alto Paraná
Santa Rita CTG Indio José Ruta 6ta - DDI (0xx) 595673-20200 ou 20201 ou 20304 ou 20305 - email: ctgij@telesurf.com.py


Portugal

Lisboa CTG Pedro Álvares Cabral Av. Visconde de Valmor 73 - 2a - CEP 1050-239- fone + (351) 96 589 1505 - email: tuliomachado@clix.pt

Fonte: Página do Gaúcho

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Ser Gaúcho é...

... é morar em Florianópolis e dizer que Caxias do Sul é melhor;
... é assinar Zero Hora em Nova York;
... é estar no Maracanã escutando a Rádio Gaúcha;
... é bater no filho ao descobrir que ele é Flamengo;
... é ir à Joaquina de garrafa térmica;
... é chamar jacaré de lagartixa;
... é achar que a FREE WAY é a nona maravilha do mundo;
... é ter confiança em bancos gaúchos;
... é comemorar uma revolução que não deu certo;
... é chamar a mulher de prenda;
... é dizer que é difícil fazer churrasco;
... é comer a costela antes da picanha;
... é dizer que vaso de banheiro é PATENTE;
... é comer NEGRINHO em vez de brigadeiro;
... é falar TCHÊ ao telefone só pra ver se descobre outro;
... é falar TU em vez de VOCÊ;
... é enviar cartão postal de TORRES;
... é fazer compras no SUPER;
... é dizer que tem um FRIGIDAIRE em vez de geladeira;
... é achar que o LAÇADOR é maior e mais bonito que o Cristo Redentor;
... é achar que o GUAÍBA é rio;
... é dizer que tomar água à 100º C com gosto de mato é coisa de macho;
... é chamar geléia de CHIMIA;
... é chamar doce de leite de MU-MU;
... é falar classe em vez de carteira;
... é falar roleta em vez de catraca;
... é falar lomba em vez de morro;
... é poder falar tri legal ou muito tri;

- saber que a nossa pátria é o Pampa e não a praia com coqueiros;
- saber que nossa característica é a bravura e não o jeitinho;
- saber que nosso valor é a lisura e não a malandragem.
- é ser simples de modos, mas reto de caráter;
- é ser franco e direto, nem que isso cause inimizades;
- é ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões;
- é ser um respeitador fiel da hierarquia funcional e o primeiro a proclamar a igualdade;
- é um ser batalhador, que não desiste nunca;
- é um rebelde, que nunca aceita ser dominado;
- é um bravo, que não foge de uma luta por ser difícil.
- o gaúcho autêntico é um verdadeiro tradicionalista. Não porque aprende coisas no CTG, mas porque carrega em si esses valores e não vê alternativa possível de vida digna fora deles.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Poema Pampeana

PAMPEANA, A RÁDIO QUERÊNCIA

Pampeana é uma terra guapa
Que de amor o peito explode,
Qual gado que, em fim, estoura
Levando em frente o alambrado.
Terra de índio gaudério,
Onde canta o quero-quero,
Também grita o farroupilha
Anunciando outra peleja.
É terra que se deseja,
Povo tradicionalista
Que jamais perde de vista
As marcas do seu passado
Em qualquer canto que esteja.

Pampeana é a alma gaúcha.
Das prendas belas, faceiras;
É nossa alma campeira
Amando as coisas da terra:
O gado que vem na trilha,
O cusco que se enrodilha,
A cuia, a erva cevada
Que aprochega a peonada.
“Boleia a perna, se achega”
É a hora sagrada do mate,
A chaleira tá chiando,
O violão se desmanchando
E a saudade se reparte.”

Pra acompanhar a mateada,
Uma trova bem gaudéria
Que dissipa a cara séria
Sem pealar a tradição.
A Pampeana é do pago,
De alma gaúcha e mango,
Toca marcas de fandango
E as saudades dos peão.
Gaúcha de história e sina,
Lá em Santa Catarina
Pra louvar nossa querência.
É a razão de sua freqüência
Nossa guapa comunhão.

Toca bugio e milonga,
Chamamé e vanerão,
Vai alto na madrugada
Repontando a tradição.
Nas linhas da Internet,
Pelas ondas virtuais,
À alma guapa remete
Compartilhando ideais.
Eis a Pampaena gaúcha,
De essência é sonhadora.
Do pago de Chapecó,
Terra buena e acolhedora.

Honremos esses gaudérios
Da bela e Santa Catarina,
Gaúchos de coração,
De amor que não se termina,
Parceiros nas pelejadas,
Nas prosas e chimarreadas
Gente que aguenta o tirão
Pra defender esta querência,
Lugar da guapa existência
De uma herança farroupilha.
Onde o Brasil tem cultura,
Identidade e bravura
Qual verdadeira família

A nossa rádio Pampeana,
Este desejo sincero -
Que sejas qual quero-quero
Avisando todo cuera,
Que de verão em primavera,
Mesmo de outono ao inverno,
Teu futuro seja certo,
Teu sucesso seja eterno,
Pois, se divulgas a tradição,
És deste rincão gaúcho,
Qual este povo sem luxo
Que vai aguentando o tirão,
Dá sempre a volta por cima
Com o pampa no coração.


Wilson do Amaral

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Brinquedos

Muitos pesquisadores têm buscado através de pesquisas em objetos, fotografias e pinturas a origem dos brinquedos. Alguns museus têm exemplares de brinquedos encontrados em escavações em diversas partes do mundo, oriundos de épocas bastante remotas. Com os dados encontrados, é possível tentar interpretar e explicar o fenômeno brinquedo e o ato de brincar no contexto histórico dos diversos grupos sociais.
No contexto folclórico o brinquedo popular é peça fundamental para o desenvolvimento intelectual e coordenação motora da criança.
O brinquedo artesanal nunca deixou de ser fabricado, principalmente nas regiões mais pobres do Brasil, onde o artesanato é o meio de subsistência da maioria da população.

*Arco e Flecha - Usado pelos meninos indígenas para caçar passarinhos. O arco foi uma arma que serviu durante muitos séculos para os nossos antepassados caçarem e para fazerem a guerra.. Para brincar com o arco colocamos um alvo numa parede a cinco metros de dist6ancia do arqueiro e fazendo pontaria, esticamos o braço e ao larga-lo de forma repentina a flecha vai com muita velocidade em direção ao alvo.


*Arco e Trava - Origem indígena, onde os meninos faziam correr uma argola de tamankurá com o auxílio de um bastão, iam de um lado para o outro, mas com puçá criatividade. Consiste em fazer rolar um arco de barril ou um pneu de bicicleta por meio de um cabo de arame ou um pedaço de pau.


*Arapuca - Armadilha pra apanhar pássaros pequenos , feita de pauzinhos, geralmente de taquara, cada vez mais curtos, dispostos em forma piramidal. Arma-se com um haste de ponta fina que fica suspensa e presa pelo barbante com uma espiga de milho fixa na extremidade, embaixo da arapuca. Quando o pássaro vem comer, a arapuca desarma e ele fica preso.


*Aviãozinho de Lata - Feito de lata de azeite recortada. Amarrado com um barbante longo, na ponta de uma taquara comprida. Brinca-se fazendo-o girar no céu.


*Bilboquê - A técnica do jogo se reduz a encaçapar o pau sustentado com firmeza na mão, a bola, ou a que se imprime movendo para cima, isto requer uma prática e educação da vista.
Bodoque - Origem indígena. Também chamado de atiradeiras ou estilingues pelas crianças gaúchas, era usado para tiro ao alvo , caça de passarinho, etc. Feita com uma forquilha de árvore e duas tiras de borracha, um pedaço de couro cru e quatro tiras pequenas de borracha para amarrar.


*Bois de Sabugo - Brinquedo tradicional do pampas gaúchos. Cortam-se os sabugos ao meio e colocam-se as pernas e as aspas com pequenos pedaços de gravetos.


*Bola de Meia - A bola de meia surgiu da meia usada pelo homem, sem furo, de preferência de algodão.Enche-a a meia de papel , de preferência de jornal amassado, dando forma de bola. Depois é só colocar a bola no campo, e viver a emoção de jogar um futebol.




*Bolinha de Gude - As bolinhas de gude são o jogo por excelência dos guris de qualquer idade. Diversas modalidades de jogo são praticadas, entre elas o Bocó ou Imba, o triângulo, a circunferência etc, que podem ser as "veras ou as deva , e as brinca".


*Bonecas - As bonecas estiveram presentes em todas as civilizações. Em cavernas pré-históricas de diversas partes do mundo, foram encontradas pequenas bonecas esculpidas em pedra. No Brasil, enquanto as crianças da corte brincavam com bonecas importadas, a bruxinha de pano, de indústria doméstica, precária e tradicional adquiriu forma entre as crianças pobres, tornando-se documento expressivo da Arte Popular, indicando as preferências por determinadas cores, feitios de trajes, tipos humanos, índices de seleção indumentária na sua região de origem.
Este é um brinquedo f0lclórico que ,como os demais, atende de forma mais completa às necessidades da criança estimulando o instinto materno, a ternura e a inocência infantil desde a sua fácil confecção até o seu descompromissado manuseio.


*Bruxinha de Pano - Sobreviveram nos lares onde as gerações mais antigas ensinam as mais jovens, fazendo assim com que esta arte se perpetue no tempo. Podem ser feitas pelas avós, mães, tias ou também pelas próprias meninas.



*Boneca de Lã - Para a confecção é preciso lã grossa , retalhos, fitas, botões, lã pra enchimento, linha e agulha.


*Boneca de Palha - Típica dos municípios que produzem muito milho,como Encruzilhada do Sul. A boneca de palha é totalmente artesanal. Para confecciona-la usa-se palha, o cabelo do milho, carvão e canetas coloridas para os olhos , nariz e boca.
Boneca de Pano - Normalmente industrializada, feita com panos ou feltros (para a cabeça), lã, agulha e linha.



*Cama de Gato - É uma brincadeira infantil com um barbante a que se atam duas pontas formando uma espécie de rede que outra criança deve tirar passando parra as suas próprias mãos, formando redes diferentes das anteriores.


*Carrinho de Lata - Brincadeira muito popular no interior do Rio Grande do Sul. Faz-se um furo no fundo de uma lata e outro na tampa. Passa-se um fio entre eles e enche a lata de terra ou areia.


*Cata-Vento - De catar o vento. Imitação infantil dos aparelhos meteorológicos destinados a determinar a velocidade e a direção dos ventos.



*Chocalho - Os primeiros chocalhos surgiram no Egito por volta de 1360 A.C. Vários deles podem ser vistos em museus, com formatos variados: de pássaros, porcos, ursos, etc. Artesanalmente faz-se com uma lata de refrigerante, onde coloca-se feijão, milho, arroz (dependendo do som que se quer fazer). Fecha-se a ponta para que não caia os grãos.


*Cinco Marias - Aqui conhecemos como cinco marias, e aparece em pedrinhas ou em saquinhos de tecido com enchimento ou grãos de qualquer cereal. No exercício das jogadas, existem várias provas e vencer , cuja seqüência nem sempre é a mesma. Joga-se somente com uma mão , (geralmente com a direita). Se um participante errar, passará a vez ao próximo.
Corda de Pular - O jogo de pular cordas tanto pode ser executado por uma como por tr6es crianças trilhando e uma terceira ou mais pulando. As demais colocam-se em fila, aguardando sua vez de pular.


*Dobradura - proveniente da China, esta é uma das brincadeiras mais fáceis e divertidas entre as crianças há muitos anos. Feito a partir de um quadrado de papel, dobra-se na diagonal formando um triângulo. Abre-se o quadrado e dobra-se as quatro pontas soltas formando uma caverninha, onde se colocam os dedos polegar e indicador, onde se criam várias figuras como o barco, o chapéu, o cachorrinho, o céu-inferno.


*Elástico - A partir de uma brincadeira de corda, uma pessoa achou interessante e resolveu fazer do elástico um brinquedo. Usa-se um elástico em forma de liga. Começa o jogo quando duas crianças entram no elástico e o conservam à altura dos tornozelos e pernas separadas. Uma criança pula o elástico realizando uma série de provas.


*Escravo de Jô - Cantiga generalizada no Rio Grande do Sul, aparecendo como forma de jogo ou passeio. Crianças sentadas no chão em círculo ou ao redor de uma mesa, um objeto (pedrinha, caixa de fósforo ou sementes). As crianças vão entoando a cantiga, marcando os tempos fortes, passam o objeto de uma para a outra, no sentido dos ponteiros do relógio. Somente na parte onde dizem 'zigue-zá"o objeto é passado na direção contrária, retomando-se logo a seguir, à primeira direção. Quem erra cai fora. Os últimos dois serão os vencedores.
Letra - Escravo de Jô / Jogavam caximbó/ Tira, bota,/ Deixa o Zé Pereira / Que se vá. / Guerreiros com guerreiros/ Fazem zigue-zigue-zá.


*Fantoches - Este tipo possui corpo de tecido, vazio, que o manipulador veste na mão, ele encaixa os dedos na cabeça e nos braços para movimentá-los. A figura é vista só da cintura para cima e geralmente não tem pernas. A cabeça pode ser feita de madeira. Papier-maché, ou borracha, as mãos são de madeira ou feltro.


*Gadinho de Osso - Esta é a mais autêntica manifestação do folclore gauchesco e acha-se circunscrita à área rural do Rio grande do Sul. O menino gaúcho junta ossos de animais que são carneados para a alimentação das casas, ou mortos no campo, - ovelhas, bois, cavalos, depois que o tempo os limpou e purificou através do sol e chuvas. Cada ossinho, semente ou objeto, representa um tipo de animal, por isso o guri recolhe a maior quantidade possível.


*Galo de Lata - Feito com uma lata pequena, sem tampa, comum furo no centro do fundo da lata para fixar o cordão encerado com cera de abelha. Conforme puxar o cordão o "galo"canta.


*Hélice - Feita de madeira ou de papelão, onde a criança gira e solta no ar.




*Ioiô - Inventado na China no século XVIII, o Ioiô vem de pais em país trazendo a fama e mania co muito sucesso e cada vez que passa nunca mais é esquecido. O Ioiô tem uma espécie de carretel, que faz subir e descer por meio de um cordão que lhe imprime movimento de rotação.


*Jogo de Damas - Surgiu na Europa Medieval, sem que possa precisar local e data. É descendente do Alquerque (jogo que tem trilha como uma de suas variantes), de quem herdou a captura ao pular uma peça do adversário. Damas não é simplesmente um jogo, mas uma família de jogos aparentados que apresentam variações históricas e regionais.


*Jogo de Tampinha de Garrafa - As tampinhas de garrafas fica de boca para cima. Bate-se com uma lasca de pedra na beirada, um guri de cada vez. Quem embocar ganha a tampinha.


*Jogo da Velha - Jogo de dois participantes, que se desenvolve sobre um traçado básico, formado por dois pares de linha paralelas que se cortam criando nove casas. Os adversários que alternam nas jogadas tentam ocupar três casas sucessivas em qualquer um dos sentidos.


*Móveis e Caixa de Fósforo - São muito delicados. Forrados muitas vezes pelas mães ou avós que criam uma verdadeira casa completa em miniatura. Enquanto brincam em sua casinha, as meninas vão recitando versinhos folclóricos.


*Pandorga - Há mais de três mil anos os chineses desenvolveram o aparato de bambu e seda conhecido como pipa. Gengis khan usava como meio de comunicação com as tropas. Também conhecido como papagaio ou pipa, é um brinquedo feito de papel de seda, esticado por meio de talas de taquara, com rabo feito co tiras de pano fino, preso a uma linha, que os guris costumam empinar, principalmente em agosto mês de muito vento.



*Perna de Pau - É m brinquedo universal. Consta de duas hastes de madeira, cada uma comum pedaço de tábua como se fosse um degrau. Comospés apoiados nos degraus das hastes e as aos segurando a parte superior da perna de pau equilibradas, as crianças andam,crescendo, assim, de tamanho.


*Peteca - feita de palha de milho, uma pedrinha e penas de galinha. Estas devem ser em números pares par melhor equilíbrio.


*Pião - O pião é um brinquedo, de madeir, cônico ou piriforme, feito emtorno, de tamanho, formato e denominações diferentes, tendo o ápice umaponta de ferro afiada, que serve de pé.


*Roncador - Para monta-lo enfia-se um cordão duas vezes em um botão e amarra-se as pontas. Estas são enfiadas nos dedos polegares e centralizando o botão na linha faz-se movimentos giratórios, enrolando-os Ao puxa-lo ele ronca.


*Telefone sem Fio - Pegue duas latinhas e fure-as com o prego no fundo. Corte um pedaço de barbante de aproximadamente 1 metro, enfie nos furinhos das latinhas e dê um nó em cda ponta. Mantenha o barbante esticado durante a brincadeira. Não coloque nada em contato como barbante, senão o som não sairá na outra latinha.


*Trapézio de Palhacinho - Usando a sua imaginação e a habilidade para o trabalho manual, as crianças faziam com pedacinhos de madeira, cordão e palhacinhos desenhados empapelão e recortados, lindos trapézios, que,com uma simples paertadinha na parte inferior do trapézio os palhacinhos faziam muitas piruetas.



Fonte:
Marcela Mruz
Monique Foggiato da Silva
Luana Fernandes Dutra

MTG

O MTG, teve o seu início com a fundação do Grêmio Gaúcho, pelo Major João Cezimbra jacques, EM 22 DE MAIO DE 1898, em Porto Alegre.

Cezimbra Jacques é santa-mariense e é o Patrono do movimento tradicionalista gaúcho.
Durante os seguintes 40 anos, foram fundados diferentes grêmios e sociedades gaúchas pelo estado.

Mas, o marco do tradicionalismo atual aconteceu em 24 de abril de 1948, com a fundação do "35" Centro de Tradições Gaúchas (CTG), em Porto Alegre, por um grupo de estudantes que seriam os precursores do renascimento das tradições do Rio Grande do Sul.

PASSOS IMPROTANTES DO MTG:
*1954 I Congresso Tradicionalista – Realizado no Ponche Verde CTG, Santa Maria, onde foi aprovada a tese "O sentido e o Valor do Tradicionalismo" de Luis Carlos Barbosa Lessa.

*2/12/1959 VI Congresso, quando foi criado o Conselho Coordenador do Movimento, realizado em Cachoeira do Sul.

*Os objetivos do MTG decorreram das decisões adotadas pelo Congresso e são consubstanciados em documento denominado "Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho", aprovada no VIII Congress, em 1961, na cidade de taquara. A Carta de Princípios possui 29 itens e foi escrita por Glaucus Saraiva.

*O passo maior foi dado em 1966, no XII Congresso, em Tramandaí, quando foi criada a entidade Cívil Aglutinadora, já com o nome de Movimento tradicionalista Gaúcho – MTG.

*Em 26 de julho de 1975, o último passo foi dado como a Aprovação do seu estatuto, dando ao MTG características de Federação dos Centros de Tradições e Entidades Afins.

*O MTG é guia orientador, em seus princípios filosóficos, de mais de mil Centros de Tradições a ele filiados, em todo o Brasil. Nos filiados militam mais de três milhões de pessoas, o que torna o MTG, a maior entidade de características socio-cívico-culturais da América Latina.

A divisão territorial do MTG, se denomina em "Regiões Tradicionalistas"

Fonte: http://www.culturagaucha.com.br/

Conceitos Gaúchos

TRADICIONALISMO
É um sistema a organizado e planificado de culto, prática e divulgação desse todo que chamamos de Tradição. Obedece uma hierarquia, possui um alto programa contido em sua Carta de Princípios, que deve na medida do possível, realizar e cumprir. Tradição, comparativamente, é o campo das culturas gauchescas. Tradicionalismo é a técnica de criação, semeadura, desenvolvimento e proteção das suas riquezas naturais, através de entidades sociais praticantes desse culto.
É basicamente um movimento. O tradicionalismo gaúcho é um estado de consci6encia que busca preservar as boas coisas do passado, com influência com o progresso, adequando esse procedimento a evolução por culto e vivência sem desvirtuar a origem .

NATIVISMO
É a qualidade ou caráter de nativo, do lugar. É exatamente daqui, é aquele que tem aversão ao estrangeiro. É um aspecto do regionalismo. O nativismo está dentro de um espaço menor do que o regionalista. Este vive atua , reverencia um região que pode ter uma abrangência além do seu território nato, enquanto que o nativista tem a mesma atuação exclusivamente dentro da área que ele delimita como sendo nativo.

REGIONALISMO
É corrente artística direcionada aos temas do local onde se desenvolve. Movimento que trata dos interesses de uma região, que registra a maneira de falar, de declamar, de cantar , de vestir , de cumprimentar , de se alimentar . São os mais diversos aspectos de procedimento dos habitantes de uma região.
O regionalismo envolve todas as particularidades econômicas, culturais e procedimentais de uma região. O regionalismo está dentro do tradicionalismo. Porém, a recíproca nem sempre é verdadeira.

FOLCLORE
Folclore é a ciência que estuda os modos de sentir, de agir e as peculiaridades encontradas nas camadas populares das sociedades civilizadas. Ö o conjunto preservado pelas tradições populares. Etimologicamente vem do inglês "folk", o que quer dizer povo e o "Iore", que significa conhecimento popular. Assim definiu o inglês William John Thoms, escrevendo a palavra Folclore pela primeira vez. Folclore é a ciência que estuda os fatos sociais, culturais artísticos e tradicionais de um povo.
É a ciência que aglutina as tradições de uma região, expressas em suas crenças, contos provérbios, lendas , usos e costumes. É a cultura popular, tornada normativa pela tradição. Alguns folcloristas estendem o campo do Folclore a todas as sociedades, até as primitivas. Entretanto, a existência de graus diferentes da mesma cultura é necessário para caracterizar o fenômeno. Assim o Folclore planta suas raízes no passado imemorial da sociedade, e se projeta com voz do presente e do futuro.
Temos como traços culturais que o Folclore participa de um processo geral que envolve, permanentemente, mecanismos internos, aquisitivos, desintegrativos e de recombinação e movimentos internos que tomam formas agressivas ou acomodativa, que por sua vez ocasionam novos processos internos, ora como toda a modificação no todo, o Folclore modifica-se sob a ação das várias forças espont6aneas e dirigidas da sociedade, por sua vez, provoca modificações no todo, que é a sociedade.


Fonte: MTG 13ª RT

O Cavalo

Animal elegante e de exuberante imponência Potrilha de beleza e soberania os campos de nossos pagos.O cavalo é o maior companheiro do gaúcho. Nas lides campeiras ,ele é o senhor das distâncias, a maior relíquia do peão posteiro.
O cavalo foi introduzido no atual território rio-grandense, em 1634, pêlos padres jesuítas, nas missões. Era a presença majestosa do primeiro cavalo, em nossa terra Molhado pelas águas do Rio Uruguai, pisou em nosso solo selando a convivência campeira das três patrias irmãs. Uruguai, Brasil e Argentina.O cavalo era desconhecido dos nativos em pouco tempo tornou-se o maior patrimônio guerreiro dos índios Charruas, Jarros, Guaranis, Minuanos, etc., que habitavam a região do Tape. Os Charruas foram os mais hábeis cavaleiros da nossa história. Muitas reduções jesuítas receberam o cavalo pêlos índios Jarros, nas investidas contra os Charruas.Quando o cavalo pisava o solo pampeano pela primeira vez, seu relincho ativo foi a marca da soberania de uma era. O cavalo entrou em nosso Estado, seguindo a mesma rota do gado "Aspas Longas", aqui chamado de "Gado Franqueiro'', trazido do Uruguai pêlos missioneiros, essa raça bovina encontramos até hoje em nossa tropa sul-rio-grandense.O Rio Grande do Sul tem tradição na criação de cavalos. O Cavalo Crioulo desenvolveu muito levando nos cascos, para todo o BrasiI, a mistura dos pisoteios do trabalho, dos desfiles de convivência, das provas de cancha reta, da elegante imponência e de muitos rufos do bala..O verde pampa é um painel de uma terra tão heróica, estampado na linhagem de uma raça bem crioula.A mais famosa tropilha de cavalos foi a de José Borges do Canto, que cortava a região da Campanha do Rio Grande do Sul. Era uma tropilha de tostados ruanos, composta do éguas e garanhões ventenas guiados pelo cincerro da égua madrinha "Overa"O cavalo, em nossa rica linguagem reginalista, é chamado carinhosamente de "Pingo". Muitos escritores regionalistas sustentam que pingo é o cavalo bom, corredor vistoso, árdego e fogoso. Defedemos a tese do animal pequeno e corredor, que teria, inicialmente sido chamado do pingo.O cavalo ocupa lugar de destaque em nossa terra. O homem doma o cavalo para tomar seus serviços. A convivência desenvolve o companheirismo, dotando-os de uma mútua afeição. Com que carinho o peão trata, com alfafa na estrebaria seu pingo de estimação. Prova desse entendimento mútuo está no episódio da morte de Sepé Tiaraju, quando seu cavalo, deixando fluir o sentimento tudo fez para salvar sou companheiro de lutas.O cavalo é o centro das atenções nas carreiradas, tropeadas, rodeios, campereadas marcações, domas . especialmente, nos desfiles comemorativos.O cavalo foi uma das principais armas dos guerreiros do antanho. Um homem bem montado tinha passaporte garantido para a vitória. Tanto que no velho Mundo numa Sangrenta batalha, um poderoso rei, sentindo-se derrotado, proferiu a famosa frase "Meu reino pôr um cavalo"! Oferecia a coroa real em troca do um cavalo.O gaúcho nunca se separa do cavalo, montando-o, sempre pela esquerda. A direita é o lado do laçar.O Rio Grande do Sul é o paraíso das manadas de grande beleza. São baios, alazão, pangarés, etc.Um homem bem montado sempre trilhou os caminhos da vitória e colheu os louros reservados para pessoas caprichosas e de coragem.


Fonte: ABC do Tradicionalismo Gaúcho - Salvador Ferrando Lamberty

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Danças

As principais danças tradicionais recolhidas pelos pesquisadores são as seguintes:

Anu
Dança típica de fandango, foi muito dançada em meados do século XIX. Posteriormente recebeu a influência das danças platinas, sob comando. É legítima dança de pares soltos, porém não independentes.

Balaio
Dança bem brasileira, nascida no Nordeste, com feição dos velhos lundus, onde também teve origem o baião. O nome origina-se do aspecto de balaio que as moças formam com suas saias. É uma dança sapateada e de conjunto.

Cana Verde
Procede de Portugal e é dançada em vários estados do Brasil, adquirindo as cores locais da região.

Caranguejo
Há referências sobre esta dança em todo o Brasil desde o século XIX. É uma dança grave, de pares dependentes, lembrando bastante o minueto.

Chimarrita
Veio com os açorianos e se moldou nos estados do Sul e inclusive na Argentina.

Chimarrita Balão
Pode ser uma variação do "balão" dançado em Portugal ou do "balão faceiro", dançado no Brasil, porém muito diferente da Chimarrita. É conhecida apenas no Litoral e no Planalto Norte do Rio Grande do Sul.

Chula
Por falta de mulheres nos pousos de tropas e de guerra, o homem aprendeu a dançar sapateados sozinho. No interior de São Paulo, nas áreas visitadas por tropeiros se dança o catira e o cateretê, de onde deriva a chula e o malambo dançados no Sul do Brasil e no Uruguai.

Dança dos Facões
Dança masculina de esgrima, na qual se usam facões, espadas ou adagas, são conhecidas na Ásia, na Europa Oriental e na África muçulmana, como treino e lazer em áreas de grande concentração masculina. Cada dançarino com dois facões afiados, valendo a destreza, a acuidade e os reflexos rápidos.

Maçanico
Dança catarinense, das lagoas do Imaruí, nasceu para homenagear a batuíra, pesca-em-pé, ou maçarico, pássaro migratório que passa os verões no Sul do Brasil. Sua corridinha para lá e para cá, à beira da lagoa, tentando pescar, inspirou alguns passos da dança.

Pau-de-fitas
Esta é uma dança universal, possivelmente como um culto solene à árvore, presente em todo o globo.

Pezinho
É uma das mais simples e mais belas danças tradicionais, originária de Portugal e de Açores e muito popular no Sul do Brasil.

Rancheira de Carreirinha
É uma variante de rancheira, dançada grupalmente.

Ratoeira
Dança de roda, aparentando uma ciranda, própria dos açorianos catarinenses.

Rilo
Juntamente com as country dance (contradança), Paris importou da Escócia um reel em formação de roda, utilizando a figura do 8. Nos salões brasileiros, em torno de 1850, era muito dançado, passando depois para a zona rural com o nome aportuguesado para "rilo".

Roseira
Também é uma dança açoriana resgatada para a atualidade.

Sarrabalho
Tem origem na Ibéria. Trata-se de um sapateado, em que os dançarinos vão castanholando com os dedos, em pares soltos, com o homem parecendo perseguir a mulher.

Tatu-com-volta-no-meio
Originalmente, o Tatu não tinha a "volta no meio". Consistia num sapateado de pares soltos sem maiores características. A volta no meio foi introduzida na metade do século XIX.

Tatu Novo
É uma dança riograndense, criada em 1954, para homenagear a Sociedad la Criolla, que visitava Porto Alegre. É um sapateado com a formação de círculos.

Tirana do Lenço
É uma dança espanhola difundida na América Latina. Afirma-se que nasceu em Madrid, em 1773, lançada pela cantora Maria Rosário Fernandez, esposa de um toureiro e ator conhecido por "El Tirano".

Xote-de-duas-damas
É uma bonita variante do xote, em que um peão dança com duas prendas, possivelmente reproduzindo o que acontecia na Alemanha. Na Argentina se dança o palito do mesmo modo. Em São Paulo, na década de 1920, dançou-se um xote militar com duas damas. Diz-se que teve origem num momento em que por causa das guerras haviam poucos rapazes nos bailes.

Xote Carreirinha
É uma variante do xote, caracterizado por uma corridinha dos pares numa mesma direção. Corresponde à dança que os colonos alemães chamam de ritsch-polka.

Xote Inglês
Dança de salão difundida nas cidades brasileiras no final do século XIX, por influência da cultura inglesa. Começou pelos centros urbanos, executado ao piano e ganhou o interior já executado na gaita.


Retirado do site MTG-SC

sábado, 25 de outubro de 2008

Oração do Gaúcho

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com licença do Patrão Celestial. Vou chegando, enquanto cevo o amargo de minhas confidências, porque ao romper da madrugada e ao descambar do sol, preciso camperear por outras invernadase repontar do Céu, a força e a coragem para o entrevero do dia que passa. Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca, rebenque e esporas, não se afirma nos arreios da vida, se não se estriba na proteção do Céu. Ouve, Patrão Celeste, a oração que te faço ao romper da madrugada e ao descambar do Sol: "Tomara que todo o mundo seja como irmão ! Ajuda-me a perdoar as afrontar e não fazer aos outros o que não quero para mim". Perdoa-me, Senhor, porque rengueando pelas canhadas da fraqueza humana, de quando em vez, quase sem querer, em me solto porteira a fora... Êta potrilho chucro, renegado e caborteiro... mas eu te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito ! Ajuda-me, Virgem Maria, primeira prenda do Céu. Socorre-me, São Pedro, Capataz da Estância Gaúcha. Pra fim de conversa, vou dizer meu Deus, mas somente para ti, que tua vontade leva a minha de cabresto pra todo o sempre e até a querência do Céu.

Amém.

Nós de lenços

Desde o início da colonização do território do atual Rio Grande do Sul, o lenço vem acompanhando a evolução do povo gaúcho. As tribos indígenas, que habitavam essas terras, especialmente os Charruas, Jaros e Minuanos, com cabelos compridos, usavam tira, fita ou “vincha”, prendendo suas cabeleiras.Após a chegada dos espanhóis e portugueses é que surgiu a moda de cortar o cabelo.
Em razão dos longos cabelos, que usavam, os indígenas prendiam com tiras de imbira ou couro de pequenos animais. Já na época dos padres missioneiros espanhóis passaram a usar o pano, que circundava a testa a parte traseira do pescoço. Essa tira servia para prender os cabelos e afastá-los dos olhos, na investidas para as caçadas, disputas esportivas ou batalhas de guerra.
As matas bravias e as grandes distâncias a percorrer foram tornando pouco eficaz tal forma de uso da tira. Passaram a prender seus cabelos, puxando parte para trás da cabeça, atando o maço rente a cabeça. À moda “colo-de-cavalo”. Nesse período registra-se o “Peão das Vacarias”. Ele usava tal fita prendendo os cabelos e que era chamada, pelos platinos de “vincha”.
As lutas barbarescas do sul-rio-grandense primitivo mesclaram o ideal e a coragem retemperados pelo sangue bravio, suor e o Vento Pampeano. Ficaram impregnadas, na vincha do herói anônimo, que a história esqueceu, muitas lições de bravura.Embora que em nossas pesquisas não encontrássemos, qualquer autor referindo-se ao fato, temos a firme convicção de que o lenço de pescoço não surgiu como um adorno, mas sim da evolução da vincha, pelas circunstâncias da época. Quando no modismo de cortar os cabelos não haviam mais motivos para o peão usar a tira atada à cabeça. Foi, possivelmente, conservada, enlaçada no pescoço, com as pontas atiradas para trás, grande, retangular, com as pontas viradas para trás, nos moldes usados atualmente pelas mulheres.
O lenço desceu da cabeça para o pescoço, ainda com as pontas para trás. Sua maior afirmação foi quando adotado politicamente, como designativo de cor partidária. Os companheiros ou inimigos eram reconhecidos, na distância, pela cor do lenço. As pontas atiradas para trás pouco destacavam a cor – símbolo de luta. Surgiu, finalmente, o lenço do gaúcho, nos moldes atuais, atado ao pescoço, solto ao peito. Passou a ser instrumento de identificação, ao longe, tremulando ao vento.Em certo tempo chegou-se a usar o lenço e a vincha, conjuntamente, hoje, em certas apresentações artísticas, ainda encontramos o duplo uso.
Há muitas cores de lenços, sendo o branco e o vermelho os mais tradicionais. Há várias formas de atar o lenço gaúcho. As mais tradicionais são 8 formas. Duas têm origem política, o Nó Farroupilha, de uso nos anos de 1835 a 1845 e o Nó Federalista, de 1893 a 1896. O pano geralmente usado é a seda. Um lenço esvoaçando ao vento, sobre o peito de gaúcho, é uma marca registrada da altivez de nossa indumentária gaúcha.


Nó de lenço

















Nó ginete















Nó farroupilha















Nó de namorados

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Fotos












































segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Dicionário Gaúcho

A
Abichornado: adj. Aborrecido, triste, desanimado.
Abrir cancha: Abrir espaço para alguém passar.
A cabresto: Conduzido pelo cabresto; submetido.
Achego: Amparo, encosto, proteção.
Açoiteira: Parte do relho ou rebenque, constituída de tira ou tiras de couro, trançadas ou justapostas, com a qual se castigaa o animal de montaria ou de tração.
Acolherar: Unir dois animais por meio de uma pequena guasca amarrada ao pescoço; Unir, juntar, com relação a pessoas.
Afeitar: Cortar a barba. Agregado: Pessoa pobre que se estabelece em terras alheias, com autorização do respectivo dono, sem pagar arrendamento, mas com determinadas obrigações, como sejam cuidar dos rebanhos, ajudar nas lides de campo e executar outros trabalhos.
Água-Benta: Cachaça, destinada a ser bebida ocultamente.
Água-de-cheiro: Perfume, extrato. A laço e espora: Com muita dificuldade, com muito esforço, vencendo grandes obstáculos.
A la cria: Ao Deus-dará, à aventura. Foi-se a la cria, significa foi-se embora, foi-se ao Deus-dará, caiu no mundo. Alambrado: Aramado. Cerca feita de arame para manter o gado nas invernadas ou potreiros.
A la pucha: Exprime admiração, espanto.
À meia guampa: expr. Meio embriagado, levemente ébrio.
Anca: Quarto traseiro dos quadrúpedes. Garupa do cavalo. O traseiro do vacum.
Aporreado: Cavalo mal domado, indomável, que não se dixa amansar. Aplica-se, também ao homem rebelde.
Arranca-rabo: Discussão acalorada, disputa, bate-boca.
Arreios: Conjunto de peças com que se arreia um cavalo para montar.
B
Badana: Pele macia e lavrada que se coloca, na encilha do cavalo de montaria, por cima dos pelegos ou do coxonilho, se houver.
Bagual: Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, animal não castrado.
Baixeiro: Espécie de lã, integrante dos arreios, que põe no lombo do cavalo, por baixo da carona.
Bater as botas: Morrer.
Bicheira: s. Ferida nos animais, contendo vermes depositados pelas moscas varejeiras. Para sua cura, além de medicação, são largamente utilizadas as simpatias e benzeduras.
Bidê: s. Mesinha de cabeceira. (Aportuguesado do francês bidet).
Biriva: s. Nome dado aos habitantes de Cima da Serra, descendentes de bandeirantes, ou aos tropeiros paulistas, os quais geralmente andavam em mulas e tinham um sotaque especial diferente do da fronteira ou da região baixa do Estado. Var.: beriva, beriba, biriba.
Bolicho: Casa de negócios de pequeno sortimento e de pouca importância. Bodega.
Bolicheiro: s. Dono de bolicho.
Braça-de-Sesmaria: Media antiga, de superfície, usada no Rio Grande do Sul. A braça-de-sesmaria mede 2,20 m por 6.600,00 ou seja 14.520,00 metros quadrados.
C
Cabresto: Peça de couro que é apresilhada ao buçal para segurar o cavalo ou o muar.
Cachaço: s. Porco não castrado, barrasco, varrão.
Cacho: A cola, o rabo do cavalo.
Cagaço: Grande susto, medo.
Campo de Lei: Campo de ótima qualidade.
Capão: Diz-se ao animal mal capado; Indivíduo fraco, covarde, vil; Pequeno mato isolado no meio do campo.
Capataz: Administrador de uma estância ou de uma charqueada. Pessoa que nas lides pastoris, é incumbida de chefiar o pessoal.
Carreira: s. Corrida de cavalos, em cancha reta. Quando participam da carreira mais de dois parelheiros, esta toma o nome de penca ou califórnia.
Caudilho: s. Chefe militar ; Manda-chuva.
Cavalo de Lei: Animal muito veloz, capaz de percorrer duas quadras (264m) em 16 segundos ou menos.
Chalana: s. Lanchão chato.
Chimango: Alcunha dada no Rio Grande do Sul aos partidários do governo na Revolução de 1929.
China: Descendente ou mulher de índio, ou pessoa de sexo feminino que apresenta alguns dos característicos étnicos das mulheres indígenas; Cabloca, mulher morena; Mulher de vida fácil; Esposa.
Cincha: s. Peça dos arreios que serve para firmar o lombilho ou o serigote sobre o lombo do animal.
Colhudo: adj. e s. Cavalo inteiro, não castrado. Pastor.; Figuradamente, diz-se do sujeito valente, que enfrenta o perigo, que agüenta o repuxo.
Cuiudo: adj. e s. O mesmo que colhudo.
Cusco: Cão pequeno, cão de raça ordinária. O mesmo que guaipeca, guaipé.
D
Daga: Adaga, facão. De vereda: Imediatamente, de momento, de uma vez.
Dobrar o cotovelo: Beber, levantar o copo à boca.
Doma: Ato de domar. Ato de amansar um animal xucro.
Domador: Amansador de potros. Peão que monta animais xucros.
Duro de boca: Diz-se do animal que não obedece à ação das rédeas.
Duro de Pelar: Difícil de fazer, trabalhoso.
E
Embretado: p. p. Encerrado no brete.; Metido em apertos, em apuros, em dificuldades; enrascado, emaranhado.
Entrevero: Mistura, desordem, confusão de pessoas, animais ou objetos.
Erva-Caúna: Variedade de erva mate de má qualidade, amarga.
Erva-Lavada: Erva já sem fortidão por ter sservido para muitos mates.
Estar com o diabo no corpo: Estar furioso. Estar insuportável.
Estar com o pé no Estribo: Estar prestes a sair.
Estrela-Boieira: Estrela d´alva.
Estribo: s. Peça presa ao loro, de cada lado da sela, e na qual o cavaleiro firma o pé.
Estropiado: Diz-se o animal sentido dos cascos, com dificuldade de andar, em consequência de marchas por estradas pedregosas.
F
Facada: Pedido de dinheiro feito por undivíduo vadío, incapaz de trabalhar, que não pretende restituí-lo.
Facho: O ar livre. Usado na expressão sair do facho.
Fatiota: Conjunto de roupas do homem: calça, colete e paletó.
Fiambre: Alimento para viagem, geralmente carne fria, assada ou cosida.
Fazer a viagem do corvo: Sair e demorar muito a regressar.
Flete: Cavalo bom e de bela aparência, encilhado com luxo e elegância. Funda: Estilingue, bodoque.
G
Gadaria: Porção de gado, grande quantidade de gado, o gado existente em uma estância ou em uma invernada.
Gado chimarrão: Gado alçado, xucro, sem costeio.
Galpão: Construção existente nas estâncias destinadas ao abrigo de homens e de animais; O galpão característico do Rio Grande do Sul é uma contrução rústica, de regular tamanho, em geral de madeira bruta e parte de terra batida, onde o fogo de chão está sempre aceso. Serve de abrigo e aconchego à peonada da estância e a gualquer tropeiro ou gaudério que dele necessite. Gato: Bebedeira, porre, embriaguez.
Gaudério: s. e adj. Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa. Parasita, amigo de viver à custa alheia.
Graxaim: s. Guaraxaim, sorro, zorro. Pequeno animal semelhante ao cão, que gosta de roer cordas, principalmente de couro cru e engraxadas ou ensebadas, e de comer aves domésticas. Sai, geralmente, à noite. É muito comum em toda a campanha.
Gringo: s. Denominação dada ao estrangeiro em geral, com exceção do português e do hispano-americano.
Guaiaca: s. Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guaipeca: s. Cão pequeno, cusco, cachorrinho de pernas tortas, cãozinho ordinário, vira-lata, sem raça definida. ; Adj. Pequeno, de minguada estatura. ; Aplica-se, também, às pessoas, com sentido depreciativo.
Guapo: Forte, vigoroso, valente, bravo.
Guasca: Tira, corda de couro crú, isto é, não curtido;Homem rústico, forte, guapo, valente. Guasqueaço: s. Pancada, golpe dado com guasca. Relhaço, relhada, chicotada, chibatada, correada, açoite.
Guri: s. Criança, menino, piazinho, serviçal para trabalhos leves nas estâncias.
H
Há Cachorro na Cancha: Significa que há alguma coisa atrapalhando a execução de determinado plano.
Haraganear: Andar solto o animal por muito tempo, sem prestar serviço algum.
I
Invernada: Grande extensão de campo cercado. Nas estâncias, geralmente, há diversas invernadas: para engordar, para cruzamento de raças, etc.
Iguaria: Culinária.
J
Juiz: Pessoa que julga a chegada dos parelheiros, nas carreiras, em cada laço. O mesmo que julgador.
Jururu: Cabisbaixo, tristonho, abatido.
L
Lábia: Abilidade de conversa. Légua: Medida itinerária equivalente a 3.000 braças ou 6.600 metros. O mesmo que légua de sesmaria.
M
Maleva: Bandido, malfeitor, desalmado; Cavalo infiel, que por qualquer coisa corcoveia.
Maludo: Cavalo inteiro, garanhão. Diz-se do animal com grandes testículos.
Mangueira: s. Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância, destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte e outros trabalhos.
Manotaço: Pancada que o cavalo dá com uma das patas dianteiras, ou com ambas; Bofetada, pancada com a mão dada por pessoa.
N
Negrinho: Designação carinhoso que se dá a crianças ou a pessas que se tem afeição.
Num Upa: Num abrir e fechar de olhos; De golpe; Rapidamente.
O
Oigalê: Ezprime admiração, espanto, alegria.
Orelhano: Animal sem marca, nem sinal.
P
Paisano: Do mesmo país; Amigo, camarada.
Palanque: s. Esteio grosso e forte cravado no chão, com mais de dois metros de altura e trinta centímetros aproximadamente de diâmetro, localizado na mangueira ou curral, no qual se atam os animais, para doma, para cura de bicheiras ou outros serviços.
Papudo: s. e adj. Indivíduo que tem papo. Balaqueiro, jactancioso, blasonador. O termo é empregado para insultar, provocar, depreciar, menosprezar outra pessoa, embora esta não tenha papo.
Passar um pito: Repreender, descompor.
Patrão: Designação dada ao presidente de Centro de Tradições Gaúchas.
Patrão-Velho: Deus.
Pelea: s. Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate, luta entre forças geligerantes. Pelear: v. Brigar, lutar, combater, pelejar, teimar, disputar.
Petiço: s. Cavalo pequeno, curto, baixo.
Piá: s. Menino, guri, caboclinho.
Piquete: s. Pequeno potreiro, ao lado da casa, onde se põe ao pasto os animais utilizados diariamente.
Poncho: s. Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É feito geralmente de pano azul, com forro de baeta vermelha. É o agasalho tradicional do gaúcho do campo. Na cama de pelegos, serve de coberta. A cavalo, resguarda o cavaleiro da chuva e do frio.
Potrilho: s. Animal cavalar durante o período de amamentação, isto é, desde que nasce até dois anos de idade. Potranco, potreco, potranquinho.
Q
Queixo-Duro: Cavalo que não obedece facilmente a ação das rédeas.
Quero-Mana: Denominação de antigo bailado campestre, espécie de fandango. Canto popular executado ao som de viola.
R
Rebenque: s. Chicote curto, com o cabo retovado, com uma palma de couro na extremidade. Pequeno relho.
Regalo: Presente, brinde.
Relho: Chicote com cabo de madeira e açoiteira de tranças semelhantes à de laço, com um pedaço de guasca na ponta.
Reponte: Ato de tocar por diante o gado de um lugar para o outro. Repontar: v. Tocar o gado por diante de um lugar para outro.
S
Sair Fedendo: Fugir à disparada.
Sanga: s. Pequeno curso d'água menor que um regato ou arroio.
Selin: Sela própria para uso da mulher.
Sesmaria: Antiga medida agrária correspondente a três léguas quadradas, ou seja a 13.068 hectares. São 3000 por 9000 braças; ou 6.600 por 19.800 metros; ou ainda, 130.680.000 metros quadrados.
Soga: s. Corda feita de couro, ou de fibra vegetal, ou, ainda, de crina de animal, utilizada para prender o cavalo à estaca ou ao pau-de-arrasto, quando é posto a pastar. ; Corda de couro torcido ou trançado, que liga entre si as pedras das boleadeiras. ; O termo é usado também em sentido figurado.
Surungo: s. Arrasta pé, baile de baixa classe, caroço.
T
Taco: Diz-se ao indivíduo capaz, hábil, corajoso. guapo.
Taipa: s. Represa de leivas, nas lavouras de arroz. Cerca de pedra, na região serrana.
Taita: Indivíduo valentão, destemido, guapo.
Tala: Nervura do centro da folha do jerivá. Chibata improvisada com a tala do jerivá ou com qualquer vara vlexivel.
Talagaço: Pancada com tala. Chicotaço.
Talho: s. Ferimento.
Tapera: s. Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho. Adj. Diz-se da morada deserta, inabitada, triste.
Tirador: s. Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger e o corpo do atrito do laço. Mesmo quando não está fazendo serviços em que utilize o laço, o homem da fronteira usa, freqüentemente, como parte da vestimenta, o seu tirador que, por vezes, é de luxo, enfeitado com franjas, bolsos e coldre para revólver.
Tosa: s. Tosquia, toso, esquila.
TRADIÇÃO GAÚCHA: Vocábulos usados no plural, significando o rico acervo cultural e moral do Rio Grande do Sul no campo literário, folclórico, musical, usanças, adagiário, artesanato, esportes e atividades culturais.
Tranco: Passo largo, firme e seguro, do cavalo ou do homem.
Tramposo: Intrometido, trapaceiro, velhaco.
Trem: Sujeito inútil.
Três-Marias: Boleadeiras.
Tronqueira: s. Cada um dos grossos esteios colocados nas porteiras, os quais são providos de buracos em que são passadas as varas que as fecham.
Tropeiro: s. Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois, além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem o realiza.
U
Uma-de-pé: Uma briga, conflito, luta.
Urupuca: Armadilha para pegar passarinhos; Trapaça.
Usted: Você. Usado só na fronteira.
V
Vacaria: Grande número de vacas; Grande extensão de campo que os jesuítas reservavam para criação de gado bovino.
Varar: Atravessar, cruzar.
Vareio: Susto, sova, surra, repreensão.
Vaza: Vez, oportunidade.
Vil: Covarde, desanimado, fraco.
Vivente: Pessoa, criatura, indivíduo.
X
Xepa: Comida.
Xerenga: Faca velha, ordinária.
Xiru: O mesmo que chiru.
Xucro: Diz-se ao animal ainda não domado, bravio arrisco.
Z
Zarro: Incômodo, difícil de fazer, chato.
Zunir: Ir-se apressadamente.

*Retirado de http://www.via-rs.net/pessoais/ts/tdic.html

Programa Alma Pampeana

Apresentação: Cláudio Zorzi
Fone: (49) 91127689
claudiozorzi@yahoo.com.br

Aos domingos, das 09:00 às 13:00Portal FM - 91,3 / Rádio Pampeana

O PROGRAMA ALMA PAMPEANA visa proporcionar aos ouvintes o que há de mais importante de conhecimento da cultura gaúcha, a boa música, os usos, os costumes de nossa terra. Procuramos produzi-lo de maneira simples e autêntica, para que todos os ouvintes tenham uma maior aproximação das tradições e costumes de um povo de nossa Região Sul, sempre se preocupando em mostrar as coisas da nossa Terra.

O PROGRAMA ALMA PAMPEANA é a realidade da história de nossa região, terra desbravada por GAÚCHOS e seus descendentes, sendo hoje um celeiro e exemplo que temos dentro do Estado Catarinense. O povo fronteiriço como do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, tem o seu dia a dia voltado para as coisas da terra, com seus hábitos e costumes. Pessoas de todo o país e mesmo do exterior que passam pela Região Sul, reconhecem que possuímos uma cultura pura e familiar, conservada e praticada todos os dias do ano.

Quadros do programa:
-Pesquisas sobre a cultura gaúcha, abrangendo as origens, os hábitos, os usos e os costumes.

-A Música Gaúcha (aproximadamente 14 blocos de 03 músicas cada)
-Momento do Artista: uma música solada em homenagem aos gaiteiros e violeiros)
-Poesia: Uma homenagem aos poetas e compositores.
-Dicionário Gaúcho
-Culinária Gaúcha: trará durante a programação uma receita da culinária campeira.
-Conhecendo o Torrão Gaúcho: traz um pouco da História de municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
-Por onde anda o Rio Grande: Busca-se informar a existência de CTGs fora do Rio Grande do Sul e fora do Brasil.
-Saúde Pela Alimentação: Sabemos que a boa saúde depende de uma alimentação correta e equilibrada. Sem esta é impossível um bom estado de saúde. Este quadro trará ainda informações sobre ervas medicinais.

Jogos Gaudérios

Truco

Jogo de cartas entre dois ou quatro parceiros, cada um dos quais recebe três cartas. Quando é apenas entre duas pessoas chama-se truco de mano.

Dá um tranquito até as poesias e veja esta aí abaixo completa:

"O TRUCO é um jogo tão guasca
Como a Tava e as Chilenas.
Velhas cartas Sarrancenas
Quatro a quatro, do Ás ao Rei

Trucando assim me criei
De Mano, Quatro, Oito ou Seis
E até jogando de Três
Muito Carancho tosei.


Sete em porta

Jogo de cartas, variante do monte. Joga-se com vinte e um ou mais baralhos, em uma caixa da qual o banqueiro tira duas cartas, fazendo-se nestas as apostas.

Não ficando reservada ao banqueiro nenhuma carta, a vantagem dele consiste em pagar apenas 50% das apostas quando a carta sai em porta, quer dizer, quando é a primeira a ser tirada, e, além disso, em ganhar, em tal caso, o total apostado na outra carta.


Jogo do Osso

Jogo de azar em que intervem dois contendores, frente a frente numa faixa de terreno, chamada cancha, com extensão variável de oito a 11 passos, e que consiste em arremessar para cima um osso de jarrete de gado bovino, aparelhado em dois de seus lados, ganhando caso o osso caia no chão com sua parte concava para cima.

A cancha com uma braça de largura, chega, e três de comprimento; no meio bota-se uma raia de piola (cordão, barbante), amarrada em duas estaquinhas ou mesmo um risco no chão, serve; de cada cabeça da cancha é que o jogador atira, sobre a raia do centro: este atira daqui para lá, o outro atira de lá pra cá.

O osso é chamado de taba (ou tava), que é o osso do garrão de rês vacum. O jogo é só de culo ou suerte.

Culo équando a taba (o osso) cai com o lado arredondado pra baixo; quem atira assim perde logo a parada. Suerte é quando o lado chato fica embaixo: ganha logo e sempre.

Quer dizer: quem atira culo perde, se é suerte ganha e logo arrasta a parada.


Bocha - Autor: Salvador Fernando Lamberty

Este jogo consiste em arremessar, desportivamente, bochas (bolas) de madeira ou de resina sintética, sobre uma cancha de terra batida.

Numa disputa, entre duas pessoas, visa-se o lugar mais próximo ao "balim" (pequena bocha), concorrido com arremessos de 4 bochas cada jogador e a posterior contagem dos pontos.

Inicia-se a jogada com o arremesso do balim pelo jogador que logrou mais pontos na partida anterior. Cabe-lhe, igualmente, o direito de arremessar a primeira bocha. Quando um está no "ponto" (mais próximo do balim), faz com que seu adversário jogue suas bochas até conseguir lugar mais próximo ou acabe as suas bochas.

O jogo de bocha foi trazido para o Rio Grande do Sul, provavelmente pelos italianos, que têm como seu esporte favorito. O surgimento deste jogo foi na Espanha, onde camponeses espanhóis jogavam com bochas de "pedra-sabão".

Posterior aos anos 60, veio a utilização do cerne de madeira, quando o pau-ferro, extremamente duro e pesado, teve

o grande domínio das canchas de bochas.

O jogo de bocha não é tão antigo em nossos pampas, porém é de profunda aceitação em todas as regiões. Os italianos levaram-no para todas as suas colonizações.

Este jogo não guarda marcas de machismo. Não disputa coragem nem agilidades. Disputa, desportivamente, a firmeza e o tenteio do pulso, no "arrime" ou precisão de um "tiro", no "bochaço".

Antigamente eram permitidas as "lagarteadas" - arremesso livre das bochas pelo ar, invés de rolar. Hoje as regras determinam distâncias específicas para as áreas a serem atingidas pelos bochaços.


Bolita - Autoria: Paula Simon Ribeiro e Rogério Fossari Sanchotene

As bolinhas de gude, de inhaque, unhas ou bolitas, são o jogo por excelência dos guris de qualquer idade.

Surgem geralmente depois das chuvas, quando os campinhos estão molhados e a meninada tem que brincar perto de casa. Diversas modalidades de jogo são praticadas, entre elas o Boco ou Imba, o Triângulo, a Circunferência, etc, que podem ser "as vera" ou "as brinca". "As vera" quando o jogador perde também suas bolitas, e "as brinca", quando perde só o jogo, oeste caso feito apenas por distração.

Os jogadores, conforme combinação prévia, podem apostar uma ou mais bolinhas que depois serão escolhidas entre as de propriedade do perdedor. Muito disputadas são as "águidas", leitosas e coloridas. Ocorrem brigas quando o perdedor paga sua "dívida" com bolinhas "nicadas", ou também quando o jogador dá um impulso com a mão ao efetuar a jogada. O impulso deve ser dado apenas com o polegar.

Boco ou Imba - um pequeno buraco circular é feito no chão geralmente com o calcanhar ou com um pedaço de madeira ou pedra. O jogo pode ser feito com um ou mais bocos.

O termo boco vem do tupi Boc ou boque que quer dizer abertura ou racha pequena. Para "tirar o ponto", uma bola maior é colocada a uma distância de quatro metros aproxima damente, e quem jogar a sua bolita mais perto desta tem o direito, de iniciar a brincadeira, mas para "tirar o ponto", ninguém quer começar e quem grita em primeiro lugar "último" adquire este direito, que lhe dá a vantagem de caprichar mais na jogada, colocando-se mais perto do ponto.

Quando as distâncias não estão muito definidas, as dívidas são sanadas por medição feita em pés, ou seja, colocando o calcanhar ou salto do sapato perto da bolita em direção a ou tra. Conta-se os pés e, se a distância é menor couta-se em palmos ou dedos atravessados.

As partidas podem ser simples ou em torneios que duram 3 ou 4 dias.

No jogo do Triângulo é feito um gráfico no chão e colocadas as bolinhas sobre os vértices, e quando é maior o número de jogadores "casam" também sobre os lados. É vencedor quem consegue colocar dentro do triângulo as bolinhas dos adversários. No jogo da Circunferência o procedimento é o mesmo.

Quando o jogador está em má posição para efetuar a sua jogada, pode pedir distância, isto é, mudar-se para outro ângulo, porém conservando a distância real da verdadeira posição.

Como na maioria das brincadeiras infantis, o jogo de bolita possui uma linguagem própria, chamam de "bochão" a bola maior que as outras, "aça", as esferinhas de metal; "nicada" é a bolinha lascada, e "Nica" a favorita para o jogo; "rabar" é errar, e "casar" é colocar bolinhas em jogo.


Carreira de Boi

Diversão popular registrada em várias localidades do vale do Jacuí, a Carreira de Bois na "talha" é uma competição de força e adestramento entre bois e touros.

A denominação Carreira - expressão popular ainda ligada às antigas modalidades competitivas entre bois - não mais denota corrida. Os bois competidores são jungidos em uma canga especial, presa a cambões estirados por alçaprema ou talha, ligada a um palanque irremovível.

O boi carreiro quase não se afasta do lugar onde está cangado, embora forcejando. Considera-se vencedor o animal que sustentar a canga em posição mais avançada, durante um minuto à frente do outro.

Em qualquer época, os donos dos animais "atam" a Carreira, isto é, combinam a competição, desde que os bois estejam em condições. Na manhã do dia escolhido, os contratantes tomam várias providências: pesagem dos animais, escolha do terreno propício, colocação da tronqueira ou palanque, com a respectiva escora para a bimbarra ou "talha", colocação do "morto" (tronco enterrado em uma vala), etc.

A Carreira obedece a regulamentos estipulados oralmente entre os contratantes. Estes escolhem pessoas consideradas idôneas para ajuizar a competição: "o cuidado do mau jogo" e o juiz da Carreira.

Como outras m

odalidades de competição, a Carreira reúne torcidas animadíssimas, que aos gritos se desafiam, fazendo apostas em dinheiro. A cancha é, outrossim, ponto de encontro dos vizinhos. Embora as competições ocorram mais frequentemente à tarde, grande número de pessoas já se encontra, pela manhã, no local, onde, em botequim improvisado, comercia comidas e bebidas.


Carreira de Cancha Reta - Autor: Tau Golin

A carreira foi o esporte e o jogo de preferência do homem do pampa.

Fazia parte tanto de negócios que envolviam grandes somas de dinheiro como das brincadeiras telúricas.

Os ginetes, em pleno campo, se desafiavam. Muitas vezes, no retorno das campeiradas, tiravam cismas de quem possuía o cavalo mais rápido. Todavia, no geral, "atavam" carreiras para datas específicas, geralmente aos domingos.

Nos primeiros tempos, as carreiras eram disputadas com os cavalos de trabalho, os CRIOULOS. Esses eqüinos, de origem ibérica possuíam grande predominância de sangue árabe. Com o passar dos séculos, foram apurados e terminaram se definindo como raça específica do Cone Sul e muito valorizada nas atividades de pastoreio.

Os carreiristas sempre preferiam a "cancha reta", de metragem não muito longa. O percurso podia ser de 260 a 400 metros. Com o hábito das carreiras e invariavelmente com o volume de dinheiro envolvido no jogo, a atividade também se transformou em negócio. A paixão de muitos homens pelas carreiras provocou a perda de grandes fortunas: rebanhos e até estâncias. Conta-se que os gaúchos chegavam a apostar as próprias mulheres.

Participar com certa garantia de sucesso significava preparar apropriadamente os cavalos. Dessa forma, apareceram duas especialidades vinculadas às carreiras: a do compositor e a do jóquei.

Carreiras!...Meninos e moços velhos,
Não perdem tal festa, não perdem carreiras!
E a par das apostas pequenas ou grandes,
Apostam-se olhadas às moças faceiras.

Chimarrão

-O chimarrão ou mate é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul, um hábito legado pelas culturas quíchua, aymará e guarani. Ainda hoje é hábito fortemente arraigado no Brasil (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul (principalmente), Mato Grosso do Sul e Mato Grosso (Pantanal) e Rondônia), parte da Bolívia e Chile e em todo o Paraguai, Uruguai e a Argentina.
-É composto por uma
cuia, uma bomba, erva-mate e água.
-Embora a acepção mate seja
castelhana, é utilizada popularmente também no Rio Grande do Sul paralelamente com o termo "chimarrão".

O chimarrão é montado com erva-mate, geralmente servido quente de uma infusão. Tem gosto que mistura doce e amargo, dependendo da qualidade da erva-mate, que, pronta para o uso, consiste em folhas e ramos finos (menos de 1,5 mm), secos e triturados, passados em peneira grossa, de cor verde, havendo uma grande variedade de tipos, uns mais finos outros mais encorpados, vendidos a diversos preços.
Um aparato fundamental para o chimarrão é a cuia, vasilha feita do fruto da cuieira, que pode ser simples ou mesmo ricamente lavrada e ornada em ouro, prata e outros metais, com a largura de uma boa caneca e a altura de um copo fundo, no formato de um seio de mulher. Há quem tome chimarrão em outros recipientes, mas a prática é geralmente mal vista.
O outro talher indispensável é a bomba ou bombilha, um canudo de cerca de 6 a 9 milímetros de diâmetro, normalmente feito em prata lavrada e muitas vezes ornado com pedras preciosas, de cerca de 25 centímetros de comprimento em cuja extremidade inferior há uma pequena peneira do tamanho de uma moeda e na extremidade superior uma piteira semelhante a usada para fumar, muitas vezes executada em bom ouro de lei.



OS 10 MANDAMENTOS DO CHIMARRÃO

Apesar de simples e informal, a roda de chimarrão tem suas regras. Verdadeiros mandamentos, que devem ser respeitados por todos. Se você é iniciante ou está redescobrindo o costume, observe esses pontos relacionados com boa dose de humor:

1- NÃO PEÇAS AÇÚCAR NO MATE
O gaúcho aprende desde piazito o porquê o chimarrão se chama também mate amargo ou, mais intimamente, amargo apenas. Mas se tu és de outros pagos, mesmo sabendo, poderá achar que é amargo demais e cometer o maior sacrilégio que alguém pode imaginar nesse pedaço do Brasil: pedir açúcar. Pode-se por água, ervas exóticas, cana, frutas, cocaína, feldspato, dollar, etc... mas jamais açúcar. O gaúcho pode ter todos os defeitos do mundo, mas não merece ouvir um pedido desses. Portanto, tchê, se o chimarrão te parece amargo demais, não hesites, pede uma coca-cola com canudinho. Tu vais te sentir bem melhor.

2- NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO É ANTI-HIGIÊNICO
Tu podes achar que é anti-higiênico por a boca onde todo mundo põe. Claro que é. Só que tu não tens o direito de proferir tamanha blasfêmia em se tratando de chimarrão. Repito: pede uma coca-cola de canudinho. O canudo é puro como a água de sanga (pode haver coliformes fecais e estafilococos dentro da garrafa, não nele).

3- NÃO DIGAS QUE O MATE ESTÁ QUENTE DEMAIS
Se todos estão chimarreando sem reclamar da temperatura da água, é porque ela é perfeitamente suportável por pessoas normais. Se tu não és uma pessoa normal, assume tuas frescuras (caso desejes te curar, recomendamos uma visita ao analista de Bagé). Se, porém, te julgas perfeitamente igual aos demais, faze o seguinte: vai para o Paraguai. Tu vai adorar o chimarrão de lá.

4- NÃO DEIXES UM MATE PELA METADE
Apesar da grande semelhança que existe entre o chimarrão e o cachimbo da paz, há diferenças fundamentais. Como o cachimbo da paz, cada um dá uma tragada e passa-o adiante, já o chimarrão não. Tu deves tomar toda a água servida até ouvir o ronco da cuia vazia. A propósito, leia logo o mandamento abaixo.

5- NÃO TE ENVERGONHES DO "RONCO" NO FIM DO MATE
Se, ao acabar o mate, sem querer fizer a bomba "roncar", não te envergonhes. Está tudo bem, ninguém vai te julgar mal-educado. Esse negócio de chupar sem fazer barulho vale para a coca-cola com canudinho que tu podes até tomar com o dedinho levantado (fazendo pose de assumida).

6- NÃO MEXAS NA BOMBA
A bomba de chimarrão pode muito bem entupir, seja por culpa dela mesma, da erva ou de quem preparou o mate. Se isso acontecer, tens todo o direito de reclamar. Mas por favor, não mexas na bomba. Fale com quem te passou o mate ou com quem lhe passou a cuia. Mas não mexas na bomba, não mexas na bomba e, sobretudo, não mexas na bomba.

7- NÃO ALTERE A ORDEM EM QUE O MATE É SERVIDO
Roda de chimarrão funciona como cavalo de leiteiro. A cuia passa de mão em mão, sempre na mesma ordem. Para entrar na roda, qualquer hora serve, mas depois de entrar, espera sempre a tua vez e não queiras favorecer ninguém, mesmo que seja a mais prendada prenda do estado.

8- NÃO CONDENES O DONO DA CASA POR TOMAR O PRIMEIRO MATE
Se tu julgas o dono da casa um grosso por preparar o chimarrão e tomar ele próprio o primeiro mate, saibas que o grosso és tu. O pior mate é o primeiro, e quem toma está te prestando um favor.

9- NÃO DURMAS COM A CUIA NA MÃO
Tomar mate solito é um excelente meio de meditar sobre as coisas da vida. Tu mateias sem pressa, matutando... E às vezes te surpreendes até imaginando que a cuia não é cuia, mas o quente seio moreno daquela chinoca faceira que apareceu no baile do Gaudêncio... Agora, tomar chimarrão numa roda é muito diferente. Aí o fundamental não é meditar, mas sim integrar-se à roda. Numa roda de chimarrão, tu falas, discutes, ris, xingas, enfim, tu participas de uma comunidade em confraternização. Só que essa tua participação não pode ser levada ao extremo de te fazer esquecer a cuia que está na tua mão. Fala quanto quizeres mas não esqueças de tomar o teu mate que a moçada tá esperando.

10- NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO DÁ CÂNCER NA GARGANTA
Pode até dar. Mas não vai ser tu, que pela primeira vez pega na cuia, que irás dizer, com ar de entendido, que o chimarrão é cancerígeno. Se aceitaste o mate que te ofereceram, toma e esqueces o câncer.

Culinária Gaúcha

*ARROZ DE CARRETEIRO
• Ingredientes: 1/2 kg de charque 1/2 kg de arroz 1 cebola 3 dentes de alho.
• A preparação: Aferventar o charque, trocando uma vez a água. Se o charque for caseiro, basta deixar 5 horas de molho. Picar o charque em guisado médio e colocar na panela para fritar. Se o charque for gordo, colocar menos gordura. Esmagar o alho e picar juntamente com a cebola. Quando o charque estiver bem dourado, colocar a cebola e o alho picados para fritarem. Juntar o arroz e deixá-lo fritando um pouco. Colocar água fervendo até dois dedos acima do arroz. Provar o sal e cozinhar em fogo baixo.

*PUCHERO
• Rendimento: de 10 a 15 pessoas
• Ingredientes ½ Kg de carne com osso (pescoço) ½ Kg de ossos com tutano ½ Kg de rabada ½ Kg de alcatre com osso 2 cebolas médias 2 tomates ½ molho de manjerona 3 dentes de alho ½ molho de tempero verde 1 folha de louro 2 pimentas verdes 1 pitada de colorau ou 1 colher de extrato de tomate 4 colheres (sopa) de banha ¼ de raiz de aipo ¾ Kg de farinha de mandioca Legumes e verduras diversas
• Preparo Fritar as carnes e ossos, já cortados, na banha quente. Temperar com alho socado com sal, pimenta e a manjerona. Depois, acrescentar a cebola e o tomate picados, o colorau ou o extrato de tomate e o louro. Deixar fritar bem, até o ponto de quase queimar. Então colocar água, duas vezes a altura da carne, provar o sal e deixar ferver. Por último, ir acrescentando os legumes, separadamente – primeiro os mais duros. Cuidar para que não desmanchem, retirando da panela os que forem cozidos. As verduras devem ser cozidas por último. Do caldo fazer um pirão com farinha de mandioca e o tempero verde picadinho, que servirá para acompanhar o prato.

*FEIJÃO MEXIDO
• Rendimento: 8 pessoas
• Ingredientes 1 Kg de feijão preto ¼ Kg de charque ¼ Kg de lingüiça ¼ Kg de toicinho 4 cebolas 2 ovos cozidos 1 molho de manjerona 4 dentes de alho 1 pitada de pimenta-do-reino 2 pimentões 2 colheres (sopa) de banha ou 4 colheres (sopa) óleo ¼ Kg de farinha de mandioca • Preparo Escolher o feijão e deixar de molho de um dia para o outro. Cozinhar na mesma água em que ficou de molho. Quando começar a ferver, colocar o charque. Fazer um refogado com o toicinho, 2 cebolas, o alho e a manjerona, tudo bem picado. Acrescentar depois a lingüiça cortada. Colocar tudo na panela do feijão. Deixar ferver e corrigir o sal. Cortar o charque. Dar uma mexida com farinha de mandioca. Colocar a gordura e mexer para que o feijão fique liso. Cortar as outras duas cebolas, os 2 pimentões. Preparar um molho com sumo de limão. Temperar com pimenta e acrescentar os ovos cozidos picados por cima. Acompanha arroz branco, dobradinha de mondongo ou quibebe

*CHARQUE NO ESPETO
• Rendimento: 8 pessoas
• Ingredientes 2 Kg de charque gordo
• Preparo Lavar bem o charque e deixar de molho durante 2 horas. Espetar e enxugar com um pano bem limpo. Levar às brasas com a parte da gordura virada para o fogo. Em seguida, virar para que a gordura penetre no lado que é magro.

*MOCOTÓ
• Rendimento: 25 pessoas
• Ingrediente 4 patas 1 tripa grossa 4 Kg de mondongo 2 Kg de feijão branco 1 Kg de lingüiça fina ½ litro de óleo ¼ Kg de cebolas 5 dentes de alho 1 molho de manjerona 3 molhos de temperinho verde 1 lata de extrato de tomate de ½ Kg 5 pimentas verdes ½ garrafa de vinagre 6 ovos cozidos ¼ Kg de azeitonas
• Preparo Limpar as patas, o mondongo e a tripa grossa na véspera. Retirar a gordura que se acumula na superfície da água em que foram fervidas as carnes e reservar esta água para ser usada na fervura do mocotó. Deixar o feijão de molho de um dia para o outro. Cozinhar na mesma água, acrescentar um pouco da água reservada da fervura das carnes. Quando estiver pronto, socar a metade do feijão, colocar o mondongo, a tripa grossa e a carne das patas, tudo picado, e o restante da água reservada. Mexer para que não grude no fundo da panela. Fritar na gordura bem quente a lingüiça cortada às rodelas. Acrescentar a cebola, o alho e a manjerona picadinhos. Deixar refogar bem, até que os temperos desmanchem. Colocar o extrato de tomate. Quando estiver pronto, virar tudo na panela, onde o feijão e as carnes estão cozinhando. Baixar o fogo e mexer, cuidando para não queimar. Temperar com sal. Picar os ovos cozidos, dois molhos de tempero verde e azeitonas sem caroços. Misturar tudo e levar à mesa para ser usado ao gosto de cada um. Picar bem a pimenta e um molho de temperinho e misturar com ½ garrafa de vinagre. Este molho também será usado ao gosto de cada um.

*ARROZ A ESQUILADOR
• Ingredientes 1 kg de espinhaço ou costela de ovelha 1 xícara de arroz 1 colher de sal 1 raminho de mangerona 1 dente de alho 2 colheres de óleo 1 cebola 1 colherinha de colorau (também chamado de vermelhão) pimenta do reino pimenta vermelha
•Modo de preparar Lave o espinhaço, que já deve estar cortado em pedaços pequenos. Amasse numa tábua o sal, o alho e as pimentas, formando uma pasta. Esfregue em toda a carne. Ponha o óleo numa panela a esquentar e junte a carne. Tampe a panela e deixe dourar um pouco, mexendo para não queimar. Quando estiver dourada, junte a mangerona e, aos poucos, 1 1/2 xícara de água para que cozinhe a carne. Dependendo da ovelha leva de 30 a 40 minutos, mais ou menos. Depois de cozida a carne, refogue a cebola picada. Frite o arroz, mexendo para não pegar, e acrescente duas xícaras de água fervente. Mexa bem e revise os temperos. Se quiser dar mais cor, acrescente o colorau, ainda que a fritura de carne já dê um dourado bonito. Deixe cozinhar por cinco minutos em fogo forte e depois passe para fogo brando, até secar. Querendo o arroz mais molhadinho, acrescente um pouco de água e mexa de vez em quando. Ao lavar o espinhaço é importante retirar um fio branco que está junto ao osso, póis caso contrário fica um gosto desagradável na carne.

*PÃO COM ALHO
• Ingredientes 6 pãezinhos 3 dentes de alho bem amassados 2 colheres de sopa bem cheias de margarina Sal e salsinha picada a gosto
• Modo de fazer Corte os pãezinhos ao meio. Em paralelo, misture os demais ingredientes até formar uma espécie de patê. Passe essa mistura no interior dos pães. Finque-os no espeto e asse até que fiquem quentes e crocantes. Tire-os do espeto, corte em alguns pedaços na tábua e sirva.

*ROUPA VELHA
• Tempo de preparo: 1 hora
• Ingredientes l/2 kg de charque 2 colheres de sopa de óleo 1 cebola média picada 1/2 xícara de farinha de mandioca tempero verde à vontade manjerona 2 dentes de alho sal e pimenta a gosto
• Modo de preparar Carne ou charque (se for charque, deve-se tirar bem o sal). Corte em pedaços, coloque óleo em uma panela média e acrescente todos os temperos picados. Refogue-os até que desman chem. Retire do fogo, coloque a panela em cima de um lugar firme e com o socador de feijão, ou no pilão, acrescente a farinha de mandioca e bata com a mão de pilão até desfiar toda a carne. Depois de fria, conserve em lugar fresco. Dura mais ou menos 10 dias. Serve de aperitivo, com café ou chimarrão, ou para a guarnição de pratos variados.

*GALINHA AO MOLHO PARDO
• Para 4 pessoas
• Ingredientes 1 galinha ou frango de 1,5 kg sal pimenta 1 cebola ralada pimenta do reino branca pimenta verde da terra 1 colher de sopa, de óleo 1 colher de manteiga 1 colher de Vinho da Madeira 4 folhas de manjerona 2 gemas de ovo sangue de galinha aparado com vinagre azeitonas salsa verde ovos duros fatias de pão torrado na manteiga
• Modo de preparar Em panela regular refogar todos os temperos (cebola, sal, gordura, pimenta branca e verde), acrescentar a galinha ou frango cortado em pedaços e tampar a panela. Quando a galinha começar a ferver, acrescentar 2 xícaras de água quente e depois uma colher de manteiga. Mexer bem, adicionar uma colher de vinho, 4 folhas de manjerona e tampar novamente a panela. No sangue da galinha, previamente aparado com um pouco de vinagre para não talhar, deitar 2 gemas e bater pra misturar bem. Retirar da panela meia xícara do caldo e misturar pouco a pouco corri o sangue já engrossado pelas gemas. Retirar a panela do fogo e adicionar, mexendo sempre, o sangue preparado como foi exposto acima. Passar tudo para uma terrina grande e enfeitar com galhos de salsa verde, azeitonas e rodelas de ovos duros. Servir com fatias de pão torrado na manteiga.

*COLA GAITA
• Para 5 pessoas
• Ingredientes 1/2kg de espinhado de ovelha 1 kg de aipim 2 cebolas 4 dentes de alho 2 xícaras de farinha de mandioca 2 pimentas verdes Farinha de mandioca
• Modo de preparar Fritar as chuletas do espinhaço já salgadas. Picar bem as cebolas e o alho e colocar para fritar junto ao espinhaço. Se o aipim for muito duro, cozinhar à parte. Cortar o aipim em pedaços médios e juntar ao resto, colocando 2 dedos de água quente e a pimenta picada. Corrigir o sal. Quando o aipim estiver cozido, colocar mais um pouco de água e ir mexendo devagar, quando for colocando a farinha de mandioca, até ficar num ponto médio de pirão.

*BIFE ACEBOLADO DE QUARTO
• Para 6 pessoas
• Ingredientes l quarto de ovelha (não de cordeiro) 6 cebolas pimenta do reino 6 dentes de alho 2 colheres de massa de tomate vinagre ou limgo 1/2 copo de vinho
• Modo de preparar Use um quarto de ovelha ou de capão (o gaúcho não come carneiro, que é usado somente para a reprodução). O quarto de cordeiro não serve por ser mui mirrado. Com uma faca bem afiada, vá tirando fatias ou bifes, até chegar aos ossos. (Cuidado com a catinga que está no meio do quarto). Faça um vinha d'alho com o vinagre, sal, alho esmagado e picado e a pimenta do reino. Pode-se colocar junto um meio copo de vinho. Tempere bem os bifes e deixe parar por uma meia hora. Coloque a fritar, de preferência em panela de ferro, com gordura bem quente. Ponha todos os bifes juntos e vá revirando-os até fritarem bem. Corte as cebolas em rodelas e junte-as aos bifes. Misture a massa de tomate em meio copo de água e coloque na panela, dando uma última remexida. Deixe cozinhar por mais 15 minutos em fogo brando.

*PEIXE NO BORALHO DE ONTEM
• Tempo de preparo: 1 hora
• Para 4 pessoas • Ingredientes 1 kg de peixe sal a gosto pimenta do reino 2 limões gordura ou manteiga batata, cenoura e pimentão
• Modo de preparar O Povoeiro tem grades, grelhas e papel laminado. Nós tínhamos folhas de bananeiras ou barro. O princípio é o mesmo. Limpe o peixe por dentro e por fora, tire a cabeça, abra ao meio em duas partes. Tempere com os condimentos já citados, coloque uma metade do peixe em cima de uma folha de bananeira e enrole, dobrando as pontas para dentro das folhas, passe a gordura e coloque no borralho, conservando o fogo por 1 hora. Proceda da mesma forma com a outra metade do peixe. Para o Povoeiro de hoje, use papel laminado, o modo de preparo é o mesmo. Acrescente 1 batata cortada bem fininha, 1 pimentão, 1 cebola, 1/z molho de temperinho, tudo bem picadinho, coloque em cima do peixe, dobrando as pontas do papel laminado, na grelha, ou tampe e leve ao fogo por 1 hora. Também pode ser levado ao forno em fôrma untada.

*ESPINHAÇO ENSOPADO COM BATATA
• Para 5 pessoas
• Ingredientes 1 1/2kg de espinhaço de ovelha 1 kg de batata inglesa 2 cebolas 4 dentes de alho 4 tomates 1 pimenta verde folhas de manjerona
• Modo de preparar Salgar as chuletas do espinhaço e colocar a fritar. Picar bem a cebola, o alho, os tomates e a pimenta e juntar às chuletas, depois de bem fritas. Quando estiver no ponto, colocar as batatas cortadas ao meio e pôr 2 dedos de água quente. Corrigir o sal, deixando meio salgadinho (a batata retira muito).

*CARRO DE BOI
• Ingredientes 1,5 kg de rabada bovina 500 gr de cebola 3 dentes de alho 4 tomates médios Noz moscada 1 kg de arroz parboilizado
• Modo de preparar Retire um pouco da gordura da carne. Dê uma fritada com pouco de óleo. Coloque em panela de pressão por trinta e cinco minutos. Coloque a cebola e o alho picados, refogue um pouco, acrescente os tomates sem a pele e sem sementes. Rale um pouco da noz moscada, sal e pimenta a gosto. Quanto o tomate estiver bem dissolvido, acrescente o arroz, água (mais ou menos 1,5 cm). Acima do arroz, fica bem molhado. Caso queira mais seco, é só colocar menos água, tchê! Faz e depois me conta. Pode-se tomar uma canhazita antes para avisar o fígado. E para acompanhar o prato que tal uma cervejinha bem gelada ou um vinho tinto?

*ARROZ DE CHINA POBRE
• Para 4 pessoas
• Ingredientes 200g arroz 400g lingüiça 1 cebola média picada 1 dente de alho 3 xícaras de alho
• Modo de Preparo Aquecer uma panela de ferro com banha de porco ou óleo e fritar a cebola, o laho, e a lingüiça cortada em pedaços pequenos. Quando dourar acrescentar o arroz. Fritar mais um pouco, cobrir com água (quente), pôr um pouco de sal e cozinhar com a tampa fechada até reduzir a água e o arroz ficar pronto.

*QUIBEBE
• Para 6 pessoas
• Ingredientes 1kg de abóbora 50g de manteiga 1 pitada de açúcar 1 pitada de sal salsa picada
• Modo de Preparo Cortar a abóbora em cubos e cozinhar em fogo médio com água suficiente para cobrir os pedaços. Cozinhar até desmanchar, adicionar então a manteiga e mexendo bem até virar um creme. Adicionar o sal e o açúcar, salpicar coma salsa e servir bem quente

*PAEJA CAMPEIRA
•Ingredientes 200 g de filé mignon 200 g de filé de porco 200 g de galinha (preferência peito) 200 g de coração de galinha 200 g de lingüiça calabresa 200 g de salsichão tipo toscana 3 dentes de alho 3 cebolas médias 200 g de polpa de tomate 1/2 xícaras (chá) de arroz 2 copos de vinho branco cheiro verde a gosto manjericão manjerona cebolinha verde 6 colheres (sopa) de azeite de oliva sal e pimenta a gosto
• Modo de Preparo Pique as carnes em cubos e reserve. Pique a cebola e o alho. Em uma panela (preferência de ferro) aquecida, acrescente o azeite. Frite o alho e a cebola. Acrescente, a carne de gado, porco e galinha. Frite em separado o coração, a lingüiça e o salsichão depois, misture com as demais carnes. Acrescente o tomate (polpa), o manjericão e a manjerona, junte as carnes; espere formar um molho mais espesso. Acrescente o arroz, misturando bem. Acrescente o vinho, completando com água se necessário, para que fique bem molhado. Antes de servir, acrescente o cheiro verde e cebolinha, bem picados.

*TATU NA PANELA
• Ingredientes 1 pedaço de tatu (lagarto) 1 xícara de cebola picada 1 xícara de cerveja 200g copa ou salamito sal pimenta
• Modo de preparo: Colocar o tatu de véspera num tempero de cebolas cortadas, cerveja, pimenta e sal. Não furar a carne para não sair o suco, pois o tatu pode ficar muito seco depois. Numa panela de ferro bem quente, dourar as cebolas e colocar o tatu para fritar bem, de todos os lados, colocando um pouco de água, se necessário, para que a carne não queime. Acrescentar a copa ou salamito em fatias fininhas para fritar rapidamente, e em seguida o tempero em que o tatu ficou de molho na véspera, completando com um pouco de água. Tampar panela e deixar cozinhar. De dez em dez minutos dar uma mexida para virar a carne e revolver o molho. É importante não deixar a carne grudar no fundo da panela. Quando a carne estiver no ponto ideal e o molho reduzido , retire da panela e corte em fatias. "O tatu é a forma de chamar a parte do boi denominada lagarto em outros lugares."

*MONDONGO
• Ingredientes 1kg de mondongo 1 cebola 2 colheres de sopa de óleo 2 tomates sem pele e sem sementes tempero verde sal 1\4 de farinha de mandioca
• Modo de preparo Limpar o mondongo e aferventá-lo por 1 ou 2 horas, conforme a idade do boi (novo ou velho) para amolecer, colocando sal depois de meio mole, para não ressabiar. Limpar novamente e cortá-lo em tiras. Fazer um refogado com a cebola picada, gordura, os tomates em pele e sementes e tempero verde picado, sal a gosto. Acrescentar o mondongo refogando bem, adicionar um pouco o caldo. Minutos antes de servir, engrossar levemente o caldo com farinha de mandioca.

*TRIPA GROSSA
• Ingredientes 1 pedaço de tripa grossa 1 limão temperos
• Modo de preparo Após desvirar a tripa para limpar com limão e retirar a graxa excessiva, aferventar com temperos (cebola, tempero verde, louro, 1 dente de alho) o tempo necessário para amaciá-la. No dia seguinte, quando estiver cozida, pode ser preparada de três modos: 1) deixar secar a água e fritar; 2) assar no espeto; 3) rechear com um guisado de carne de vaca misturado com o de carne de porco e fretoar em gordura quente.

*TAPICHI
• Ingredientes 15 kg de terneiro, ou na falta deste, vitela 2 kg de farinha de milho fina 4 cebolas médias 1\2 kg de tomate 1 pimentão 4 dentes de alho pimenta verde ou em conserva 1 molho de tempero verde
• Modo de preparo Cozinhar em água e sal o terneiro ou vitela, cortado em pedaços médios. Depois de bem cozidos, desfiar toda a carne. Cortar a cebola, o tomate, o pimentão, o alho e a pimenta em guisado bem miúdo e fritar. Depois dos temperos fritos colocar a carne desfiada, misturando bem, até chegar ao “ponto”. Acrescentar um pouco de água até a carne ficar “molhada”. Colocar, logo após, tempero verde picado, engrossando com a farinha de milho. Servir com arroz branco, feijão e saladas verdes.

domingo, 21 de setembro de 2008

Adágios Gaúchos

"Mais triste que último dia de rodeio."
"Mais quieto que guri cagado."
"Mais curto que coice de porco."
"Mais bonita que laranja de amostra."
"Mais apressado que cavalo de carteiro."
"Judiado como filhote de passarinho em mão de piá."
"Frouxo como peido em bombacha."
"Firme que nem prego em polenta."
"Fino e comprido como pio de pinto."
"Feliz que nem lambari de sanga."
"Faceiro como mosca em rolha de xarope."
"Esparramado como dedo de pé que nunca entrou em bota."
"Esfarrapado que nem poncho de gaudério."
"Encardido como peleia de caudilho."
"Mais perdido que filho da puta em dia dos pais."
"Mais perdido que cusco em procissão."
"Mais perdido que sapo em cancha de bocha."
"Mais faceiro que mosca em tampa de xarope."
"Mais cheio que corvo em carniça de vaca atolada."
"Mais comprido que cuspe de bêbado."
"Mais conhecido que parteira de campanha."
"Mais constrangido que padre em puteiro."
"Mais chato que gilete caída em chão de banheiro."
"De boca aberta que nem burro que comeu urtiga."
"Mais medroso de cascudo atravessando galinheiro."
"Mais bonita que laranja de amostra."
"Mais baixo que vôo de marreca choca."
"Mais atirado que alpargata em cancha bocha."
"Mais sofrido que joelho de freira em Semana Santa."
"Mais apertada que bombacha de fresco."
"Mais ansioso que anão em comício."
"Feliz que nem lambari em sanga."
"Mais por fora que surdo em bingo."
"Mais angustiado que barata de ponta-cabeça."
"Mais por fora que quarto de empregada."
"Mais ligado que merda em tamanco."
"Mais assustado que véia em canoa."
"Mais faceiro que gúri de bombacha nova."
"Mais perdido que cego em tiroteio."
"Calmo que nem água de poço."
"Saracoteando mais que bolacha em boca de véia."
"Mais amontoado que uva em cacho."
"Mais pesado que sono de surdo."
"Solto que nem peido em bombacha."
"Mais curto que coice de porco."
"Firme que nem prego em polenta."
"Mai nojento que mocotó de ontem."
"Mais curto que estribo de anão."
"Mais ligado que rádio de preso."
"Mais grosso que dedo destroncado."
"Mais firme que palanque em banhado."
"Mais grosso que cintura de pato."
"Mais grosso que pino de patrola."
"Mais feio que resbalão de porco na lajota."
"Mais feio que Paraguaio baleado."
"Mais feio que coxar a mãe no tanque."
"Mais grudado que merda em tamanco de leitero."
"Mais baixo que vôo de marreca choca."
"Mais raro que enterro de anão."
"Mais sério que criança cagada."
"Mais fechado que baú de viúva."
"Mais perdido que anão em comício."
"Mais enfeitado que quarto de china."
"Mais informado que gerente de funerária."
"Mais por fora que cotuvelo de caminhoneiro."
"Mais por fora que joelho em mine-saia."
"Mais ligado que rádio de preso."
"Mais chato que chinelo de gordo."
"Mais mimoso que gato de solteirona".
"Mais por fora que rego de gordo".
"Mais velho que cagar sentado".
"Mais apertado que coleira de guaipeca".
"Mais cascudo que cotovelo de bodegueiro".
"Mais atrasado que risada de surdo".
"Atravessado feito cu de lagarto".
"Bagaceiro que nem papagaio de zona".
"Mais engraxado que telefone de açougueiro".
"Mais gasto que fundilho de tropeiro".
"Mais falso que idade de mulher".
"Se fazer de louco pra cagar perto de casa".
"Mais escondido que orelha de freira".
"Tão esperto que conhece o cego dormindo e o rengo sentado".
"Mais viajado do que cusco de cigano".
"Extraviado que nem chinelo de bêbado".
"Mais fácil que peidar dormindo".
"Mais feliz que puta em dia de pagamento de quartel".
"Faceiro que nem gordo em festa de criança".
"Mais grosso que cagalhão de tropeiro".
"Limpo como fogão de solteirona".
"Mais inútil que teta em homem".
"Mentir mais que viúva de padre".
"Molhado como peido de caganeira".
"Mais nervoso que anão em comício".
"Mais perfumado que mão de barbeiro".
"Quieto que nem guri cagado".
"Sofrer mais que sovaco de aleijado".
"Mais triste que tia em baile".

Lendas Gaúchas

M`boitatá
Foi assim: num tempo muito antigo, muito, houve uma noite tão comprida que pareceu que nunca mais haveria luz do dia. Noite escura como breu, sem lume no céu, sem vento, sem serenada e sem rumores, sem cheiro dos pastos maduros nem das flores da mataria. Os homens viveram abichornados, na tristeza dura; e porque churrasco não havia, não mais sopravam labaredas nos fogões e passavam comendo canjica insossa; os borralhos estavam se apagando e era preciso poupar os tições... Os olhos andavam tão enfarados da noite, que ficavam parados, horas e horas, olhando semver as brasas somente, porque as faíscas, que alegram, não saltavam, por falta do sopro forte de bocas contentes. Naquela escuridão fechada nenhum tapejara seria capaz de cruzar pelos trilhos do campo, nenhum flete crioulo teria faro nem ouvido nem vista para abter na querência; até nem sorro daria no seu próprio rastro! E a noite velha ia andando... ia andando... Minto: No meio do escuro e do silêncio morto, de vez em quando, ora duma banda ora doutra, de vez em quando uma cantiga forte, de bicho vivente, furava o ar: era o téu-téu ativo, que não dormia desde o entrar do último sol eque vigiava sempre, esperando a volta do sol novo, que devia vir e que tardava tanto já... Só o téu-téu de vez em quando cantava; o seu - quero-quero! - tão claro, vindo de lá do fundo da escuridão, ia se aguentando a esperança dos homens, amontoados no redor avermelhado das brasas. Fora disto, tudo omais era silêncio; e de movimento, então, nem nada. Minto: Na última tarde em que houve sol, quando o sol ia descambando para o outro lado das coxilhas, rumo do minuano, e de onde sobe a estrela-d'alva, nessa última tarde também desabou uma chuvarada tremenda; foi uma manga d'água que levou um tempão a cair, e durou... e durou... Os campos foram inundados; as lagoas subiram e se largaram em fias coleando pelos tacuruzais e banhados, que se juntaram, todos, num; os passos cresceram e todo aquele peso d'água correu para as sangas e das sangas para os arroios, que ficaram bufando, campo fora, campo fora, afogando as canhadas, batendo no lombo das coxilhas. E nessas coroas é que ficou sendo o paradouro da animalada, tudo misturado, no assombro. E eram terneiros e pumas, tourada e potrilhos, perdizes e guaraxains, tudo amigo, de puro medo. E então!... Nas copas dos butiás vinham encostar-se bolos de formigas; as cobras se enroscavam na enrediça dos aguapés; e nas estivas do santa-fé e das tiriricas boiavam os ratões e outros miúdos. E, como a água encheu todas as tocas, entrou também na da cobra-grande, a - boiguaçu- que, havia já muitas mãos de luas, dormia quieta, entanguida. Ela então acordou-se e saiu, rabeando. Começou depois a mortandade dos bichos e a boiguaçu pegou a comer carniça. Mas só comia os olhos e nada, nada mais. A água foi baixando, a carniça foi cada vez engrossando, e a cada hora mais olhos a cobra-grande comia. Cada bicho guarda no corpo o sumo do que comeu. A tambeira que só come trevo maduro, dá no leite o cheiro doce do milho verde; o cerdo que come carne de bagualnem vinte alqueires de mandioca o limpam bem; e o socó tristonho e o biguá matreiro até no sangue têm cheiro de pescado. Assim também, nos homens, que até sem comer nada, dão nos olhos a cor de seus arrancos. O homem de olhos limpos é guapo e mão-aberta; cuidado com os vermelhos; mais cuidado com os amarelos; e, toma tenência doble com os raiados e baços!... Assim foi também, mas doutro jeito, com a boiguaçu, que tantos olhos comeu. Todos - tantos, tantos! que a cobra-grande comeu -, guardavam, entrenhado e luzindo, um rastilho da última luz que eles viram do último sol, antes da noite grande que caiu... E os olhos - tantos, tanto! - com um pingo de luz cada um, foram sendo devorados; no princípio um punhado, ao depois uma porção, depois um bocadão, depois, como uma braçada... E vai, Como a boiguaçu não tinha pêlos como o boi, nem escamas como o dourado, nem penas como o avestruz, nem casca como o tatu, nem couro grosso como a anta, vai, o seu corpo foi ficando transparente, transparente, clareando pelos miles de luzezinhas, dos tantos olhos que foram sendo esmagados dentro dele, deixando cada qual sua pequena réstia de luz. E vai, afinal, a boiguaçu toda já era uma luzerna, um clarão sem chamas, já era um fogaréu azulado, de luz amarela e triste e fria, saída dos olhos, que fora guardada neles, quando ainda estavam vivos. Foi assim e foi por isso que os homens, quando pela primeira vez viram a boiguaçu tão demudada, não a conheceram mais. Não conheceram e julgando que era outra, muito outra, chamam-na desde então, de boitatá, cobra do fogo, boitatá, a boitatá! E muitas vezes a boitatá rondou as rancherias, faminta, sempre que nem chimarrão. Era então que o téu-téu cantava, como o bombeiro. E os homens, por curiosos, olhavam pasmados, para aquele grande corpo de serpente, transparente - tatá, de fogo- que media mais braças que três laços de conta e ia aluminando baçamente as carquejas... E depois, choravam. Choravam, desatinados do perigo, pois as suas lágrimas também guardavam tanta ou mais luz que só os olhos e a boitatá ainda cobiçava os olhos vivos dos homens, que já os das carniças a enfaravam... Mas, como dizia: na escuridão só avultava o clarão baço do corpo da boitatá, e era ela que o téu-téu cantava de vigia, em todos os flancos da noite. Passado um tempo, a boitatá morreu: de pura fraqueza morreu, porque os olhos comidos encheram-lhe o corpo mas lhe não deram substância, pois que sustância não tem a luz que os olhos em si entranhada tiveram quando vivos... Depois de rebolar rabiosa nos montes de carniça, sobre os couros pelados, sobre as carnes desfeitas, sobre as cabelamas soltas, sobre as ossamentas desparramadas, o corpo dela desmanchou-se, também como cousa da terra, que se estraga de vez. E foi então, que a luz que estava presa se desatou por aí. E até pareceu cousa mandada: o sol apareceu de novo! Minto: apareceu sim, mas não veio de supetão. Primeiro foi-se adelgaçando o negrume, foram despontando as estrelas; e estas se foram sumindo no coloreado do céu; depois se foi sendo mais claro, mais claro, e logo, na lonjura, começou a subir um rastro de luz..., depois a metade de uma cambota de fogo... e já foi o sol que subiu, subiu, subiu, até vir a pino e descambar, como dantes, e desta feita, para igualar o dia e a noite, em metades, para sempre. Tudo o que morre no mundo se junta à semente de onde nasceu, para nascer de novo; só a luz da boitatá ficou sozinha, nunca mais se juntou com a outra luz de que saiu. Anda arisca e só, nos lugares onde quanta mais carniça houve, mais se infesta. E no inverno, de entanguida, não aparece e dorme, talvez entocada. Mas de verão, depois da quentura dos mormaços, começa então o seu fadário. A boitatá, toda enroscada, como uma bola - tatá, de fogo! -, empeça a correr o campo, coxilha abaixo, lomba acima, até que horas da noite!... É um fogo amarelo e azulado, que não queima a macega seca nem aquenta a água dos manatiais; e rola, gira, corre, corcoveia e se despenca e arrebenta-se, apagado... e quando um menos espera, aparece, outra vez, do mesmo jeito! Maldito! Tesconjuro! Quem encontra a boitatá pode até ficar cego... Quando alguém topa com ela só tem dois meios de se livrar: ou ficar parado, muito quieto, de olhos fechados apertado e sem respirar, até ir-se ela embora, ou, se anda a cavalo, desenrodilhar o láco, fazer uma armada grande e atirar-lha por cima, e tocar a galope, trazendo o laço de arrasto, todo solto, até a ilhapa! A boitatá vem acompanhando o ferro da argola... mas de repente, batendo numa macega, toda se desmancha, e vai esfarinhando a luz, para emulitar-se de novo, com vagar, na aragem que ajuda. Campeiro precatado! Reponte o seu gado de querência da boitatá: o pastiçal, aí, faz peste... Tenho visto!


Negrinho do Pastoreio
No tempo dos escravos, havia um estancieiro muito ruim, que levava tudo por diante, a grito e a relho. Naqueles fins de mundo, fazia o que bem entendia, sem dar satisfação a ninguém. Entre os escravos da estância, havia um negrinho, encarregado do pastoreio de alguns animais, coisa muito comum nos tempos em que os campos de estância não conheciam cerca de arame; quando muito alguma cerca de pedra erguida pelos próprios escravos, que não podiam ficar parados, para não pensar bobagem... No mais, os limites dos campos eram aqueles colocados por Deus Nosso Senhor: rios, cerros, lagoas. Pois de uma feita o pobre negrinho, que já vivia as maiores judiarias às mãos do patrão, perdeu um animal no pastoreio. Prá quê! Apanhou uma barbaridade atado a um palanque e depois, cai-caindo, ainda foi mandado procurar o animal extraviado. Como a noite vinha chegando, ele agarrou um toquinho de vela e uns avios de fogo, com fumo e tudo e saiu campeando. Mas nada! O toquinho acabou, o dia veio chegando e ele teve que voltar para a estância. Então foi outra vez atado ao palanque e desta vez apanhou tanto que morreu, ou pareceu morrer. Vai daí, o patrão mandou abrir a "panela" de um formigueiro e atirar lá dentro, de qualquer jeito, o pequeno corpo do negrinho, todo lanhado de laçaço e banhando em sangue. No outro dia, o patrão foi com a peonada e os escravos ver o formigueiro. Qual não é a sua surpresa ao ver o negrinho do pastoreio vivo e contente, ao lado do animal perdido. Desde aí o Negrinho do Pastoreio ficou sendo o achador das coisas extraviadas. E não cobra muito: basta acender um toquinho de vela ou atirar num cano qualquer naco de fumo.

Salamanca do Jaraú
No tempo dos padres jesuítas, existia um moço sacristão no Povo de Santo Tomé, na Argentina, do outro lado do rio Uruguai. Ele morava numa cela de pedra nos fundos da própria igreja, na praça principal da aldeia. Ora, num verão mui forte, com um sol de rachar, ele não conseguiu dormir a sesta. Vai então, levantou-se, assoleado e foi até a beira da lagoa refrescar-se. Levava consigo uma guampa, que usava como copo. Coisa estranha: a lagoa toda fervia e largava um vapor sufocante e qual não é a surpresa do sacristão ao ver sair d'água a própria Teiniaguá, na forma de uma lagartixa com a cabeça de fogo, colorada como um carbúnculo. Ele, homem religioso, sabia que a Teiniaguá - os padres diziam isso!- tinha partes com o Diabo Vermelho, o Anhangá-Pitã, que tentava os homens e arrastava todos para o inferno. Mas sabia também que a Teiniaguá era mulher, uma princesa moura encantada jamais tocada por homem. Aquele pelo qual se apaixonasse seria feliz para sempre. Assim, num gesto rápido, aprisionou a Teiniagá na guampa e voltou correndo para a igreja, sem se importar com o calor. Passou o dia inteiro metido na cela, inquieto, louco que chegasse a noite. Quando as sombras finalmente desceram sobre a aldeia, ele não se sofreu: destampou a guampa para ver a Teiniaguá. Aí, o milagre: a Teiniaguá se transformou na princesa moura, que sorriu para ele e pediu vinho, com os lábios vermelhos. Ora, vinho só o da Santa Missa. Louco de amor, ele não pensou duas vezes: roubou o vinho sagrado e assim, bebendo e amando, eles passaram a noite. No outro dia, o sacristão não prestava para nada. Mas, quando chegou a noite, tudo se repetiu. E assim foi até que os padres finalmente desconfiaram e numa madrugada invadiram a cela do sacristão. A princesa moura transformou-se em Teiniaguá e fugiu para as barrancas do rio Uruguai, mas o moço, embriagado pelo vinho e de amor foi preso e acorrentado. Como o crime era horrível - contra Deus e a Igreja! - foi condenado a morrer no garrote vil, na praça, diante da igreja que ele tinha profanado. No dia da execução, todo o Povo se reuniu diante da igreja de São Tomé. Então, lá das barrancas do rio Uruguai a Teiniaguá sentiu que seu amado corria perigo. Aí, com todo o poder de sua magia, começou a procurar o sacristão abrindo rombos na terra, um valos enormes, rasgando tudo. Por um desses valos ela finalmente chegou à igreja bem na hora em que o carrasco ia garrotear o sacristão. O que se viu foi um estouro muito grande, nessa hora, parecia que o mundo inteiro vinha abaixo, houve fogo, fumaça e enxofre e tudo afundou e tudo desapareceu de vista. E quando as coisas clarearam a Teiniaguá tinha libertado o sacristão e voltado com ele para as barrancas do rio Uruguai. Vai daí, atravessou o rio para o lado de cá e ficou uns três dias em São Francisco de Borja, procurando um lugar afastado onde os dois apaixonados pudessem viver em paz. Assim, foram parar no Cerro do Jarau, no Quaraim, onde descobriram uma caverna muito funda e comprida. E lá foram morar, os dois. Essa caverna, no alto do Cerro, ficou encantada. Virou Salamanca, que quer dizer "gruta mágica", a Salamanca do Jarau. Quem tivesse coragem de entrar lá, passasse 7 Provas e conseguisse sair, ficava com o corpo fechado e com sorte no amor e no dinheiro para o resto da vida. Na Salamanca do Jarau a Teiniaguá e o sacristão se tornaram os pais dos primeiros gaúchos do Rio Grande do Sul. Ah, ali vive também a Mãe do Ouro, na forma de uma enorme bola de fogo. Às vezes, nas tardes ameançando chuva, dá um grande estouro numa das cabeças do Cerro e pula uma elevação para outra. Muita gente viu.

Angoéra
Nos sete povos das Missões, no Pirapó, ainda no tempo dos padres jesuítas, vivia um índio muito triste, que se escondia de tudo e de todos pelos matos e peraus. Era um verdadeiro fantasma e por isso era chamado de Angoéra (fantasma, em guarani). E fugia da igreja como o diabo da cruz! Mas um dia a paciência dos padres valeu mais e o Angoéra foi batizado, convertendo-se à fé cristã e deixando de vagar pelos rincões escondidos. Recebeu o nome de Generoso e tornou-se alegre e bom, mui amigo de festas e alegrias. E um dia morreu, mas sua alma alegre e festeira continuou por aí, até hoje, campeando diversão. Onde tenha um fandango, lá anda rondando a alma do Generoso. Se rufa uma viola sozinha, é a mão dele. Se se ouve uma risada galponeira ou se se levanta de repente a saia de alguma moça, todos sabem - é ele. Quando isto acontece, o tocador que está animando a festa deve cantar em sua homenagem: "Eu me chamo Generoso, morador de Pirapó. Gosto muito de dançar com as moças, de paletó".

O Caverá
O Caverá é uma região na fronteira-oeste do Rio Grande do Sul, ouriçada de cerros, que se estende entre Rosário do Sul e Alegrete. Na Revolução de 1923, entre os maragatos (os revolucionários) e os chimangos (os legalistas) o Caverá foi o santuário do caudilho maragato Honório Lemes, justamente apelidado "O Leão do Caverá". Diz a lenda que a região, no passado, era território de uma triba dos Minuanos, índios bravios dos campos, ao contrário dos Tapes e Guaranis gente mais do mato. Entre esses Minuanos, destacava-se a figura de Camaco, guerreiro forte e altivo, mas vivendo uma paixão não correspondida por Ponaim, a princesinha da tribo, que só amava a própria beleza... Os melhores frutos de suas caçadas, os mais valiosos troféus de seus combates, Camaco vinha depositar aos pés de Ponaim, sem conseguir dela qualquer demonstração de amor. Um dia, achando que lhe dava uma tarefa impossível, Ponaim disse que só se casaria com Camaco se ele trouxesse a pele do Cervo Berá para forrar o leito do casamento. O Cervo Berá era um bicho encantado, com o pelo brilhante - daí o seu nome. O mato era dele: Caa-Berá, Caaverá, Caverá, finalmente. Então Camaco resolveu caçar o cervo encantado. Montando o seu melhor cavalo, armado com vários pares de boleadeiras, saiu a restrear, dizendo que só voltaria depois de caçar e courear o Cervo Berá. Depois de muitas luas, num fim de tarde ele avistou a caça tão procurada na aba do cerro. O cervo estava parado, cabeça erguida, desafiador, brilhando contra a luz do sol morrente. Sem medo, Camaco taloneou o cavalo, desprendeu da cintura um par de boleadeiras e fez as pedras zunirem, arrodeando por cima da cabeça. Então, no justo momento em que o Cervo Berá deu um salto para a frente quando o guerreiro atirou as Três Marias, houve um grande estouro no cerro e uma cerração muito forte tapou tudo. Durante três dias e três noites os outros índios campearam Camaco e seu cavalo, mas só acharam uma grande caverna que tina se rasgado na pedra dura do cerro e por onde, quem sabe, Camaco e seu cavalo tinham entrado a galope atrás do Cervo Berá para nunca mais voltar.
João de Barro
Contam os índios que, há muito tempo, numa tribo do sul do Brasil, um jovem se apaixonou por uma moça de grande beleza. Melhor dizendo: apaixonaram-se. Jaebé, o moço, foi pedi-la em casamento. O pai dela perguntou: - Que provas podes dar de sua força para pretender a mão da moça mais formosa da tribo? - As provas do meu amor! - respondeu o jovem. O velho gostou da resposta mas achou o jovem atrevido. Então disse: - O último pretendente de minha fila falou que ficaria cinco dias em jejum e morreu no quarto dia. - Eu digo que ficarei nove dias em jejum e não morrerei. Toda a tribo se espantou com a coragem do jovem apaixonado. O velho ordenou que se desse início à prova. Enrolaram o rapaz num pesado couro de anta e ficaram dia e noite vigiando para que ele não saísse nem fosse alimentado. A jovem apaixonada chorou e implorou à deusa Lua que o mantivesse vivo para seu amor. O tempo foi passando. Certa manhã, a filha pediu ao pai: - Já se passaram cinco dias. Não o deixe morrer. O velho respondeu: - Ele é arrogante. Falou nas forças do amor. Vamos ver o que acontece. E esperou até até a última hora do novo dia. Então ordenou: - Vamos ver o que resta do arrogante Jaebé. Quando abriram o couro da anta, Jaebé saltou ligeiro. Seu olhos brilharam, seu sorriso tinha uma luz mágica. Sua pele estava limpa e cheirava a perfume de amêndoa. Todos se espantaram. E ficaram mais espantados ainda quando o jovem, ao ver sua amada, se pôs a cantar como um pássaro enquanto seu corpo, aos poucos, se transformava num corpo de pássaro! E exatamente naquele momento, os raios do luar tocaram a jovem apaixonada, que também se viu transformada em um pássaro. E, então, ela saiu voando atrás de Jaebé, que a chamava para a floresta onde desapareceu para sempre Contam os índios que foi assim que nasceu o pássaro joão-de-barro. A prova do grande amor que uniu esses dois jovens está no cuidado com que constroem sua casa e protegem os filhotes. E os homens amam o joão-de-barro porque lembram da força de Jaebé, uma força que vinha do amor e foi maior que a morte.

Quero-Quero
Quando a Sagrada Família fugia para o Egito, com medo das espadas dos soldados do rei Herodes, muitas vezes precisou se esconder no campo, quando os perseguidores chegavam perto. Numa dessas vezes, Nossa Senhora, escondendo o Divino Piá, pediu a todos os bichos que fizessem silêncio, que não cantassem, porque os soldados do reii podiam ouvir e dar fé. Todos obedeceram prontamente, mas o Quero-quero, não: queria-porque-queria cantar. E dizia: Quero! Quero! Quero! E tanto disse que foi amaldiçoado por Nossa Senhora: ficou querendo até hoje.



Umbú
O Umbu é uma árvore grande e folhuda que cresce no pampa. Muitas vezes é solitária, erguendo-se única no descampado e atrai os campeiros, os tropeiros, os carreteiros que fazem pouso sob sua proteção. O tronco do Umbu é muito grosso, as raízes fora da terra são grandes, mas ninguém usa a madeira da árvore - não serve para nada, mesmo. É farelenta, quebradiça, parece feita de uma casca em cima da outra. Por quê? Pois não vê que quando Deus Nosso Senhor criou o mundo, ao fazer as árvores perguntava a cada uma delas o que queria na terra. A laranjeira, o pessegueiro, a macieira, a pereira e assim por diante, quiseram frutos deliciosos. O pau-ferro, o angico, o ipé, o açoita-cavalo, a guajuvira, pediram madeira forte. - E tu, Umbu, queres também frutos doces e madeira forte? - Nada, Senhor. - respondeu o Umbu. - Eu quero apenas folhas largas para as sesteadas dos gaúchos e uma madeira tão fraca que se quebre ao menor esforço. - A sombra, Eu compreendo - disse o Senhor. - Mas porque a madeira fraca? - Porque eu não quero que algum dia façam dos meus braços a cruz para o martírio de um justo. E Deus Nosso Senhor, que teve o filho crucificado, atendeu o pedido do Umbu.

M`bororé
No tempo dos Sete Povos das Missões, havia um índio velho muito fiel aos padres jesuítas, chamado MBororé. Com a chegada dos invasores portugueses e espanhóis, os padres precisaram fugir levando em carretas os tesouros e bens que pudessem carregar. Assim, amontoaram o muito que não podiam levar consigo – ouro, prata, alfaias, jóias, tudo!- e construíram ao redor uma casa branca, sem porta e sem janela. Para evitar a descoberta da casa pelo inimigo e o conseqüente saqueio, deixaram o velho índio fiel MBororé cuidando, com ordens severas de só entregar o tesouro quando os jesuítas voltassem às Missões. Mas os jesuítas nunca mais voltaram. Com o passar dos anos, o velho índio morreu e o tempo foi marcando tudo, deixando as ruínas de pé como as cicatrizes de um sonho que acabou. Acabou? Não. A Casa de MBororé continua lá num mato das Missões, imaculadamente branca, cuidada pela alma do índio fiel que ainda espera a volta dos jesuítas. Às vezes, algum mateiro –lenhador ou caçador- dá com ela, de repente, num campestre qualquer. Imediatamente dá-se conta de que é a Casa de MBororé, cheia de tesouros. Resolve então marcar bem o local para voltar com ferramentas e abrir a força a casa que não tem porta nem janela. Guarda bem o lugar na memória pelas árvores tais e tais, pela direção do sol e coisas assim. Sai, volta com ferramentas, só que nunca mais acha de novo a Casa Branca de MBororé, sem porta e sem janela.”

Lagoa Vermelha
A primeira tentativa dos padres jesuítas, que resultou na fundação de 18 Povos Missioneiros no Rio Grande do Sul, deu em nada. Os bandeirantes de Piratininga, que haviam arrasado as reduções do Guairá caçando e escravizando índios para a escravidão das lavouras de cana-de-açúcar de São Paulo e Rio de Janeiro, quando souberam que os padres tinham vindo mais para o sul e erguido suas aldeias no Tape, vieram aqui fazer o que sabiam fazer. Assim e aos poucos, os padres tiveram que refluir para o oeste, fazendo agora na volta o mesmo caminho que tinham feito na vinda. E nessa fuga tratavam de levar consigo tudo o que podiam carregar. O que não podiam, queimavam ou enterravam. Casas, plantações, até igrejas foram incendiadas, para que nada ficasse ao emboaba agressor. Pois diz-que numa dessas avançava pelo Planalto, no rumo da Serra, uma carreta carregada de ouro e prata, fugindo das Missões. Ali vinha a alfaia das igrejas, candelabros, castiçais, moedas, ouro em pó, um verdadeiro tesouro cujo peso faziam os bois peludearem. Com a carreta, alguns índios e padres jesuítas e atrás deles, sedentos de sangue e ouro, os bandeirantes. Ao chegarem às margens de uma lagoa, não puderam mais. Desuniram os boise atiraram a carreta com toda a sua preciosa carga na lagoa, muito profunda. E vai então os padres mataram os índios carreteiros e atiraram os corpos n'água, para que não contassem a ninguém onde estava o tesouro. Com o sangue dos mortos, a lagoa ficou vermelha. E lá está, até hoje. Ao seu redor, cresceu uma bela cidade, que tomou seu nome - Lagoa Vermelha. E cada que um dos seus moradores passa na beira das águas coloradas, lembra que ali ninguém se banha, nem pesca, e segundo a tradição, a lagoa não tem fundo. E nas secas mais fortes e nas chuvaradas mais brabas, o nível da lagoa é sempre o mesmo.
*Retiradas do site Lendas Gaúchas

O Gaúcho


"Quem nasceu no Rio Grande do Sul,

pode ou não ser gaúcho,

pois gaúcho não é pátria e sim tradição”.


O Gaúcho não é unicamente o indivíduo natural do Estado do Rio Grande do Sul. O Gaúcho é o homem cavaleiro das Américas, que recebe na Argentina e no Uruguai o nome de Gaucho, no Brasil de Gaúcho, no Chile de Guaso, na Venezuela de Ilanero, no México Charroe, nos Estados Unidos de Cowboy. O Gaúcho é o vaqueiro, é o homem ligado ao campo e ao gado é o homem que existe para enfrentar a intempérie, o vento, a chuva, o trovão e tomar conta dos animais. Ele que inicialmente era simplesmente um caçador, tornou-se um verdadeiro protetor da ecologia. Para o Gaúcho, a única forma de viver é no campo e ao ar livre, no lombo do cavalo.


::: Algumas características do Gaúcho

- Apego ao rural, ao cavalo, ao boi, à natureza;

- Apego à querência, à pátria, aos valores de tradição;

- Preservação da cultura;

- Apego ao fogo-de-chão, ao mate, à tertúlia, ao churrasco;

- Apego à família;

- Apego aos bailes e cantorias.


Revolução Farroupilha


História do Rio Grande do Sul

Telmo Remião Moure

Editora FTD S.A.


Um dos temas mais comuns nos livros de História do Brasil é a Guerra dos Farrapos. Observado a partir da perspectiva central agro-exportadora brasileira, o movimento farroupilha riograndense perde qualidade, veracidade e atinge o prosaico. Mesmo na historiografia e na literatura produzidas no Rio Grande do Sul há distorções que confundem os fatos. Alguns fazem apologia dos heróis e condenam os traidores. Outros tentam desmistificar, mas pouco acrescentam ao conhecimento do contexto, às motivações e conseqüências do movimento dos farrapos. Colocam-se como discussões o caráter separatista ou não do movimento, gerando posições apaixonadas ou constrangedoras para a problemática da identidade regional e nacional. Estudos históricos e produções literárias mais recentes têm sido mais objetivos. O movimento farroupilha rio-grandense fez parte de exigências locais e esteve inserido no jogo das questões nacionais e internacionais típicas da primeira metade do século XIX. Com base nessa historiografia mais recente, pretende-se compreender as relações do movimento farroupilha no contexto brasileiro, platino e do mundo ocidental. Além disso, responder a indagações como: quem fez e por que fez a guerra? Quais os interesses em jogo na eclosão e duração do movimento? De que forma foi realizada a paz e por que ela apresenta um certo espírito de "comemoração" entre os legalistas e insurretos? Finalmente, criticar as reivindicações dos farrapos a partir da constatação dos limites da pecuária rio-grandense. A época e suas relações com a revolta farroupilha Naquela época, o liberalismo econômico estava derrubando estruturas antigas, calcadas nos monopólios e regimes políticos autoritários e absolutistas. O constitucionalismo surgia como fundamental à história da humanidade. No entanto, os processos de emancipação política e de formação do Estado Nacional brasileiro foram centralizadores e autoritários. Os regionalismos não foram respeitados. Não ocorreram autonomias tanto para interferirem na indicação dos administradores provinciais como na capacidade de legislar em assembléias regionais. As elites regionais se ressentiram com a dissolução da Assembléia Constituinte de 1823, a outorga da Carta de 1824, as políticas tarifárias não protecionistas, a censura e as perseguições políticas aos inimigos da corte do Rio de Janeiro. Algumas dessas elites recorreram à insurreição armada, sempre reprimidas e vencidas pelo centralismo monárquico. Foram as classes dominantes do Pará e do Amazonas que iniciaram a Cabanagem. O mesmo ocorreu na deflagração da Balaiada, no Maranhão. Nessa e em outras revoltas os setores dominantes foram surpreendidos pela participação crescente dos segmentos dominados. A emergência dessas camadas preocupava as elites porque elas extrapolavam os objetivos iniciais dos movimentos, voltando-se contra a estrutura de dominação social. Outras revoltas, como a dos farrapos, não permitiram que setores mais populares, e dominados socialmente, extrapolassem os objetivos estabelecidos pelas elites locais. A Guerra dos Farrapos foi um movimento da classe dominante rio-grandense, em oposição ao centralismo exercido pela corte do Rio de Janeiro, e só. Participação de grupos sociais A maior parte dos criadores e charqueadores engajaram-se como militantes ou financiando a insurreição. Os comerciantes, em sua maioria, assumiram posição defensiva ao lado do governo monárquico, chamados de legalistas. Intrigas entre os chefes políticos pecuaristas produziram deserções ou posicionamentos opostos ao longo do movimento. Os habitantes de Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande, na época as principais cidades do Rio Grande do Sul, nunca aderiram, em sua totalidade, ao movimento. Cabe destacar que Porto Alegre, a principal base de sustentação dos legalistas, ganhou o título de "mui leal e valorosa" do monarca brasileiro. A República Rio-Grandense criada no dia 11 de setembro de 1836, teve como sedes administrativas as cidades de Piratini, Caçapava e Alegrete, expressando nas mudanças a fragilidade estratégico-militar do movimento. A revolta teve mais apoio no meio rural (junto a pecuária extensiva). O movimento não foi acolhido pelos imigrantes germânicos que já iniciavam a ocupação da encosta do planalto meridional (São Leopoldo, Montenegro, Caí e arredores). Nas cidades, os comerciantes e os segmentos sociais, em geral, dividiram-se, mas pouco fizeram a favor ou contra. O movimento farroupilha rio-grandense nunca dominou um porto, por tempo razoável, para escoar produtos e, assim, garantir a sobrevivência imediata dos insurretos. Realizaram a tomada de Laguna, buscando alcançar um porto mais permanente, mas foram derrotados e expulsos, em pouco mais de três meses. A questão dos "heróis" A Guerra dos Farrapos tem garantido à historiografia oficial e à ideologia dominante extensa "galeria de heróis", muitas vezes equiparados aos semideuses, e a guerra equiparada a uma "epopéia". Outras vezes, os personagens são denunciados como "oportunistas", "contrabandistas", etc. Certamente os episódios históricos de 1835 a 1845 podem ensejar referenciais importantes à problemática de símbolos e identidades sociais e nacionais. Mas é necessário compreender que o movimento dos farroupilhas passou por análises teóricas relacionadas ao republicanismo, constitucionalismo e cidadania. Vários foram os pensadores que se ativeram aos temas, deixando registros dessas discussões. Mais do que isso, os "heróis" não podem ofuscar o que os farrapos não visualizavam: uma sociedade entravada, com uma pecuária debilitada, sem perspectivas de avanços no mercado altamente competitivo que se desenvolvia a partir do século XIX. Além disso, o movimento farroupilha lutou pelos interesses da classe dominante pecuarista rio-grandense, descaracterizando-se, portanto, uma visão mais abrangente, com justiça distributiva. Bento Gonçalves da Silva, Bento Manuel Ribeiro, Davi Canabarro, Antônio de Souza Neto e muitos outros eram pecuaristas ou estavam envolvidos com a pecuária. Todos lutaram nas guerras empreendidas por lusos-brasileiros na bacia Platina, desde a conquista militar dos Sete Povos das Missões, passando pela Guerra Cisplatina. Depois de 1845, muitos continuaram lutando com os vizinhos platinos. Merece destaque a figura de um mercenário, Guiseppe Garibaldi, que também lutou ao lado de Rivera, no Uruguai, e participou das guerras pela unificação da Itália. Outros mercenários participaram da Guerra dos Farrapos ou estiveram engajados nas tropas inimigas (legalistas). Insurreição ou Revolução? A insurreição que os farrapos preferiam chamar de revolução durou dez anos. Fazer revolução significava avançar na História, mesmo para os segmentos dominantes doinício do século XIX. Aliás, a revolução implicava o uso da força, legitimando o movimento. Os exemplos das elites dominantes da América do Norte, França e Inglaterra estimulavam processos revolucionários com objetivos de destruir o arcaico, o antigo, o ultrapassado. Só que os farroupilhas não questionaram a escravidão em seu sistema produtivo nem ao menos tiveram condições de ensaiar planos de liberdade e crescimento econômico. Identificaram-se mais com o conflito centro versus periferia. Por isso, é incorreto chamar o movimento de revolução. Foi uma guerra civil entre segmentos sociais dominantes. Além disso, a escravidão era a "doença" que o paciente não aceitava ter. Preferia dirigir suas críticas à falta de protecionismo alfandegário. Esquecia-se ou não queria entender que a estrutura produtiva da charqueada rio-grandense retraía a capacidade de competir com os similares platinos. Este sim era o principal problema da pecuária rio-grandense, que só teve espaço no mercado enquanto os concorrentes platinos estavam envolvidos em guerras contra o domínio espanhol ou na disputa pelo controle do Estado Nacional. Foi sintomático: de 1831 em diante, os platinos entraram em período de relativa paz, voltaram a criar gado e produzir charque sem os inconvenientes das guerras. Com isso, o charque rio-grandense entrou em colapso. Em 1835 eclodia o movimento farroupilha. Resultados do Movimento Por dez anos, a guerra civil prejudicou o setor pecuarista. As perdas foram muito maiores do que os lucros políticos e econômicos do movimento. Os pecuaristas saíram mais endividados junto aos comerciantes e banqueiros. Propriedades rurais, gado e escravos foram perdidos e tornou-se muito difícil repô-los posteriormente. A paz honrosa de Poncho Verde, em 1845, acomodou as crescentes dificuldades dos farrapos, pois não interessava ao governo monárquico reprimir uma elite econômica. Aos oficiais do Exército farroupilha foram oferecidas possibilidades de se incorporarem aos quadros do Exército nacional. Líderes presos foram libertados e a anistia foi geral e imediata. Antes e depois da Guerra dos Farrapos, os rio-grandenses lutaram contra os platinos, defendendo militarmente os interesses da coroa portuguesa e, a partir de 7 de setembro de 1822, os da corte brasileira. Ou seja, interessava ao governo do Rio de Janeiro assinar o acordo de Poncho Verde porque a política externa brasileira ainda necessitaria dos serviços militares (sempre disponíveis) da Guarda Nacional formada por estancieiros e peões rio-grandenses. Quanto à política tarifária, medidas sem expressividade e pouco duradouras tentaram transparecer um melhor tratamento dado ao produto nacional. A estrutura produtiva ultrapassada (baseada na escravidão) não foi alvo de preocupações. A sensação que existe hoje, passado um século e meio, é a de que as motivações daquele movimento não foram superadas. Por um lado, o Rio Grande do Sul continua em situação de mando político dependente, com uma economia pouco beneficiada no processo de acumulação capitalista que se reproduz no Brasil. Por outro, o Rio Grande do Sul não consegue "enxergar o próprio umbigo" e compreender que suas dificuldades resultam da forma como tem sido realiada sua inserção como sócio menor no sistema capitalista brasileiro. Expressando-se de forma figurativa, o Rio Grande do Sul continua produzindo e vendendo charque, subsidiando (perifericamente) o funcionamento do mercado exportador brasileiro e sem cacife no processo político-decisório nacional. Manifestos de Bento Gonçalves "Compatriotas! O amor à ordem e à liberdade, a que me consagrei desde minha infância, arrancaram-me do gozo do prazer da vida privada para correr covosco à salvação de nossa querida pátria. Via a arbitrariedade entronizada e não pude ser mais tempo surdo a vossos justos clamores; pedistes a cooperação de meu braço e dos braços que me acompanham, e voei à capital a fim de ajudar-vos a sacudir o jugo que com a mão de um inepto administrador vos tinha imposto uma facção retrógrada e antinacional." "A inaptidão que desde logo mostrou para tão elevado cargo e a versatilidade de caráter do Sr. Braga favoreceram os desígnios dos perversos, que nele acharam o instrumento de seu rancor contra os livres; e no poder anexo a presidência o meio de saciar suas ignóbeis vinganças." "O Governo de sua Majestade Imperial, o Imperador do Brasil, tem consentido que se avilte o Pavilhão Brasileiro, por uma covardia repreensível, pela má escola dos seus diplomatas e pela política falsária e indecorosa de que usa para com as nações estrangeiras. Tem feito tratados com potências estrangeiras, contrários aos interesses e dignidade da Nação. Faz pesar sobre o povo gravosos impostos e não zela os dinheiros públicoos... Faz leis sem utilidades públicas e deixa de fazer outras de vital interesse para o povo... Não administra as províncias imparcialmente... Tem conservado cidadão longo tempo presos, sem processo de que constem seus crimes." Proclamação Sala das sessões da Asembléia Constituinte e Legislativa (Alegrete, 1843) RIO-GRANDENSES! Está satisfeito o voto nacional. Chegou finalmente a época em que vossos Representantes reunidos em Assembléia Geral vão formar a Constituição Política, ou a Lei fundamental do Estado. Desde o primeiro período de nossa Revolução, desde o primeiro grito de nossa Independência, é este sem dúvida um dos sucessos mais memoráveis, que deve ocupar um dia as páginas da história. Dentro em pouco tempo o edifício social será levantado sobre bases certas e inalteráveis. ... Concidadãos! Os destinos da Pátria dependem principalmente de vossa constância e valor. Nesta luta de liberdade contra a tirania vós tendes dado um exemplo heróico do mais nobre, desinteressado patriotismo, e vossos dolorosos sacrifícios assaz provam, quanto pode uma Nação generosa, e magnâmica, que jurou não ser escrava.



Antônio Augusto Fagundes Curso de Tradicionalismo Gaúcho Martins Livreiro Editor, 1995


1501 Caravelas portuguesas, primeiro e logo depois as espanholas começam a aparecer nas costas gaúchas, mas sem desembarque, porque as praias eram perigosas e não havia portos naturais.


1531 Os navegantes portugueses Martim Afonso de Souza e Pero Lopes, sem desembarcar nas praias gaúchas, batizam com o nome de Rio Gande de São Pedro a barra que vai permitir mais tarde a passagem de navios do Oceano Atlântico para a Lagoa dos Patos.


1626 O padre jesuíta Roque Gonzalez de Santa Cruz, nascido no Paraguai, atravessa o rio Uruguai e funda o povo de São Nicolau, assinalando oficialmente a chegada o homem branco ao território gaúcho. 1634 O padre jesuíta Cristobal de Mendonza Orellana (Cristóvão de Mendonza) introduzo gado nas Missões Orientais, o que vai justificar mais tarde o surgimento do gaúcho.


1641 Os jesuítas são expulsos do Rio Grande do Sul pelos bandeirantes, depois de fundarem 18 reduções ou povos. Essas aldeias foram todas arrasadas e o gado, um pouco foi escondido ba Vacara dos Pinhais, outro pouco levaram para a Argentina na sua fuga e a maior parte se esparramou, virando "chimarrão", que quer dizer selvagem. Graças ao padre Cristóvão Mendonza, esse gado, que não tinha marca nem sinal, ficou também chamado "orelhano".


1682 Os bandeirantes estão ocupados com o ouro e as pedras preciosas das Gerais, esquecendo os nossos índios. Voltam então os jesuítas espanhóis ao solo gaúcho, fundando primeiro São Francisco de Borja, hoje a cidade de São Borja, o mais antigo núcleo urbano do Rio Grande do Sul.


Entre 1682 a 1701 eles fundaram 8 povos em território gaúcho, dos quais 7 prosperaram que se tornaram os 7 povos das Missões: São Francisco de Borja, São Nicolau, São Luiz Gonzaga, São Miguel Arcanjo, São Lourença Martin, São João Batista e Santo ângelo Custódio.


1750 Assinado o Tratado de Madri entre Espanha e Portugal, pelo qual os portugueses dão aos espanhóis a Colônia de Sacramento e recebem em troca os 7 Povos das Missões. Os padres jesuítas espanhóis não se conformam com a troca e os índios missioneiros se revoltam. Vai começar a chamada Guerra das Missões.


1756 A 7 de fevereiro morre em uma escaramuça o índio José Tiarayu, o Sepé, junto a Sanga da Bica (hoje dentro do perímetro urbano de São Gabriel) morto pelas forças espanholas e portuguesas. Três dias mais tarde ocorre o massacre de Caiboaté (ainda no município de São Gabriel) onde, em uma hora e 10 minutos os exércitos de Espanha e Portugal mataram quase 1.500 índios e tiveram apenas 4 baixas. Em Caiboaté foi vencida a resistência missioneira definitivamente. Ao abandonarem as Missões, os jesuítas carregaram o que puderam e incendiaram lavouras, casas e até igrejas.


1763 Tropas espanholas invadem o Brasil, apoderando-se do Forte de Santa Tereza e da cidade de Rio Grande e de São José do Norte. No período de dominação espanhola começa a brilhar um herói autenticamente gaúcho: Rafael Pinto Bandeira.


1776 Os espanhóis são expulsos do Rio Grande. Mas o forte de Santa Tereza jamais foi recuperado. Hoje está em território uruguaio.


1780 Vindo do Ceará, o português José Pinto Martins funda em Pelotas a primeira charqueada com características empresariais. Logo as charqueadas vão ser decisivas na economia gaúcha. O negro entra maciçamente no RGS, como escravo das charqueadas.


1811 Pedro José Vieira, vulgo "Perico, el Bailarín", que era gaúcho de Viamão, acompanhado pelo uruguaio Venâncio Benavidez dá o Grito de Asencio, que é o primeiro grito da independência do Uruguai. Surge o grande herói uruguaio "José Artigas".


1815 Tropas brasileiras e portuguesas tomam Montevidéu anexando o Uruguai ao Brasil com o nome de Província Cisplatina. 1824 A 18 de julho desembarcam em Porto Alegre os primeiros 39 colonos alemães. A 25 de julho eles se instalam nas margens do rio dos Sinos, na Real Feitoria do Linho Cânhamo, hoje a cidade de São Leopoldo.


1835 Explode a Revolução Farroupilha. A 20 de setembro, os revolucionários comandados por Bento Gonçalves tomam Porto Alegre, capital da Província. As causas são políticas, econômicas, sociais e militares. A Província de São Pedro do Rio Grande do Sul estava arrasada pelas guerras e praticamente abandonada pelo Império do Brasil, meio desgovernado depois da volta de Dom Pedro I a Portugal.


1836 A 11 de setembro o coronel farroupilha Antonio de Souza Neto, depois de estrondosa vitória sobre as forças imperiais brasileiras no Seival, proclama a República Rio-Grandense. Nesse mesmo ano Bento Gonçalves da Silva é aprisionado após a batalha da ilha do Fanfa e enviado com muitos oficiais farrapos ao Rio de Janeiro e depois para o Forte do Mar, na Bahia. O governo da nova República se instala em Piratini e Bento Gonçalves da Silva é eleito presidente. Como está preso, assume em seu lugar José Gomes de Vasconcelos Jardim. Piratini é a Capital.


1837 Organiza-se o governo republicano. São nomeados Generais Antonio de Souza Neto, João Manoel de Lima e Silva, Bento Gonçalves da Silva e mais tarde David Canabarro, Bento Manoel Ribeiro e João Antonio da Silveira. Enquanto drou, a República Rio-grandense só teve estes seis Generais. Nesse mesmo ano, a maçonaria consegue dar fuga a Bento Gonçalves, que de volta ao Rio Grande assume a Presidência da República.


1939 A República parece consolidada, a marinha de guerra está sob o comando efetivo de José Garibaldi, corsário italiano trazido ao Rio Grande pelo Conde Livio Zambeccari, através da maçonaria. Os farrapos decidem levar a república ao Brasil. Um exército comandado por David Canabarro e apoiado pela Marinha de Garibaldi proclama em Santa Catarina e República Juliana. A capital da República Rio-grandense passa a ser Caçapava.


1841 A Capital da República Rio-Grandense passa a ser Alegrete, onde se instala a Assembléia Nacional constituinte.


1842 Bento Gonçalves da Silva, no começo deste ano, se bate em duelo com Onofre Pires, que morre em conseqüência dos ferimentos. Após o duelo Bento Gonçalves da Silva entrega o governo e o comando do exército republicano.


1845 A 28 de fevereiro os farrapos assinam a paz com o Império do Brasil no acampamento do Ponche Verde, em Dom Pedrito. O Rio Grande do Sul volta a fazer parte do Brasil.


1847 Morre Bento Gonçalves da Silva, em Pedras Brancas, hoje Guaíba. O grande herói gaúcho estava pobre e doente quando terminou a Guerra dos Farrapos.


1851 Antigos farrapos, ao lado de seus ex-inimigos, agora todos fazendo parte do exército imperial brasileiro, derrotam o ditador Rosas da Argentina.


1852 Nesse anos aparece a primeira pesquisa sobre o folclore gaúcho, uma coleção de vocábulos e frases organizados por Antonio Alvares Ferreira Coruja.


1857 Intelectuais gaúchos imigrados na Corte, fundam no Rio de Janeiro a primeira entidade tradicionalista gauchesca, a Sociedade Sul-rio-grandense, que existe até hoje.


1864 Os gaúchos tomam parte na invasão do Uruguai e na derrota de Oribe.


1865 Em conseqüência da guerra no Uruguai, o ditador paraguaio Francisco Solano Lopes, declarando guerra ao Brasil, invade o Rio Grande do Sul, em São Borja. Começa a chamada Guerra do Paraguai. Nesse mesmo ano o Brasil faz aliança com o novo governo uruguaio e com a Argentina e os paraguaios invasores são cercados em Uruguaiana, onde se rendem às tropas da Tríplice Aliança.


1868 Funda-se em Porto Alegre a Sociedade Partenon Literário, decisiva para o regionalismo gauchesco. Entre seus grandes nomes Caldre FIão, Apolinário Porto Alegre, Taveira Junior e Múcio Teixeira. Começa o movimento messiânico dos Muckers, em Sapiranga, liderado por Jacobina Maurer.


1870 Termina a Guerra do Paraguai com a morte de Francisco Solano Lopes. Mais de 1/3 das tropas brasileiras é constituído por gaúchos, inclusive velhor heróis de 35, como David Canabarro e Antonio de Souza Neto.


1874 Os Muckers, depois de três ataques do exército brasileiro e da Guarda Nacional, são finalmente afogados em um banho de sangue, vencida a sua resistêcia.


1875 Começa a imigração italiana no Rio Grande do Sul. COmo os imigrantes alemães jã tinham ocupado os férteis vales fluviais, os italianos passam a ocupar as encostas da Serra. 1880 Começa no Rio Grande do Sul a propaganda republicana brasileira, aproveitando os antigos símbolos do republicanismo farrapo.


1888 A abolição da escravatura é proclamada no Brasil quando já no Rio Grande do Sul não existiam mais escravos. O negro veio para o pampa em 1726, com a frota de João de Magalhães. O escravo foi mão-de-obra indispensável nas charqueadas. Como voluntário e liberto lutou com grande bravura na Revolução Farroupilha. Como escravo e bucha de canhão lutou galhardamente na Guerra do Paraguai. Um ds maiores heróis da marinha brasileira foi um fuzileiro negro, gaúcho de Rio Grande, chamado Marcílio Dias.


1889 É proclamada a República no Brasil. No Rio Grande do Sul o homem do momento é Júlio de Castilhos. O Partido Republicano Rio-grandense, que não esperava a proclamação tão cedo, não estava preparado para assumir o poder. O Rio Grande do Sul, com a República, deixa de ser Província e passa a ser Estado.


1893 Começa a Revolução Federalista contra o Governo Republicano chefiado por Júlio de Castilhos. Do lado dos revolucionários tomaram parte na Revolução de 93 muitos uruguaios, alguns dos quais do Departamento de San José, os chamados "Maragatos". Aos poucos este termo foi sendo usado para designar todos os revolcionários que usavam como símbolo o lenço vermelho ao pescoço. Os guerrilheiros que lutaram a favor do governo usavam o lenço branco (mais raramente o verde) e usavam às vezes uma farda azul com gorro da mesma cor encimado por uma borla vermelha. Por isso, foram chamados de Pica-paus.


1894 Funda-se em Montevidéu, no circo dos irmãos Podestá, a Sociedade La Criolla, entidade tradicionalista que existe até hoje. 1895 Assinada a paz entre Pica-paus e Maragatos e termina a chamada Revolução de 93, que foi sangrenta e brutal, com muitas degolas.


1897 É finalmente vencida a resistência de Canudos, na Bahia, onde Antonio Conselheiro, com seus jagunços, estava enfrentando com êxito o exército brasileiro. A vitória só é alcançada com uma carga de lança dos cavalarianos gaúchos do Coronel Carlos Teles, de Bagé.


1898 Funda-se em Porto Alegre, a 22 de maio, o Grêmio Gaúcho, cujo grande líder é o Major João Cezimbra Jacques, que buscou a inspiração na Sociedade "La Criolla" de Montevidéu. O Grêmio foi a primeira entidade tradicionalista no Rio Grande do Sul. Existe até hoje, embora tenha perdido o seu caráter tradicionalista. Graças a seu pioneirismo, o Major João Cezimbra Jacques é hoje o Patrono do Tradicionalismo do Rio Grande do Sul.


1899 A 10 de setembro é fundada em Pelotas e União Gaúcha. Seu grande líder é o genial escritor Simões Lopes Neto. Depois de muitos anos a União paralizou as suas atividades e ressurgiu com atual surto tradicionalista adotando o nome União Gaúcha J. Simões Lopes.


1901 A 19 de outubro funda-se em Santa Maria o Grêmio Gaúcho, inspirado na entidade de mesmo nome fundada em Porto Alegre pelo santamariense Cezimbra Jacques.


1902 O movimento messiânico conhecido como "Os Monges do Pinheirinho", em Encantado é massacrado pela Brigada Militar.


1917 Funda-se o primeiro frigorífico no Rio Grande do Sul, aproveitando a oportunidade econômica aberta pela I Guerra Mundial Os frigoríficos, a rigor, vieram substituir as antigas charqueadas.


1923 No começo do ano a Aliança Liberal, chefiada por Assis Brasil, deflagra uma revolução contra o Governo Republicano de Borges de Medeiros. Novamente lutam nas coxilhas gaúchas maragatos e governistas, mas estes, agora, são chamads "chimangos". A paz só é alcançada no fim do ano no Castelo de Assis Brasil, em Pedras Altas, Pelotas.


1924 Jovens tenentes liderados pelo Capitão Luiz Carlos Prestes levantam mas Missões militares e civis contra o governo brasileiro, de Artur Bernardes. Vai começar a odisséia da Coluna Prestes. Poucos anos depois a Brigada Militar viajará até de navio para o nordeste brasileiro a fim de ajudar na caçada da "Coluna Prestes".


1926 A Coluna Prestes continua sua marca invicta pelos sertões brasileiros. Em Santa Maria, no RGS, os rimãos Etchegoyen levantam militares e civis em armas contra o governo. Apesar de vitórias iniciais o movimento se dissolve sem maiores conseqüências.


1928 Registram-se movimentos armados em Bom Jesus.


1930 Chimangos e maragatos marcham lado a lado na revolução que derruba o presidente brasileiro Washington Luiz e coloca no poder Getúlio Vargas. Os gaúchos amarram os cavalos no obelisco da Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, Capital da República.

Hino Rio-Grandense

O Hino Rio-Grandense é o hino oficial do estado do Rio Grande do Sul. Tem letra de Francisco Pinto da Fontoura, música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. A obra original possuía uma estrofe que foi suprimida, além de uma repetição do estribilho, pelo mesmo dispositivo legal que a oficializou como hino do estado - A lei nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
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ORIGINAL
Como a aurora precursora
do farol da divindade,
foi o Vinte de Setembro
o precursor da liberdade.

Mostremos valor, constância,
nesta ímpia e injusta guerra,
sirvam nossas façanhas
de modelo a toda terra.

*Entre nós revive Atenas
para assombro dos tiranos;
sejamos gregos na glória
e na virtude, romanos.

Mas não basta p'ra ser livre
ser forte, aguerrido e bravo,
povo que não tem virtude
acaba por ser escravo.

*Estrofe suprimida.